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Atenção consumidores dos produtos da tradicional fábrica de frios e  embutidos Ceratti.

Tem um golpe novo na praça:  depois de fazer fama pela excelência de seus produtos, a Ceratti criou uma linha de péssima qualidade para competir com mortadelas chamadas de “baixa-renda”, de gosto discutível.

No Extra de Itaipu, a fraude para vender gato por lebre. Afirmam que é Ceratti tradicional com preço de  mortadela de segunda linha.

No Extra de Itaipu, a fraude para vender gato por lebre. Afirmam que é Ceratti tradicional com preço de mortadela de segunda linha.

No Extra de Itaipu/Niterói/Rio de Janeiro (Shopping Multicenter), está sendo vendida fatiada em pedaços grandes como a deliciosa Ceratti uma mortadela de qualidade inferior chamada Bambina. Ao que tudo indica, a loja conseguiu as embalagens com a logomarca Ceratti,  que tanto caracteriza produtos de altíssima qualidade,  com o próprio fabricante.

Diante da suspeita do consumidor habituado a pagar mais caro pela mortadela Ceratti tradicional, a loja do Extra garante que é “Mortadela Ceratti Tradicional, só que na hora de etiquetar a embalagem o funcionário errou o código, imprimindo o preço da mortadela Bambina”, em torno de R$ 10,00 o quilo, quase quatro vezes mais barata, mas que a loja garantiria assim mesmo a compra de quantas embalagens o cliente pudesse levar. Ficaria supostamente no prejuizo. Diante dos argumentos, as pessoas enganadas  enchiam os carrinhos, pensando estar levando vantagem.

Na propaganda da Bambina o nome Ceratti nem aparece

Na propaganda da Bambina o nome Ceratti nem aparece e no Extra é vendida como a tradicional

Aconteceu comigo. Primeiro, suspeitei de produto vencido. Resolvi só levar três peças e confiar na validade informada, longe de vencer.  Como estivesse embalada a vácuo em papel laminado sequer senti o cheiro característico da apetitosa Ceratti. Ainda assim, resolvi fotografar o produto no próprio caixa, pressentindo que havia mutreta.

Só fui dar pelo engodo no domingo, depois que as crianças e visitas devoraram uma peça e meia. Na minha vez, constatei que aquilo não era a mortadela que estava habituado (quando o dinheiro dá) a comprar no Freeport a R$ 38,00 o quilo.

Ao “denunciar” à Ceratti, fiquei sabendo que a tal Bambina é fabricada pela empresa. Era uma Ceratti tradicional com preço de  mortadela de segunda linha. Pelo sim, pelo não, decidi não confiar mais na Ceratti e evitar o consumo do que ela fabrica.

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CUSTOS SÃO MENORES E O LUCRO AUMENTOU MAIS DO QUE COM REAJUSTE

Os empresários de Niterói  manobram  para burlar a redução nos preços dos ônibus na cidade. Através de uma prática batizada de “fazer tarifa nos ônibus”, os empresários reduziram a  frota, transportando em um  só veículo o que deveria ser levado por até cinco coletivos. A situação afeta mais os bairros da Região Oceânica de Niterói, onde há um monopólio. O tempo de espera aumentou e os ônibus trafegam superlotados, às vezes tendo que  deixar passageiros nos pontos.

Menos ônibus e mais passdageiros

Menos ônibus e mais passageios

Tudo para compensar o reajuste perdido. As empresas suprimiram alguns horários de modo que possam transportar mais passageiros por ônibus.  Na Região Oceânica, em que as  viagens são longas e demoradas, passageiros  se acumulam nos pontos à espera da condução. Os passageiros são constantes, mas os ônibus  raros. Há com  isso uma economia  com combustíveis, motorista, cobrador e manutenção e o faturamento por ônibus triplica. AQ Prefeitura não fiscaliza os horários.ONIBUS3

Os empresários estão provocando a população e desafiando as autoridades. É preciso mais rigor na fiscalização dos horários. Isso é fácil fazer, já que todo sistema está informatizado. Basta verificar quantos ônibus deixaram de operar pelas empresas. Pelo sistema atual, é possível até saber o nome dos passageiros transportados se estiverem usando o  Riocard, quanto mais identificar e provar a fraude

A situação também abrange as linhas intermunicipais, de concessão estadual, que ligam os municípios da região.  Viajar de Itaboraí, Maricá e São Gonçalo para Niterói, que era um tormento, ficou insuportável. Graças  à exclusividade nas linhas, os passageiros acabam virando refém das empresas. Como não há alternativa nem ônibus, resta se submeter à manobra das empresas.

-Se for para  ser assim, a passagem teria que custar muito menos. O passageiro se sacrifica em viajar feito sardinha em lata para  pagar a mesma tarifa, quando esta deveria ser proporcional à quantidade de pessoas transportada por viagem.