Reunião será nesta quinta, 28/4,  às 20 horas, na AABB da Fazendinha

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Cansados de tomar na cara, moradores do Cafubá, em Piratininga, querem impedir que o que já é ruim piore ainda mais. Ninguém  aguenta mais o descaso, a falta de planejamento e respeito com a comunidade. Desde que começaram as obras dos túneis ligando Charitas ao Cafubá a vida de quem mora no Cafubá virou um inverno.

A ideia é implantar um programa de “Vizinho Solidário”, através do qual pretendem defender direitos básicos. “Nós fomos surpreendidos e desrespeitados com essas obras. Queremos melhorias, porém com o mínimo de trantsornos. Não é oue está acontecendo no Cafubá”, reclama a professora Valéria Bittencourt, líder comunitária em Piratininga.
– Em toda parte onde a Prefeitura faz obras observamos que não há planejamento para minimizar os transtornos que toda obra causa. Tanto no Cafubá quanto na Estrada Francisco da Cruz Nunes, a bagunça é geral. O Cafubá vai reagir a esses desmandos e se unir em torno de suas necessidades mais urgentes- completou Valéria.

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Outra  líder comunitária, Larissa Viot, reclama da falta d diálogo com o moradores. Ninguém conseguiu entender a utilidade de uma gigantesca galeria de águas pluviais na antiga avenida 6, do DPO à rótula do Cafubá sem seguir para desaguar na Lagoa de Piratininga.
– De repente, nossas ruas receberm o tráfego de caminhões pesados, destruindo o piso. Quando isso acontece, ao invés de recupear, mudam o intinerário e vão dstruir outras ruas. Se tivessem preparado trechos para receber esse trânsito o impacto seria menor. Precisamos nos previnir contra os impactos causados com essas obras e o quanto esse tunel vai interferir em nossas vidas. É para isso que estamos covocando os moradores para defender nossos direitos.
O Fazendinha é um sub-bairro de Piratininga, assim como o Cafubá. É uma região turística, onde não há construções verticais. Lá era baixo o indice de violencia. Mas não tem violência maior do que a falta de respeito da Prefeitura com os moradores.

DESCASO TAMBÉM COM O JACARÉ

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Professora Valéria Bittencourt, líder comunitária

A líder comunitária Valéria Bittencourt d. “enunciou também o descaso com os moradores do Jacaré. “Os moradores ao obrigados a caminhar por quilometros ara chegar ao ponto de onibus. Para piorar, a Prefeitura retirou o ponto em frente à Moreu Colchões e botou um guarda para impedir a parada. Os moradores tinham que caminhar ainda mais, até o Barravento para pegar um õnibus para o centro”, denunciou Valéria..

Só a ameaça de botar fogo nos onibus levou a Prefeitura a criar uma alternativa para o Jacaré, retornando o ponto anterior. “O ideal é que houvesse uma linha d ônibus que parasse no jacaré, como existe em Itacoatiara, onde mora menos gente e tem demanda menor”.Para Valéria, “há uma inversão de valores nessa politica, pois morador de Itaquatiara raramente anda de ônibus enquanto que no Jacaré quase todo mundo anda em coletivo”.