Em matéria de financiamento de campanha, podem fazer o que quiser. Vale tudo. Tudinho. Caixa Dois, dinheiro sujo, dinheiro limpo, por dentro, por fora, nada irá lhe acontecer. Para a Justiça Eleitoral, tanto faz estar certa ou errada a prestação de contas de campanha (por muito menos o Collor caiu), ninguém será punido. Haja o que houver, prestação de contas não aprovada não implica em condenação de nenhuma espécie, foi o que entendeu a suprema corte eleitoral do país, o TSE ao interpreta a “rigorosa” lei que trata da captação de recursos para campanhas políticas.

PC Farias, tesoureiro de Collor, a bem-dizer, foi canonizado pela Suprema Corte

Pela lei (será que podemos chamar esse instrumento sem valor de lei?) são muitos os requisitos para arrecadação e aplicação de doações. Aliás, não chega ser apenas uma lei, mas um leque delas, que se complementam (prepare-se para ir ao outro parágrafo, pois vou , a enumerá-las) a saber:

Lei no 9.096, de 19 de setembro de 1995, com alterações introduzidas pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Lei no 9.504, de 30 de setembro de 1997, com alterações introduzidas pela Lei no 11.300, de 10 de maio de 2006, e pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Resolução – TSE no 23.216, de 2 de março de 2010; Resolução – TSE no 23.217, de 2 de março de 2010, Portaria Conjunta SRFB-TSE no 74, de 10 de janeiro de 2006, que dispõe sobre o intercâmbio de informações entre o Tribunal Superior Eleitoral e a Receita Federal do Brasil; Instrução Normativa Conjunta RFB/TSE no 1.019, de 10 de março de 2010; Carta-Circular do Banco Central do Brasil no 3.436, de 18 de março de 2010.

Tudo, rigorosamente, para nada. Gastou-se tempo, papel, tinta e pessoal para se criar um sistema complexo, capaz de pegar resfriado no sol, cruzamento daqui e dali, para nada. Tudo isso que você viu  acima mais parece ingredientes de uma magnífica pizza da imoralidade.

Para a Justiça Eleitoral, que já andou se metendo onde não é chamada, como em número de cadeiras das câmaras municipais, só não vale prestar contas num papel de pão. Desde que se preencha aquele formulário dez vezes mais complexo do que o do Imposto de Renda, tudo bem.

Tudo isso para a alegria e tranqüilidade dos “Contas Sujas”. Talvez daí resultem tantas prestações de contas sem pé nem cabeça, em que candidatos declaram ter sido eleitos sem sair de casa, sem gastar um centavo em condução ou combustível.

Eu esperava mais da Suprema Corte. Contava que haveria de ter mais boa vontade ao interpretar a lei. Talvez, nem aplicá-la dada sua falta de aplicabilidade, por não prever sanção alguma a quem tivesse as contas reprovadas.

Para mim, foi e está sendo protagonista e coadjuvante de uma grandessíssima palhaçada.

 

Aviso aos candidatos.

Em matéria de financiamento de campanha, podem fazer o que quiser.

Vale tudo. Tudinho. Caixa Dois, dinheiro sujo, dinheiro limpo, por dentro, por fora, nada irá lhe acontecer.

Para a Justiça Eleitoral, tanto faz estar certa ou errada a prestação de contas de campanha (por muito menos o Collor caiu), ninguém será punido. Haja o que houver, prestação de contas não aprovada não implica em condenação de nenhuma espécie, foi o que entendeu a suprema corte eleitoral do país, o TSE ao interpreta a “rigorosa” lei que trata da captação de recursos para campanhas políticas.

Pela lei (será que podemos chamar esse instrumento sem valor de lei?) são muitos os requisitos para arrecadação e aplicação de doações. Aliás, não chega ser apenas uma lei, mas um leque delas, que se complementam (prepare-se para ir ao outro parágrafo, pois vou , a enumerá-las) a saber:

Lei no 9.096, de 19 de setembro de 1995, com alterações introduzidas pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Lei no 9.504, de 30 de setembro de 1997, com alterações introduzidas pela Lei no 11.300, de 10 de maio de 2006, e pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Resolução – TSE no 23.216, de 2 de março de 2010; Resolução – TSE no 23.217, de 2 de março de 2010, Portaria Conjunta SRFB-TSE no 74, de 10 de janeiro de 2006, que dispõe sobre o intercâmbio de informações entre o Tribunal Superior Eleitoral e a Receita Federal do Brasil; Instrução Normativa Conjunta RFB/TSE no 1.019, de 10 de março de 2010; Carta-Circular do Banco Central do Brasil no 3.436, de 18 de março de 2010,

Tudo, rigorosamente, para nada. Gastou-se tempo, papel, tinta e pessoal para se criar um sistema complexo, capaz de pegar resfriado no sol, cruzamento daqui e dali, para nada. Tudo isso que você viu ai acima mais parecem ingredientes de uma magnífica pizza da imoralidade.

Para a Justiça Eleitoral, que já andou se metendo onde não é chamada, como em número de cadeiras das câmaras municipais, só não vale prestar contas num papel de pão. Desde que se preencha aquele formulário dez vezes mais complexo do que o do Imposto de Renda, tudo bem.

Tudo isso para a alegria e tranqüilidade dos “Contas Sujas”. Talvez daí resultem tantas prestações de contas sem pé nem cabeça, em que candidatos declaram ter sido eleitos sem sair de casa, sem gastar um centavo em condução ou combustível.

Eu esperava mais da Suprema Corte. Contava que haveria de ter mais boa vontade ao interpretar a lei. Talvez, nem aplicá-la dada sua falta de aplicabilidade, por não prever sanção alguma a quem tivesse as contas reprovadas.

Para mim, foi e está sendo protagonista e coadjuvante de uma grandessíssima palhaçada.

 

Aviso aos candidatos.

Em matéria de financiamento de campanha, podem fazer o que quiser.

Vale tudo. Tudinho. Caixa Dois, dinheiro sujo, dinheiro limpo, por dentro, por fora, nada irá lhe acontecer.

Para a Justiça Eleitoral, tanto faz estar certa ou errada a prestação de contas de campanha (por muito menos o Collor caiu), ninguém será punido. Haja o que houver, prestação de contas não aprovada não implica em condenação de nenhuma espécie, foi o que entendeu a suprema corte eleitoral do país, o TSE ao interpreta a “rigorosa” lei que trata da captação de recursos para campanhas políticas.

Pela lei (será que podemos chamar esse instrumento sem valor de lei?) são muitos os requisitos para arrecadação e aplicação de doações. Aliás, não chega ser apenas uma lei, mas um leque delas, que se complementam (prepare-se para ir ao outro parágrafo, pois vou , a enumerá-las) a saber:

Lei no 9.096, de 19 de setembro de 1995, com alterações introduzidas pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Lei no 9.504, de 30 de setembro de 1997, com alterações introduzidas pela Lei no 11.300, de 10 de maio de 2006, e pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Resolução – TSE no 23.216, de 2 de março de 2010; Resolução – TSE no 23.217, de 2 de março de 2010, Portaria Conjunta SRFB-TSE no 74, de 10 de janeiro de 2006, que dispõe sobre o intercâmbio de informações entre o Tribunal Superior Eleitoral e a Receita Federal do Brasil; Instrução Normativa Conjunta RFB/TSE no 1.019, de 10 de março de 2010; Carta-Circular do Banco Central do Brasil no 3.436, de 18 de março de 2010,

Tudo, rigorosamente, para nada. Gastou-se tempo, papel, tinta e pessoal para se criar um sistema complexo, capaz de pegar resfriado no sol, cruzamento daqui e dali, para nada. Tudo isso que você viu ai acima mais parecem ingredientes de uma magnífica pizza da imoralidade.

Para a Justiça Eleitoral, que já andou se metendo onde não é chamada, como em número de cadeiras das câmaras municipais, só não vale prestar contas num papel de pão. Desde que se preencha aquele formulário dez vezes mais complexo do que o do Imposto de Renda, tudo bem.

Tudo isso para a alegria e tranqüilidade dos “Contas Sujas”. Talvez daí resultem tantas prestações de contas sem pé nem cabeça, em que candidatos declaram ter sido eleitos sem sair de casa, sem gastar um centavo em condução ou combustível.

Eu esperava mais da Suprema Corte. Contava que haveria de ter mais boa vontade ao interpretar a lei. Talvez, nem aplicá-la dada sua falta de aplicabilidade, por não prever sanção alguma a quem tivesse as contas reprovadas.

Para mim, foi e está sendo protagonista e coadjuvante de uma grandessíssima palhaçada.

 

Aviso aos candidatos.

Em matéria de financiamento de campanha, podem fazer o que quiser.

Vale tudo. Tudinho. Caixa Dois, dinheiro sujo, dinheiro limpo, por dentro, por fora, nada irá lhe acontecer.

Para a Justiça Eleitoral, tanto faz estar certa ou errada a prestação de contas de campanha (por muito menos o Collor caiu), ninguém será punido. Haja o que houver, prestação de contas não aprovada não implica em condenação de nenhuma espécie, foi o que entendeu a suprema corte eleitoral do país, o TSE ao interpreta a “rigorosa” lei que trata da captação de recursos para campanhas políticas.

Pela lei (será que podemos chamar esse instrumento sem valor de lei?) são muitos os requisitos para arrecadação e aplicação de doações. Aliás, não chega ser apenas uma lei, mas um leque delas, que se complementam (prepare-se para ir ao outro parágrafo, pois vou , a enumerá-las) a saber:

Lei no 9.096, de 19 de setembro de 1995, com alterações introduzidas pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Lei no 9.504, de 30 de setembro de 1997, com alterações introduzidas pela Lei no 11.300, de 10 de maio de 2006, e pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Resolução – TSE no 23.216, de 2 de março de 2010; Resolução – TSE no 23.217, de 2 de março de 2010, Portaria Conjunta SRFB-TSE no 74, de 10 de janeiro de 2006, que dispõe sobre o intercâmbio de informações entre o Tribunal Superior Eleitoral e a Receita Federal do Brasil; Instrução Normativa Conjunta RFB/TSE no 1.019, de 10 de março de 2010; Carta-Circular do Banco Central do Brasil no 3.436, de 18 de março de 2010,

Tudo, rigorosamente, para nada. Gastou-se tempo, papel, tinta e pessoal para se criar um sistema complexo, capaz de pegar resfriado no sol, cruzamento daqui e dali, para nada. Tudo isso que você viu ai acima mais parecem ingredientes de uma magnífica pizza da imoralidade.

Para a Justiça Eleitoral, que já andou se metendo onde não é chamada, como em número de cadeiras das câmaras municipais, só não vale prestar contas num papel de pão. Desde que se preencha aquele formulário dez vezes mais complexo do que o do Imposto de Renda, tudo bem.

Tudo isso para a alegria e tranqüilidade dos “Contas Sujas”. Talvez daí resultem tantas prestações de contas sem pé nem cabeça, em que candidatos declaram ter sido eleitos sem sair de casa, sem gastar um centavo em condução ou combustível.

Eu esperava mais da Suprema Corte. Contava que haveria de ter mais boa vontade ao interpretar a lei. Talvez, nem aplicá-la dada sua falta de aplicabilidade, por não prever sanção alguma a quem tivesse as contas reprovadas.

Para mim, foi e está sendo protagonista e coadjuvante de uma grandessíssima palhaçada.

 

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