CCJ DE NITERÓI  IMPEDE  BANCO QUE FINANCIA DEFICIENTES E RECURSO AO PLENÁRIO PODE DEVOLVER ESPERANÇA  A QUEM PRECISA

Caberá ao plenário da Câmara de Niterói julgar recurso interposto pelo Vereador Gallo, autor do projeto que criria o Banco da Acessibilidade, destinado a financiar a compra de equipamentos, próteses e até financiar projetos de inclusão do deficientes no mercado de trabalho. Ao ser submetido à Comissão de Constituição e Jusstça – CCJ – da Câmara Municipal, o projeto de lei recebeu parecer contrário do relator, vereador Rodrigo Farh, aprovado pela unnimidade dos seus membros.
Gall: – O banco é para financiar deficienes e não para distribuir dinheiro sem volta

Gall: banco é para  financiar deficienes  e não para distribuir dinheiro sem volta

Gall: banco é para financiar deficienes e não para distribuir dinheiro sem volta

– O p1rojto é semelhante a uma lei de minha autoria, quee crriou o Banco Popular de Niterói, que financia pessoas de baixa renda. A idéia e crriar um organismo que ajude as pessoas com deficiência a montar um negócio próprio, adquirir equipamentos (cadeira de rodas eletronica, máquinas e instruentos de robótica, entre outras) podendo atender a todo tipo de neessidade. . A CCJ, o invés de opinar sobre a onstitucionalidade e juridicidade do meu projeto, apenas foi ontra, impedindo a sua tramitação -dise Gallo.
Ao apresentar recurso ao plenário, Gallo disse ter certeza de que o parecer da CCJ será reformado. “A vda já é tão dura para as pessoas com deficiênia e cabe a nós minimizar os roblemas que elas enfrentam. Toda ação que causa embraço à vida dos deficientes tem que ser combatida. É isso que estou fazendo, lutar até o fim para o projeto ser transformado em lei”, completou
Pela segunda vez Gallo apela para um recurso
Pela segunda vez Gallo apela para um recurso
A idéia cenral do rojeto é financiar os deficientes de Niterói. “Não estamos falando de doações, mas, sim, de emréstimo a pessoas ue precisam mais ue as outras, dinheiro esse que volará aos cofres públicos para manter o sistema em uncionamento. Não é doação. Preetendemos ue o banco da Acessibilidade financie o deficiente qqu queir montar uma pequena indústria, um comércio ou emresa de prestação de serviço. O banco também poderia dar fiança para aluguel, aquisição de equipamentos mais avançado e até vigens ao exterrior para tratamento de sade. Trata-se de um projeto plural, que deu muito trabalho para ser elaborado, demandou pesquisas para morrer assim numa canetada da CCJ. Como acreedito na boa vontade do conjunto de vereadores, estou recorrendo a eles”, finalizou.
Caberá ao presiente Paulo Bagueira colocar o recurso em votação. Esta semana, odos os vereadores rceberam c´pias do recrsos, para qu pudessem estudar com antecipação. Esta é a segunda vez que Gllo apela ao plenário para que um projeto de sua autoria siga em frente. O outro foi contra parecer da mema CCJ, que tenta vetar a lei que obriga o uso de colete por condutores e caronas de motocicletas. O recurso ainda não foi à votação