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VEREADORES QUEREM SABER ONDE, QUANDO E COMO JRS TORROU R$ 265,6 MILHÕESJORGE

O ex-prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira (foto acima), vai ter que beijar muitas mãos se quiser que a Câmara de Vereadores aprove suas contas, rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado, envolvendo um rombo de  R$ 265.634.430,28,

Se a votação fosse hoje, Jorge Roberto seria condenado pela Câmara, pois essa é a tendência dos vereadores da base de sustentação do atual prefeito. Rodrigo Neves quer alijar JRS da política de Niterói. Para tanto pega carona no descontentamento geral dos vereadores.

– Você acha que eu votaria  a favor de Jorge Roberto, um homem que governou de costas para a Câmara? – questiona um ex-aliado do governo passado.

Essa é a tendência geral, pois a insatisfação é grande. Rodrigo Neves nem precisa pedir tal o nível de insatisfação. A rigor, JR só contaria com dois votos, do líder do PDT, Renato Carielo e de Tânia Rodrigues, que postula retornar à Alerj pela legenda de Jorge Roberto.

O maior líder político de Niterói nos últimos tempos vai ter que fazer caminho fundo pelos corredores da Casa se quiser o apoio dos vereadores  e até para  evitar que seja convocado para dar explicações sobre onde foram parar os  R$ 265.634.430,28    gastos sem comprovação, segundo a auditoria do TCE/RJ.

Ainda que Rodrigo Neves pedisse para a Câmara aprovar as  contas de Jorge (seria mais fácil um tcamelo passar  no buraco da agulha do que isso acontecer), os vereadores diriam  não. Ninguém quer perder o gostinho de tirar o sossego de JR.

Essa novela promete. E o voto não é mais secreto, graças a uma lei do vereador Gallo

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A VERDADE SOBRE AS ELEIÇÕES EM NITERÓI

 Felipe Peixoto é um marco na política de Niterói, tal qual Jorge Roberto o foi em 1982. Essa é a única semelhança entre eles.
Agora, é a vez de Felipe, com novas idéias e visão humanística, dar início à construção  de uma Nova Era em Niterói, uma nova etapa de prosperidade e conquistas. Com Felipe,  a História será outra,  tenho certeza

Que defeito Felipe tem?

Receber o apoio de Jorge Roberto Silveira não é defeito. Ademais, Rodrigo Neves e Sérgio Zveiter já mendigaram esse mesmo apoio. Já os vi desesperados para ter a glória de posar ao lado de Jorge Roberto, enquanto Felipe iniciava sua trajetória política alheio a toda aquela bajulação.

Se tem alguém dentre os candidatos mais citados que não desfrutava do “petit comité” de Jorge Roberto, Mocarzel, Pitanga e outros mais era Felipe Peixoto. E não desfruta.

Rodrigo Neves era o preferido de Jorge. Fez das tripas coração para que o PT o indicasse  vice-prefeito de Jorge Roberto, que – por sua vez – investiu tudo para que o escolhido fosse Rodrigo, em 2002. Deu Godofredo, numa disputa como nunca se viu. Rodrigo foi chorar no sexto andar e Godofredo festejava no boteco da esquina.

E Felipe Peixoto navegando da obra social do pai, da beira da Lagoa de Piratininga a Icaraí, alheio à babaovice e beija-mão do gabinete.

Agora, quando conquistou por seus próprios méritos e esforços o direito de ser o candidato a prefeito pelo PDT, é apontado como o candidato de Jorge, a continuação de Jorge. A continuação, quiçá, seriam os baba-ovos Rodrigo e Zveiter, pois uma vez puxa-saco, sempre puxa-saco.

O preferido de Jorge nunca foi Felipe Peixoto. Era Comte Bittencourt, sabidamente um político parasita, que cultiva o ódio e persegue pessoas. Jorge nunca apoiou Felipe Peixoto para sucedê-lo, teve que engolí-lo. Depois do namorico com Rodrigo, a quem ajudou a se eleger deputado estadual (tirando inclusive Gallo da disputa), e Godofredo, de quem fez Prefeito da cidade, Jorge Roberto apostou tudo em Comte Bittencourt. Jogou pérola aos porcos.

Deu a Comte quatro secretarias, que ele pode manobrar e obter votos para sua reeleição a deputado estadual: Educação, Fundação de Educação, Neltur e Esporte e Lazer, além de uma grossa fatia da Secretaria de Saúde. E nada a Felipe Peixoto.  Fez mais agora pouco: deu a Comte o comando do governo municipal, de modo que pudesse se impor como legítimo indicado para sucessão de Jorge Roberto. Felipe ganhou duplamente: sem a máquina, teve mais votos que o maldoso  Comte para deputado e venceu a disputa para ser o indicado,recusando ser vice, O bem venceu o mal. Derrotado e humilhado, Comte pega carona no prestígio de Felipe mirando em 2014, na ilusão de que poderá escapar dos efeitos que macularam o governo de Jorge Roberto, que ele mesmo, Comte Bittencourt, ajudou a produzir. Na hora certa nós lembraremos ao povo…

Depois de vencer por seus próprios méritos um rolo compressor terrível, não é justo que se diga que Felipe Peixoto é o candidato de Jorge Roberto.  Felipe é o candidato dele mesmo, de  uma cidade, que o adotou, viu crescer e agora o quer Prefeito.

Felipe Peixoto é outra história! No primeiro turno.