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Pare e pense:
Afinal, os vândalos estão a serviço de quem?

A quem interessa a atuação deles senão aos poderosos e aos que tem medo de ver o povo protestando nas ruas?
Logo, meus amigos, não cansamos de repetir. Os vândalos foram inventados pela polícia de Sérgio Cabral, por Beltrame e incorporados por Dilma e sua tropa. São o mau de que  necessitam.

Só a Polícia não ve nem prende os seu7s vandalos(foto da internet)

Só a Polícia não ve nem prende os seu7s vandalos(foto da internet)

A coisa (as manifestações pacíficas) estava atingindo uma proporção muito séria, o povo estava indo aos milhões, pacificamente, para as ruas protestar contra a classe política e seus governantes. Não havia como conter aquelas multidões que se contagiavam de civilidade de norte a sul, de leste a oeste ao país.
E as manifestações cresciam feito bolo de padaria, aumentavam e se espalhavam até por lugares inimagináveis. Não adiantava pedir que ficassem em casa.  Cada qual tinha sua razão para ir às ruas.
Então, no melhor estilo nazifacista que criou os “subversivos e terroristas” no período da ditadura, os poderosos de hoje inventaram os vândalos e baderneiros. Eram eles mesmos, suas tropas, que se infiltraram nas manifestações para fazer arruaças e justificar que a PM praticasse todos os excessos (não só consentidos como estimulados), jogando bombas, dando tiros (de borracha, mas eram tiros na cara) a ermo. Acabaram por contagiar também um bando de porraloucas e aloprados do Psol e PSTU, presa fáceis.
E deu no que deu:  o povo foi deixando as ruas, parando com as manifestações. Vitória dos políticos e governantes, a tática deu certo, bastava que se patrocinassem (como patrocinam) os aloprados de preto. Repararam que nunca são identificados, nunca são presos preventivamente? É isso mesmo, eles são “de casa”!, fazem a baderna sob encomenda, sem repressão e assim ajudam a espantar o povo das ruas e catalizar o bordão de que “pelos pecadores pagam os inocentes”
Por que “prendem” e soltam os baderneiros com tanta facilidade? Por que seus chefes não são identificados nem suas casas invadidas e reviradas nem com mandado judicial?
Alem de desestimular as manifestações, o uso da força armada tem outro propósito: gastar material (bombas de efeito moral, balas de borracha e spray de pimenta).Para quem não sabe, há uma “indústria da porradaria” no Brasil como há a “indústria da guerra” no mundo. Vale tudo para se vender armas (quimicas, spray de pimenta, gás lacrimogenio etc)  e munição (bombas e balas de borracha), sem licitação por que é urgente.

Todo baderneiro é aliado do governo e da violência que ele pratica. Sobra sempre para o mais fraco. E a intenção é essa mesma, fazer o cidadão de bem ficar em casa, caladinho da silva.

Já assisti a esse filme.

 

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É assustador.

Na Avenida Paulista (SP), nas proximidades da Estação Brigadeiro do Metro, um grupo protesta violentamente contra a democratização dos países árabes.

Nunca julguei que a direita fosse capaz de tal coisa num país democrático, como o Brasil, onde impera a liberdade. É ódio puro. Sem o menor respeito pelos brasileiros, espalharam cartazes horrendos pelo chão, de crianças mutiladas, corpos destroçados, imagem que os veículos de comunicação nos pouparam, pois jornal, revista ou TV não foram feitos para se ter nojo.

E lá estão os órfãos  dos mais sanguinários ditadores do mundo árabe, legitimamente depostos pela população.

Em meio àquele mar de sangue e restos de gente, especialmente crianças, não pedem o fim da rebelião. Querem a volta dos ditadores, como se fosse possível ressuscitar Sadan, Kadaffi e seus filhos.

Entoam cânticos e exalam ódio  contagiante. Vão além: provocam, querem brigar e agredir quem não  aceita o sentido da manifestação nem os meios utilizados. Quem passa por ali não  tem como não enojar. Radicais e intolerantes, não respeitam o sentimento de fraternidade que move o Brasil nessa época. Apenas destilam ódio, numa demonstração de que além de improdutivos  são perigosos.

Peço desculpas a todos que me conhecem. Nunca me imaginei  escrever condenando o direito de manifestação em nosso país. Para chegar a esse ponto, peço que entendam, foi porque a coisa se revelou muito, mas muito muito violenta e incompatível com os nossos foros de civilidade.

Aquela gente ali tem que ser vigiada de perto (que vergonha, meu Deus!, ter que falar isso), pois beira o descontrole a reação, indicando que estão sujeitos a estender ao Brasil o ódio e seus métodos na razão direta dos conflitos no mundo árabe.

 Quero ver o que acontecerá se os que defendem as revolução dos povos árabes baterem de frente com os órfãos da ditadura… e a PM de Sampa tá nem aí. A Polícia Federal parece que está escoltando Papai Noel..

A diplomacia universal impede que exilados participem de atos políticos. Manifestação pacífica, sim, respeitando nossos hábitos. Fazer da Paulista uma esquina de Damasco é que não dá.