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EX-CANDIDATO DISPARA METRALHADORA GIRATÓRIA E AMEAÇA DELATAR GERAL

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Wolney está cusindo fogo

Ao acrescentar mais um “ex” no seu currculo, Wolney se diz usado feito papel higiênico, dos dois lados Trindade saiu da disputa para a Prefeitura de Niterói gastando munição. Não poupou ninguém com sua metralhadora giratória, cuspindo raiva para todos os lados. Ele tinha como certa a vitória, considerando a elevada rejeição de Rodrigo Neves e a falta de experiência dos demais candidatos.

garotinho

Ex-governador Anthony Garotinho, dono do PR no RJ, preferiu ajudar Rodrigo Neves

Fizeram uma sacanagem comigo. Eu estava quieto no meu canto, não queria mais saber de política. Ofereceram-me muitos partidos, mas depois recuavam. Estive com o pé no PTB, mas o partido foi “comprado” pelo prefeito. Até que apareceu o PR, de Garotinho.

Antes de mergulhar de cabeça no PR, l Wolney ouviu as bases, buscou conselhos e até apoios político-financeiro. Botou uma casa pra vender para levantar recursos. Filiou-se ao PR e caiu em campo anunciando suas metas e prospetos. Empenhou-se em formar uma chapa para a Câmara Municipal.

Na qualidade de tocador das obras de Moreira Franco na cidade, Wolney tinha em mente concluir o que ficou faltando, a duplicação das estradas, a revitalização do Centro, prometida pelo PT e que não saiu do papel, a construção da Linha Azul.

Prometeu lutar contra a construção do Hipermercado Mundial na Rua Mário Viana, escaldado que estava acerca dos transtornos que o Supermercado Guanabara causou ao trânsito no Centro. “A Mário Viana não comporta um hipermercado. O trânsito ali vai parar, especialmente as linhas de ônibus que descem de Pendotiba e Piratininga. Curioso é que a licença do Guanabara foi dada num governo do PT, por Godofredo; e o do Mundial pelo petista Rodrigo Neves”.

Wolney acha que o partido foi negociado com Rodrigo, de modo a não lançar candidato e a apoiá-lo desde já. Ele não sabe onde vai enfiar a cara. “Fiz muitas reuniões, firmei compromisso, me comprometi com candidatos a vereador, tava vendendo uma casa, o carro e tudo para bancar a capanha. O que eu digo a esses apoiadores? Foi uma decepção muito grande parta mim e os eleitores, que ficaram sem opção – completou.

O ex-deputado ainda não sabe o rumo que irá tomar. Está desnorteado, aturdido, acusou o golpe. “Estou nocauteado, fui apunhalado pelas costas. Estou me sentindo um papel higiênico usado dos dois lados, sem reação, com nojo dos donos dos partidos”.

 

 

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garotinho na tribuna

Garotinho, vitima de satanização pela Rede Globo (foto da internet)

Já perceberam como o jornalismo da Rede Globo tem tratado o ex-Governador Anthony Garotinho? Na base do esculacho, manipulando os fatos, como  é de praxe. Mas tá indo longe demais. Toda noticia sobre Garotinho é para denegrir, expor ao ridículo. É evidente que a intenção é criar embaraços à candidatura de Garotinmho  em 2014, criar  um pano de fundo de modo a influir na vontade do eleitor, que o coloca  como o preferido nas pesquisas.

Na edição de ontem (14/05) do Jornal Nacional, a Globo albericou*  de vez na matéria sobre a votação da MP dos Portos. Permitiu que Ronaldo Caiado (lembram dele?) chamasse Garotinho de chefe de quadrilha. Na resposta do ex-governador, publicou apenas um segundo da fala de Garotinho, respondendo “ não me ofende você me chamar de quadrilheiro…”

Ocorre que o jornalismo global cortou a frase no meio, eliminando  o principal “porque não sou”. Por que a Globo fez isso com a noticia? Divulgou qwue Garotinho admitia ser chefe de quadrilha para todo país, quando na verdade ele disse que não era.

Qual a intenção da Rede Globo com esse proceder?  Isso não é jornalismo, mas campanha de satanização,  difamação de pré-candidato, o que é vedado pela lei e que prevê pesadas multas.

Não me surpreende. Enquanto o sistema Globo faz vistas grossas para o descaso com a saúde (quando chega a noticiar, faz matérias nas prefeituras cujos titulares apoiam Garotinho, no maior estardalhaço), a educação e os estupradores que comprometem a imagem do Rio mundo afora.

Mas, como dizia o desocupado Roberto Pavão, que assombrava a Rua do Crespo:  “é só a cabecinha”. Vem mais perseguição por ai se a Justiça não botar um freio nesse falso jornalismo.

*Albericar – neologismo de imprensa, derivado do nome de Alberico Souza Cruz, diretor geral de jornalismo da Rede Globo na época do debate Collor x Lula, em 1989.

O próprio Boni, vice-presidente da rede, admitiu que Alberico manipulou as matérias sobre a repercussão do debate, dando a entender que Collor massacrou Lula, um despreparado para a Globo. Na época, Alice Maria era diretora-executiva  e Armando Nogueira do jornalismo. Ela mandou repetir no JN uma matéria do Jornal hoje. Alberico interferiu, pediu uma edição manipulada. Armando Nogueira não topou (dias depois sairia da emissora) e Alberico em pessoa caiu pra dentro, como se diz. Ele mesmo editou a manipulação.

 Desde então, quando  se quer dizer que uma matéria foi manipulada para prejudicar ou beneficiar alguém,  utiliza-se o verbo albericar. Hoje, Alberico Souza Cruz, na Rede TV, admite que manipulou não só aquelas, mas todas as noticias no jornalismo da Globo. Com a queda de Collor, ele perdeu prestigio na rede.

Por sinal, a discordância de Boni foi divulgada até no livro “Jornal Nacional, a noticia faz história (que não foi editado pela Globo) e rebatida por Roberto Marinho e  de  João Roberto Irineu