REVISTA RECONHECE, LÁ NO FINAL, QUE NÃO SABE SE É VERDADE O QUE PUBLICA

época

Do começo ao fim, as contradições da “reportagem”  da revista ÉPOCA, do sistema Globo, está mais para informe publicitário de Serginho Cabral  contra o ex-governador e atual Deputado Garotinho.

De jornalismo, eu entendo e posso garantir que a matéria não é jornalística. É UMA FRAUDE JORNALÍSTICA  Eu explico.

Os governos federal e Estado do Rio são os que devem explicações sobre os escândalos que a Época trata na louca vontade de atingir Garotinho. Como alguém consegue CINCO CPFs??? Ora, quem emite CPF não é Garotinho e sim a Receita Federal, da seara da Presidente Dilma, onde o sistema Glo0bo mama às burras. Tem que se ter muito prestigio lá dentro para ter cinco números do CPF. Por que a revista não investigou esse escândalo, se é que é verdade?

Que dizer de se fornecer carteira de identidade a alguém invisível??? Ai tem truta. Por que a revista não apurou junto ao Detran quem, quando, onde e por que alguém chega em seu balcão e tira umespelho de carteira de identidade sem sequer existir? E quem manda no Detran? O Sérginho… Bem poderia ter facilitado tudo, mas ele nem pode aparecer, né…

1 – Pois bem, na contramão da notícia,  Época já estava determinada a atingir Anthony Garotinho. Principia a “noticia”  desprezando a verdade clara, grande e cristalina para fazer um feijão com arroz, como “Passava de 8 horas da noite da segunda-feira, dia 29 de abri…”   Isso é jornalismo???  Cita que A revista revelou “um esquema de desvio de dinheiro público que envolve a família Garotinho e o PR no Rio”. Não teve a coragem de dizer que foi Garotinho. Falou em família. Não disse por que não há segurança na denúncia”,como em “Caim matou Abel”. Não resta a menor pecha de dúvida. Mas a época disse “família Garotinho”, nesse caso pode até ser Nelson Nahin, irmão da pá virada.

3 – Na tribuna, “Na tribuna, Garotinho saiu em defesa de uma empresa “. Em que termos, cara pálida, com que palavras? Não há uma frase sequer mostrando Garotinho defendendo o pilantra que vem roubando o erário federal impunente.

4 – “uma locadora de veículos próxima à família Garotinho”… explique essa proximidade, parentesco? Provaz de que é próxima não é revelada, apenas dita da boca ´pra fora.

5 – “Garotinho inovou ao colocar em cena um fantasma” – Onde está a prova de que foi Garotinho, a matéria não cita, apenas calunia.

6 – “Trabach – que, até o ano de 2012, tinha cinco números diferentes de CPF – é extremamente próximo da família Garotinho”. Como provar esse extremamente próximo? Notas de jornais, fotografias? Não existe nada. Só a intenção de aproximar o ex-governador de um pilantra que com a ajuda de alguém na Receita Federal conseguiu tirar cinco CPFs. Que escadalo!!. Citar que um patife, fraudador (com ajuda do governo federal) é extremamente próximo a Garotinho, além de ser improvável, desvia o foco daquilo que deveria ser investigado: Ministerio da.Fazenda,a Receita para que expliquem também a sonegação… Que nada, nem pensar.. o negócio é porrar  Garotinho.

PEGA NA MENTIRA – Uma hora a revista diz  que a empresa é de George (“Nos papéis da Junta Comercial, George Augusto Pereira detém 99,8% das ações da GAP, cujo nome reproduz suas iniciais”),  noutra parte cita que “Em maio do ano passado, George vendeu a GAP por R$ 100 mil, parcelados em dez vezes. A felizarda compradora foi ninguém menos que a mãe de Trabach, uma senhora viúva de 69 anos de idade”, transferiu há um ano, Qual é a verdade? A Junta Comercial do Estado, de Serginho, também ta envolvida nisso? Não transferiu a titularidade?: e se anotou, como explicar que transferiu titularidade de um fantasma? A Época  nem sonha investigar, apesar de “ As provas de que ele não existe são abundantes.” Como George conseguiu o espelho da Identidade?; quem lhe deu, como uma falsificação grosseira passou na Receita e bancos? Nada, Época mais uma vez despreza uma terrível evidência que pode cair no colo de Serginho.

Antecedentes: a revista faz uma sopa de recortes com antecedentes da pessoa a quem pertence a identidade de George ou Trabach. Mas, eles tem antecedentes? Respondem a algum processo esses patifes? Nunca saberemos, a revista nos sonegou essa informação. Quem quer saber do nada consta de Josefa? Fala sério.

“ a GAP teve o caminho livre para vencer e receber, ainda por cima, em valores superfaturados”. Se a revista tem certeza de que houve superfaturamento, ao menos deveria dizer quanto custa e quanto a prefeitura pagou, pois o TCE não viu isso não.

PEREGRINO – Época não sabe o que é coisa julgada e ato jurídico perfeito. A prestação de contas de Peregrino foi aprovada ao ser analisada pelos fiscais do TRE (ato jurídico perfeito) e depois julgado pelo Tribunal (coisa julgada) sem restrição. Na hipótese de reabertura do processo, Época (que tem um grande corpo jurídico na sua redação) sabe que Peregrino será chamado para esclarecer e lhe bastará informar que houve um equívoco, junta o esclarecimento, trocando carros por combustível e pronto. Mas a revista quis dar ao fato uma idéia que é um erro insanável. Francamente!

Lá no finalzinho a prova de que a revista não tem certeza, não são verdadeiros os termos dessa matéria-estardalhaço ao dizer “Há duas possibilidades. Ou Garotinho foi enganado, provavelmente por Trabach, e desconhecia que George é um fantasma – ou sabia de tudo e mentiu ao plenário”.

Puta que pariu! (me desculpem), a revista confessa que tem  dpuvida e ainda assim publica sua dúvida como se fosse verdade, coloca chamada de minuto a minutop na CBN, na Rádio Glono dando a entender que Garotinho é um pilantra desclassificado, ladrão, e tudo mais mesmo sem ter provas..

Repito, não tenho procuração para defender Garotinho, por quem não morro de amores. Mas a Globo, na tentativa de nos empurrar Pezão goela abaixo, quer desmoralizar aquele que lidera as pesquisas de intenção de votos.