PASSADA A CAMPANHA ELEITORAL, APOSENTADO VAI LEVAR FUMO –

Como parte do terrível processo de enganação do eleitor, Lula vai barrar o reajuste de 7,71% dos aposentados decidido pelo Congresso Nacional. A dupla Lula/Dilma esperou a campanha eleitoral passar para anunciar que vetará o aumento aprovado por deputados e senadores, que – a rigor – são os que tem poder sobre o orçamento.

Dolares na cueca, apenas uma forma de desviar recursos que poderiam financiar a seguridade social

Lula foi também o presidente que mais prejudicou nos trabalhadores do Brasil, ao criar o fator previdenciário mais terrível, que acabou com a aposentadoria por tempo de serviço.

O que poucos sabem é que o orçamento da seguridade social da Previdência Social (aposentadoria e pensões), Assistência Social (programas e ações assistenciais) e a Saúde Pública. Diferente do Orçamento Fiscal. Além das contribuições previdenciárias, o Orçamento Fiscal é composto de transferências governamentais, com recursos de impostos e taxas, não estando, portanto, condicionado apenas à arrecadação do INSS.

Então, não há favor algum em o governo tirar parte dos impostos para financiar a seguridade social, instituída pela Constituição de 1988, uma vez que os ditadores militares só fizeram prejudicar criminosamente os aposentados e pensionistas do país durante os mais de 20 anos no poder. Aliás, aquele costume criou raízes, daí as maldades que até hoje se pratica.

ENTENDA COMO O TRABALHADOR É TUNGADO POR LULA

É por essas e outras que Lula barrou o fim do Fator Previdenciário.

A idade limite já foi de 52 anos e provocou escândalo, como na chamada acima da manchete do jornal. Hoje são 65 anos

Para calcular o valor de sua aposentadoria, o segurado deve considerar o seu fator previdenciário (existe uma tabela própria) e multiplicar pela média dos 80% maiores salários de contribuição, tomando por base o valor descontado nos contracheques.

Por exemplo, um segurado de 60 anos de idade e 38 de contribuição terá um fator previdenciário de 0,955. Se a média dos melhores salários de contribuição chegar a R$ 2.000, esse segurado poderá se aposentar com benefício de R$ 1.910 (R$ 2.000 x 0,955).

Para que esse benefício não sofresse achatamento, o segurado teria de se aposentar aos 61 anos de idade, com 39 anos de contribuição, o que lhe daria um fator previdenciário de 1,026 e um aposentadoria de R$ 2.052 (R$ 2.000 x 1,026).

Em outro exemplo, um homem que se aposenta com 55 anos de idade e 35 anos de contribuição terá um fator previdenciário de 0,723. Considerando os mesmos R$ 2.000 da média de salários de contribuição, esse segurado teria um benefício de R$ 1.446.

Se ele tivesse 60 anos de idade e os mesmos 35 anos de contribuição, seu fator previdenciário seria de 0,874, o que elevaria seu benefício a R$ 1.748.

No caso de de uma mulher de 48 anos com 30 anos de contribuição, o fator será de 0,565. Se ela tiver os mesmos R$ 2.000, seu benefício cairá para R$ 1.130. Se essa segurada tivesse mais oito anos de idade e contribuição, seu fator sobe para 0,879 e seu benefício para R$ 1.758.

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