É a mais pífia, infame e covarde a cobertura das principais redes de televisão do País das manifestações Brasil afora. É patético o esforço das rádios e TV  em querer desacreditar o movimento, tanto que nenhum manifestante capaz de expressar a vontade da massa é entrevistada ou convidada a dar entrevistas. Jô Soares, que posa de moço bom,nem sonha em entrevistar uma liderança dessas. Claro que elas existem, mas a imprensa boicota.

Então o que é esse comportamento?

Falso jornalismo, uma provocação aos manifestantes, que reagem atacando as equipes nas ruas enquanto os chefões ficam trancados em salas (ou igrejas) refrigeradas.

Primeiro, demonstrou-se que apesar delas, as manifestações reuniram milhões de brasileiros. Fez lembrar as “Diretas Já”, à qual aderiram depois que assumiu proporções  gigantescas. Sem contar os simpatizantes,que adorariam estar protestando também.

Agora, acontece o mesmo e até com justificados excessos. Nossos jornalistas executivos, os chefões,  não estão preparados para lidar com a verdade nua e crua. À  vida toda, sempre manipularam notícias, fazendo do povo a sua massa de manobra. Se dependesse da imprensa, não haveria manifestação.

Repararam que ninguém (à exceção de São Paulo)  NÃO pergunta nada ao governador Sérgio Cabral  ou ao Prefeito Eduardo Paes? Eles usam antenas e microfones para falar o que bem querem, sem qualquer objeção. Não se assiste ao repórter questionando, fazendo a voz da sociedade. Então, vão para o buraco, pois os dias dessas redes estão contatos. Enquanto insistirem em defender os crápulas,os corruptos, os canalhas que se transvertem de autoridades.

Nada é eterno. Até Roma caiu. O poderoso Império Romano do Ocidente caiu um dia, pelos bárbaros.