Os meios de comunicação no Brasil fazem de tudo para esconder. O Vaticano está em polvorosa, atônito com a descoberta, pois não possui uma única prova em contrário.

Um livro com mais de 1.500 anos foi encontrado na Turquia e está sendo atribuído a Jesus de Nazaré, o Cristo. É chamado de Biblia e contraria tudo o que diz o Novo Testamento das religiões católica e evangélicas. Jesus, segundo os tradutores,  era mulçumano, professava o islamismo. A revelação apavorou a Igreja Católica, que tudo fez para impedir que fosse divulgada.

Uma reportagem de um canal Japonês cita que o Vaticano mandou um especialista periciar a obra (um livro de capa empretecida pelo tempo), que comprovou a autenticidade e até deu entrevistas (pena que eu não sei japonês!). A igreja suspeitava que fosse uma edição do chamado “Evangelho de Barnabé”, escrito no século 14 e que também dizia ter sido Jesus da religião mulçumana.  O  especialista descartou essa hipótese e desde então o Vaticano não tem sossego.

A tal bíblia é escrita num dialeto aramaico, língua falada por Jesus e já extinta. Foi encontradano ano 2000 pela polícia da Ancara ao desbaratar uma quadrilha de vendedores de antiguidade e está avaliada em 20 milhões de euros. Será restaurada e exposta à visitação no museu da cidade.

A divulgação do achado e as conclusões dos especialistas não foram tornadas públicas no Brasil por interferência do Vaticano ou por questão de foro intimo do Bispo Macedo, controlador de uma das principais redes do país, a Record, que também é dona da Igreja Universal.

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