Na hora do expediente, Cabral e Pezão usam os cargos para tentar conter o declínio do candidato do PT.

A prova do crime eleitoral, Governaqdor e Vice assinam em nome do Estadp pacto com candidato do PT. Ato serviu para produção de propaganda de Rodrigo, que despenca ladeira abaixo..

Quanta hipocrisia,  Governador Sérgio Cabral!

Na condição ordenador de despesas do Estado, só agora, em plena eleição, no seu segundo mandato, é que tem a cara de pau de dizer que vai construir isso e aquilo em Niterói, um monte de coisas em dois anos  para impulsionar a campanha de Rodrigo Neves, seu afilhado. Nada fez em seis, como fará em dois?

Por que o governador não fez isso antes, ao mesmo tempo em que no Rio?

Por que utilizar o período eleitoral para subir no palanque, na condição de Governador, para praticar um ato administrativo, qual seja assinar protocolo de campanha política?. Isso é vedado em lei, colocar a máquina do Estado a favor de uma candidatura. Onde estão os advogados do PDT.

Sempre disse aos companheiros que Sérgio Cabral odeia Niterói, que a trata como subúrbio do Rio de Janeiro, desprezando inclusive o fato de ter sido ex-capital de um Estado pujante e que sustenta a capital, quem nada produz, é uma sanguessuga das riquezas do antigo RJ, como o petróleo e álcool de Campos e Macaé, da Reduc de Caxias, da energia de Angra e do Aço de Volta Redonda, apenas para citar algumas fontes de renda do Rio.

Que coisa feia, o governador no palanque feito um cabo eleitoral qualquer. E o jornal O Fluminense lá, pronto para transformar a reportagem em informe publicitário, Onde está o Ministério Público Eleitoral que nada fez?

Cabral veio a Niterói assinar protocolo com a Prefeitura, usou seu expediente de Governador, recursos públicos e trouxe o vice (só não trouxe Picciani porque este é um homem de palavra, não trai os compromissos) para tentar alavancar a candidatura de Rodrigo Neves, que cresce feito rabo de cavalo, para baixo.

Melhor que seja assim, que mostre para o eleitor que não um político em quem se deve confiar, pois traiu dois amigos: Felipe Peixoto e Sérgio Zveiter. Se foi capaz de trair quem esteve ao seu lado, quem foi seu secretário de estado, quanto mais o eleitor esclarecido de Niterói.

Juiza Denise Frossard, que botou na cadeia a máfia do Bicho, liderava as pesquisas, era um estorvo para os banqueiros, que descarregaram tudo em Cabral, que a venceu. Niterói não esquece seus traidores.

Que esperar de um governador que, na primeira vez, foi eleito com ajuda dos banqueiros do jogo de bicho, temerosos de que Denise Frossard ganhasse a eleição. Para aqueles criminosos,  que amargaram uma cadeia prolongada por sentença da juíza Denise Frossard, era imperioso eleger Cabral. E elegeram. Para fazer o que estamos a assistir agora. Caiu a máscara, o governador que desfez da escola superior da PM de Niterói, que queria transformar o Caio Martins num conjunto habitacional, agora sabemos qual é a de Rodrigo Neves.

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