Eike Batista está quebrando. E com ele vão descendo a ladeira o complexo do Porto do Açu, a produção de petróleo e outros investimentos. Demissões em massa estão ocorrendo tanto no grupo X quanto nas empresas terceirizadas.

Rico que não ri à toa, Eike anda cabisbaixo e macambuzio.

Rico que não ri à toa, Eike anda cabisbaixo e macambuzio.

Diante da incerteza (há quem diga que Eike perdeu metade do seu patrimônio), o bilionário brasileiro está empenhado em outros segmentos, como serviços públicos, como marinas, estádios e até lanchonetes.

Uma coisa é certa: quando Eike quebrar, ninguém terá condições de tocar o que sobrar do Superporto e  o Norte Fluminense pode se transformar num imenso cemitério. São João da Barra será riscada  do mapa, pois em nome do progresso praticamente acabou com sua maior atividade econômica: a agricultura. Os agricultores de ontem são os favelados de hoje, expulsos de suas terras a toque de caixa e sem remuneração, por ordem de Sérgio Cabral.