A VERDADE SOBRE AS ELEIÇÕES EM NITERÓI

 Felipe Peixoto é um marco na política de Niterói, tal qual Jorge Roberto o foi em 1982. Essa é a única semelhança entre eles.
Agora, é a vez de Felipe, com novas idéias e visão humanística, dar início à construção  de uma Nova Era em Niterói, uma nova etapa de prosperidade e conquistas. Com Felipe,  a História será outra,  tenho certeza

Que defeito Felipe tem?

Receber o apoio de Jorge Roberto Silveira não é defeito. Ademais, Rodrigo Neves e Sérgio Zveiter já mendigaram esse mesmo apoio. Já os vi desesperados para ter a glória de posar ao lado de Jorge Roberto, enquanto Felipe iniciava sua trajetória política alheio a toda aquela bajulação.

Se tem alguém dentre os candidatos mais citados que não desfrutava do “petit comité” de Jorge Roberto, Mocarzel, Pitanga e outros mais era Felipe Peixoto. E não desfruta.

Rodrigo Neves era o preferido de Jorge. Fez das tripas coração para que o PT o indicasse  vice-prefeito de Jorge Roberto, que – por sua vez – investiu tudo para que o escolhido fosse Rodrigo, em 2002. Deu Godofredo, numa disputa como nunca se viu. Rodrigo foi chorar no sexto andar e Godofredo festejava no boteco da esquina.

E Felipe Peixoto navegando da obra social do pai, da beira da Lagoa de Piratininga a Icaraí, alheio à babaovice e beija-mão do gabinete.

Agora, quando conquistou por seus próprios méritos e esforços o direito de ser o candidato a prefeito pelo PDT, é apontado como o candidato de Jorge, a continuação de Jorge. A continuação, quiçá, seriam os baba-ovos Rodrigo e Zveiter, pois uma vez puxa-saco, sempre puxa-saco.

O preferido de Jorge nunca foi Felipe Peixoto. Era Comte Bittencourt, sabidamente um político parasita, que cultiva o ódio e persegue pessoas. Jorge nunca apoiou Felipe Peixoto para sucedê-lo, teve que engolí-lo. Depois do namorico com Rodrigo, a quem ajudou a se eleger deputado estadual (tirando inclusive Gallo da disputa), e Godofredo, de quem fez Prefeito da cidade, Jorge Roberto apostou tudo em Comte Bittencourt. Jogou pérola aos porcos.

Deu a Comte quatro secretarias, que ele pode manobrar e obter votos para sua reeleição a deputado estadual: Educação, Fundação de Educação, Neltur e Esporte e Lazer, além de uma grossa fatia da Secretaria de Saúde. E nada a Felipe Peixoto.  Fez mais agora pouco: deu a Comte o comando do governo municipal, de modo que pudesse se impor como legítimo indicado para sucessão de Jorge Roberto. Felipe ganhou duplamente: sem a máquina, teve mais votos que o maldoso  Comte para deputado e venceu a disputa para ser o indicado,recusando ser vice, O bem venceu o mal. Derrotado e humilhado, Comte pega carona no prestígio de Felipe mirando em 2014, na ilusão de que poderá escapar dos efeitos que macularam o governo de Jorge Roberto, que ele mesmo, Comte Bittencourt, ajudou a produzir. Na hora certa nós lembraremos ao povo…

Depois de vencer por seus próprios méritos um rolo compressor terrível, não é justo que se diga que Felipe Peixoto é o candidato de Jorge Roberto.  Felipe é o candidato dele mesmo, de  uma cidade, que o adotou, viu crescer e agora o quer Prefeito.

Felipe Peixoto é outra história! No primeiro turno.

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