Rodrigo Neves e Felipe Peixoto (com imagens abaixo) flagrados fazendo propaganda antecipada  e paga

O sonho de se eleger prefeito ou vereador vai acabar para muitos politicos que pagaram para turbinar e dar destaque aos seus nomes ela internet e redes sociais. O TRE do Rio de Janeiro solicitou o Google a relação de pessoas que contrataram serviços para aumentar a audiência, acessos e ficar melhor posicionados nas pesquisas, deixando adversários em desvantagem.
Esta será a primeira leva de infratores da legislação eleitoral. O raduque da conferência será com o CPF de todos que solicitarem registro para concorrer às eleições deste ano. O Google já revelou que retende colaborar e não tem nenhum interesse em proteger ninguém.
Quem for identificado como contratante ou beneficiário do serviço responderá por pratica de propaganda eleitoral antecipada com uso de recursos que jamais poderiam ser contabilizados. Esse tipo de despesa somente poderia ser feita quando o candidato obtivesse o numero do CNPJ de sua campanha, o que somente estará liberado a partir de 15 de agosto.
Quem figurar na lista do Google pode responder por ter cometido crime eleitoral. Se insistir, ainda poderá ser condenado a pagar multa de R$ 25 mil por infração.
Em Niterói, ao que tudo indica, Rodrigo Neves (PV) e Felipe Peixoto (PSB) parecem ter turbinado páginas na internet, contratando serviços, figurando sempre no topo das listas de pesquisas do google. Rodrigo aparece com destaque na wikipedia. Também ocupa espaço pago com fotografia do lado direito do resultado da pesquisas no google.
Em situação pior ainda encontra-se Felipe Peixoto, que ocupa espaço pago, utiliza simbolo de campanha (o polegar sorrindo) e tem até mapa de localização, com característica de anúncio pago.
Jose Seba (Rede), Antonio Rayol (PSDB) e Gege Galido (PSD) não se beneficiaram dos serviços do Google e já disseram que só o farão quando começar o período de propaganda.
O Juiz Coordenador da propaganda, Marcello Rubioli, mandou notificar todos os partidos e candidatos para que cessem a propaganda, sugerindo que pode aliviar a transgressão e só os que descumprirem terão seus nomes enviados ao Ministério Público eleitoral.
Porém, nada impede que partidos e candidatos façam denuncias e apresentem impugnação de candidaturas de quem praticou o delito.