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Segredo está na atuação vigilante da Câmara Municipal

Niterói é o o único município do Estado do Rio que não mergulhou em crise na transposição de governo. Não que o prefeito Rodrigo Neves tenha sido competente. Muito pelo contrário. O sucesso de Niterói está na competência da CÇamara Municipal. Entra governo, sai governo, Niterói mantém a estabilidade. Enquanto outros municípios amargam salários atrasados, cofres vazios, divida de mont e salários atrasados, Niterói parece navegar num oceano de tranquilidade.

Reportagena da grande impressa mostram o estado caótico de todas as cidades ao redor de Niterói. Culpa apenas e não falam da co-autoria dos vereadores da cidade. Em Niterói, os vereadores trabalharam de olhos bem abertos, vigilantes na fiscalização do prefeito, o que impede que a cidade seja mal administrada. Quem define bem isso é o decano dos vereadores, Luiz Carlos Gallo, Primeiro-Secretário da Mesa e atualmente licenciado.

– Os vereadores de Niterói tem ética, compromisso com a cidade. É essa ética, que está no consciente de cada vereador,   que possibilita à Câmara manter com braço forte a administração pública. Observe que cada presidente que assume a Mesa Diretora lidera seus pares tendo em vista o interesse público. Foi assim com Zé Vicente, Comte Bittencourt e agora com Paulo Bagueira, quando números prefeitos passaram sem que  na transição de um governante para o outro fornecedores e funcionários ficassem sem receber. É certo que Rodrigo Neves está fazendo um excelente governo e isso facilita nosso trabalho.  Dói ver tanta gente sofrendo em outras cidades, mas em Niterói nós fizemos a coisa certa e o resultado todos estão vendo.

Entra ano, sai ano, a Câmara de Niterói tem sido o esteio para o sucesso das administrações municipais. Entra prefeito, sai prefeito e a cidade se mantém estável e saudável.

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ail – Paulo Freitas – Outlook

Iniciativa do vereador Renato Carielo visa melhorar  relação com a comunidade

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Vereador Renato Carielo promove  a audiência (foto da internet)

A Câmara Municipal de Niterói vai promover na proxima segunda-feira (30/05), às 18h30min, audiência pública para debater os problemas dos moradores da Fazendinha e Cafubá, na Região Oceânica, decorrentes das obras dos túneis dos ricos, ligando Piratininga a Charitas e da Transoceânica e seu BRT.
A iniciativa é do vereador Renato Carielo (PDT), na esperança de reunir sugestões e estabelecer prioridades. Os moradores estão desconfiados pois inúmeras outras audiência púbicas foram realizadas na comunidade, na AABB, documentadas em vídeo e nada se concretizou. “Nenhuma das promessas feitas pelas autoridades se concretizou. Nosso bairro foi tomado de assalto, as ruas destruídas e sem perspectivas de melhoria”, queixou-se recentemente Larissa Viot, integrante do movimento Vizinho Solidário.
– Esperamos que seja pra valer, que as coisas comecem a acontecer no dia seguinte à reunião. Temos uma pauta de reivindicações que só cresce, pois todos os dias são identificados problemas e mais prolemas. Os moradores da Fazendinha e Cafubá não foram considerados nessas obras e é natural que estejam revoltados – informou a professora Valeria Bittencourt, que ajuda o movimento.
A expectativa de insegurança é um dos principais problemas e os moradores acreditam que por Renato Carielo ser oficial da PM uma solução pode ser encontrada imediatamente.
Além do vereador Carielo deverão participar do encontro autoridades municipais de diversos setores diretamente envolvidos nas questões do Cafubá. A entrada é franca.

TUNEL DOS RICOS
A ligação Charitas-Cafubá está sendo chamada de “Tunel para Ricos”, uma vez que não beneficia a população dos bairros da Zona Norte, Cubango, Santa Rosa, birros de Pendotiba, Cachoeira, Várzea das Moças, Rio do Ouro ou Maria Paula, que possuem opções próprias de acessi à Região Oceanica.
O pior de tudo é a construção do BRT Transoceânico, ligando o Engenho do Mato a terminal de barcas de Charitas. Salvo quem morar nas proximidades das estações, os moradores da região terão que usar as atuais linhas de onibus que servem à região para fazer integração com o BRT, e embarcrar ou desembarcar na Estação Charitas das Barcas, que cobra tarifa três vezes maior do que o percurso Praça 15-Araribóia, no Centro de Niterói.
As opções de acesso aos bairros da Região Oceânica nao passam pelos tuneis e são as seguintes: Estrada Sapê-Caramujo e Estrada da Fazendinha, ambas interligadas à Rodovia Amaral Peixoto (RJ 104), que atende aos moradores do Barreto, Fonseca, Engenhoca, Maria Paula, ila Progresso, Largo da Batalha, Cantagalo, Parque da Colina, Matapaca. Ainda resta a opção de subir a Estrada Alarico de Souza, pela Ititióca, que atende a parte do Fonseca, Cubango e Santa Rosa
Os moradores do Vital Brasil, Santa Rosa, Viradouro, Beltrão, Souza Soares, Pé Pequeno, Jardim Icaraí possuem como alternativa a Subida da Garganta até o Largo da Batalha, local em que desembocam estradas para várias ligações.
Os tuneis que mergulharam Niterói numa dívida fantástca, vaiservir apenas para quem quer pegar barcas em Charitas (e pagar rês vezes mais por isso),ara quem mora em Icaraí, São Francisco, Charitas e Jurujuba irem para Piratininga e Camboinhas. Mesmo os moradores daqueles bairros que pretendam ir aos bairros de Pendotiba os tuneis não serão a melhor opção.

PREFEITO PODE DORMIR TRANQUILO.

Bgueira será apenas candito a Vereador

Bagueira só quer saber de sr vereador

O presidente da Câmara de Niterói, Paulo Bagueira, não é e nem será candidto a Prefeto em hipótese lguma, contrariando quem torcia fervorosamente para que disputasse o pleito majoritário.
“Bagueira não só desmente como desutoriza a veiculação do seu nome em especulações. Ele é candidato apens a vereador e est´empenhado e formar uma nominta para eler, no mínimo, cinco vereadores” contou sua assessorria.

Presideente do Solidariedade não diz que sim, mas também não nega

Paulo Bagueira está bem nas pesquisas

Paulo Bagueira está bem nas pesquisas

O jornal EXPRESSÃO OCEÂNICA qu circula na próxima semana publicará reportagem dando conta de que o vereador e presidente da Câmara Municipal de Niterói, Paulo Bagueira, poderá ser lançado candidato a prefeito da cidade. Conta a seu favor pesquisa de opinião indicando que é grande a rejeição ao nome do prefeito Rodrgo Neves e ao Partido dos Traalhadores..
O primeiro sinal de insatisfação da base ccom o prefeito já foi dado: a pauta da Camara está trancada, não se vota nenhuma matéria de interesse do preeito. Quem tira proveito da situação é o vereador de oposição Bruno Lessa, que aroveita para encher a pauta com “Requerimentos-Bomba”.O ambiene é profícuo para emplacar proposições que obriguem o prefeito a prestar esclarecimentos sobre asuntos ocultos sigilosos, ocultos do público.

BAGUEIRA DESCONVERSA
Paulo Bagueira não confirma nem nega, disse apenas que está “na bae de aoio ao governo, no momento preocupado em montar a nominata de candidatos proporcionais. Coo presidente do Solidariedade de Niterói é essa a minha preocupação no momento”, informou por intermédio de sua assessoria.Reparem que sequer o nome de Rodrigo Neves parece no texto. Bagueira fa referência apenas ao governo.
Mas a pressão é grande, Insatisfeita, a base está disposta caminhar com Bagueira. Tanto que apóia integralmene o trancaento da pauta.
Para o líder do governo, vereador Gallo, “trata-se de uma especulação sem pé nem cabeça, rebedia de momento. Logo, logo tudo se ajeita, a base estará unida em torno de Rodrigo. Mas se você quer sber (o repórter), PBagueira é um nome ue honra e dignifica a cidade e possui todas as credenciais para ser prefeito. Mas agora é hora de da a Rodrigo condições de acabar a obra qu começou”.

CCJ DE NITERÓI  IMPEDE  BANCO QUE FINANCIA DEFICIENTES E RECURSO AO PLENÁRIO PODE DEVOLVER ESPERANÇA  A QUEM PRECISA

Caberá ao plenário da Câmara de Niterói julgar recurso interposto pelo Vereador Gallo, autor do projeto que criria o Banco da Acessibilidade, destinado a financiar a compra de equipamentos, próteses e até financiar projetos de inclusão do deficientes no mercado de trabalho. Ao ser submetido à Comissão de Constituição e Jusstça – CCJ – da Câmara Municipal, o projeto de lei recebeu parecer contrário do relator, vereador Rodrigo Farh, aprovado pela unnimidade dos seus membros.
Gall: – O banco é para financiar deficienes e não para distribuir dinheiro sem volta

Gall: banco é para  financiar deficienes  e não para distribuir dinheiro sem volta

Gall: banco é para financiar deficienes e não para distribuir dinheiro sem volta

– O p1rojto é semelhante a uma lei de minha autoria, quee crriou o Banco Popular de Niterói, que financia pessoas de baixa renda. A idéia e crriar um organismo que ajude as pessoas com deficiência a montar um negócio próprio, adquirir equipamentos (cadeira de rodas eletronica, máquinas e instruentos de robótica, entre outras) podendo atender a todo tipo de neessidade. . A CCJ, o invés de opinar sobre a onstitucionalidade e juridicidade do meu projeto, apenas foi ontra, impedindo a sua tramitação -dise Gallo.
Ao apresentar recurso ao plenário, Gallo disse ter certeza de que o parecer da CCJ será reformado. “A vda já é tão dura para as pessoas com deficiênia e cabe a nós minimizar os roblemas que elas enfrentam. Toda ação que causa embraço à vida dos deficientes tem que ser combatida. É isso que estou fazendo, lutar até o fim para o projeto ser transformado em lei”, completou
Pela segunda vez Gallo apela para um recurso
Pela segunda vez Gallo apela para um recurso
A idéia cenral do rojeto é financiar os deficientes de Niterói. “Não estamos falando de doações, mas, sim, de emréstimo a pessoas ue precisam mais ue as outras, dinheiro esse que volará aos cofres públicos para manter o sistema em uncionamento. Não é doação. Preetendemos ue o banco da Acessibilidade financie o deficiente qqu queir montar uma pequena indústria, um comércio ou emresa de prestação de serviço. O banco também poderia dar fiança para aluguel, aquisição de equipamentos mais avançado e até vigens ao exterrior para tratamento de sade. Trata-se de um projeto plural, que deu muito trabalho para ser elaborado, demandou pesquisas para morrer assim numa canetada da CCJ. Como acreedito na boa vontade do conjunto de vereadores, estou recorrendo a eles”, finalizou.
Caberá ao presiente Paulo Bagueira colocar o recurso em votação. Esta semana, odos os vereadores rceberam c´pias do recrsos, para qu pudessem estudar com antecipação. Esta é a segunda vez que Gllo apela ao plenário para que um projeto de sua autoria siga em frente. O outro foi contra parecer da mema CCJ, que tenta vetar a lei que obriga o uso de colete por condutores e caronas de motocicletas. O recurso ainda não foi à votação

SUPLENTE ENTROU DE GAIATO  NA MORTE DE LÚCIO DO NEVADA –

Carlos \macedo a direita) com seu advogado, Paulo Ramalho - Foto de O Fluminense na internet

Carlos Macedo (à direita) com seu advogado, Paulo Ramalho – Foto de O Fluminense na internet

A ultima Audiência de Instrução de Julgamento que apura o assassinato do vereador-eleito Lúcio do Nevada, em outubro de 2012, em Niterói, deixou duas evidências fortissimas no ar: o processo que corre na Justiça é completamente diverso do noticiário produzido pela imprensa e reproduzido na internet; e que Carlos Macedo, primeiro-suplente de Nevada, entrou de gaiato no navio.

Fazendo lembrar o episódio da Escola Base, ocorrido há 20 anos em São Paulo, o processo contra Carlos Macedo, acusado de ter sido o mandante do crime, nada consegue provar. Não existem gravações que envolvam o vereador na trama, nem confissões e provas, tampouco gravações que o envolvam. Até um susposto rastreamento de telefonema que o delegado disse ter sido feito do interior da Câmara não ficou provado. Poderia ter sido até do gabinete de algum juiz, pois o Forum de Niterói fica na mesma área geográfica indicada pela operadora do sinal do celular, cujo numero foi fornecidopela viúva de Nevada.
Restou provado, portanto, que não houve quebra de decoro por parte de Carlos Macedo ou que a trama tivesse sido feita em seu gabinete. Ainda assim, o legislativo procura chifre em cabeça de burro para tentar cassar o mandato de Carlos Macedo, embalado pela campanha à la “Escola Base” que pode custar muito caro ao município.
Carlos Macedo, com quase 30 anos de vida pública, foi linchado pela imprensa abastecida por um delegado que não conseguiu provar nada em seu depoimento perante à Juiza. Não há firmeza nas acusações, não se apresentou provas e até as testemunhas arroladas pelo Ministério Público nada disseram sobre a participação do suplente na morte do titular. Muito pelo contrário, não o ligaram ao crime.
No âmbito do Legislativo outra alternativa não resta senão concluir que nada restou provado sobre falta de decorro, se até em plano criminal o processo caminha para a exclusão de Macedo da denuncia.
O que existe em abundância são contradições entre o que existe nos autos e o que foi publicado pela imprensa. Há pontos obscuros que nunca foram investigados, como milionárias apólices de seguro em favor da viúva de Nevada e a compra por Nevada de uma empresa que logo depois venceu uma concorrência milionária para prestar serviços à Petrobrás.

AFINAL, QUEM MATOU LUCIO DO NEVAD???

AFINAL, QUEM MATOU LUCIO DO NEVAD???

Porém, o depoimento mais ridículo foi o da viúva, dizendo que o assassino ligou várias vezes para a casa dela procurando Lúcio sugerindo ser ameaças e que gravou bem o número do celular que pertence a um dos acusados.
Quanta inocência para um matador profissional, dar pistas de que pretende matar alguém…
Como todo crime tem uma motivação, mais fácil foi montar uma farsa em torno de Carlos Macedo, beneficiário direto, além da esposa e os sócios da empresa que Lúcio comprara.
Desde longe, conhecendo a trajetória de Macedo, duvidei que fosse capaz de matar alguém, quanto mais o titular de um mandato eletivo se ele mesmo seria o “todo poderoso” da administração municipal.
O que está claro é que Carlos Macedo além de não participar não usou a Câmara para incorrer em falta de decoro. Se amanhã ficar provado que algum assessor porralouca está envolvido, que culpa ele tem? Demita-se o funcionário, que traiu a sua confiança de quem necessitava para trabalhos legislativos.
Como cassar Macedo se nem a Justiça o fez? Como o condenar se não houve trânsito em julgado? Como provar sua culpa se nem provas existem nos autos?

VEREADORES QUEREM SABER ONDE, QUANDO E COMO JRS TORROU R$ 265,6 MILHÕESJORGE

O ex-prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira (foto acima), vai ter que beijar muitas mãos se quiser que a Câmara de Vereadores aprove suas contas, rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado, envolvendo um rombo de  R$ 265.634.430,28,

Se a votação fosse hoje, Jorge Roberto seria condenado pela Câmara, pois essa é a tendência dos vereadores da base de sustentação do atual prefeito. Rodrigo Neves quer alijar JRS da política de Niterói. Para tanto pega carona no descontentamento geral dos vereadores.

– Você acha que eu votaria  a favor de Jorge Roberto, um homem que governou de costas para a Câmara? – questiona um ex-aliado do governo passado.

Essa é a tendência geral, pois a insatisfação é grande. Rodrigo Neves nem precisa pedir tal o nível de insatisfação. A rigor, JR só contaria com dois votos, do líder do PDT, Renato Carielo e de Tânia Rodrigues, que postula retornar à Alerj pela legenda de Jorge Roberto.

O maior líder político de Niterói nos últimos tempos vai ter que fazer caminho fundo pelos corredores da Casa se quiser o apoio dos vereadores  e até para  evitar que seja convocado para dar explicações sobre onde foram parar os  R$ 265.634.430,28    gastos sem comprovação, segundo a auditoria do TCE/RJ.

Ainda que Rodrigo Neves pedisse para a Câmara aprovar as  contas de Jorge (seria mais fácil um tcamelo passar  no buraco da agulha do que isso acontecer), os vereadores diriam  não. Ninguém quer perder o gostinho de tirar o sossego de JR.

Essa novela promete. E o voto não é mais secreto, graças a uma lei do vereador Gallo

RENATÃO dfo Quilombo Grotão (à direita)) assumiu no lugar de Paulo Eduardo, que pediu licença

RENATÃO do Quilombo Grotão (à direita)) assumiu no lugar de Paulo Eduardo, que pediu licença para viajar à Europa

Dois suplentes foram empossados como vereadores na tarde de segunda-feira (04/11) na Câmara de Niterói Alberto Luiz Guimarães Iecin, o Betinho, do Solidariedade (SDD); e José Renato Gomes da Costa, o Renatão do Quilombo, do PSOL. Betinho assume em lugar de Tânia Rodrigues (PDT), que pediu licença para ocupar a Coordenadoria Municipal de Acessibilidade; e Renatão ocupa a vaga deixada por Paulo Eduardo Gomes (PSOL), que foi participar de evento político na Europa, ficando fora do Legislativo pelo menos durante 30 dias. Com a nova movimentação o SDD passa a ser a maior bancada da Casa, com quatro votos.

Betinho, 46 anos, é Economista, casado e pai de três filhos. Já foi vereador e  presidente da extinta Niterói Trânsito e Transportes (Niter) durante o governo passado. Na última eleição obteve 2.793 votos pela legenda do PDT. “Minha meta é focar a prática esportiva como instrumento de ressocialização das crianças e dos jovens. Aqui em Niterói comecei o projeto Viva Vôlei com sete crianças e hoje atende a mais de 15 mil em todo o país”, disse Betinho. 

Milton Cal (à esquerda), líder do governo, prestigiou a posse de Betinho (à direita)

Milton Cal (à esquerda), líder do governo, prestigiou a posse de Betinho (à direita)

Já Renatão do Quilombo, também aos 46 anos, é iniciante no Legislativo. Ele assume pela primeira vez com compromisso de olhar para o social. “Meu avô foi escravo e veio do Sergipe para trabalhar na Fazenda Engenho do Mato, na Região Oceânica, na década de 20. Após a falência da fazenda, em 1948, ele recebeu um pedaço de terra no Engenho do Mato e três mil mudas de banana. Hoje já estamos na quinta geração da família”, conta Renatão.

“Receber dois novos companheiros é muito positivo. Substituir Tânia e Paulo Eduardo não é tarefa das mais fáceis, mas ambos terão de todos os funcionários, do conjunto dos vereadores e da Presidência da Casa em particular, o apoio necessário para o bom desempenho de suas funções”, ressaltou Bagueira. Participaram da posse conjunta no Gabinete da Presidência, além de amigos e familiares dos dois novos vereadores, os colegas Milton Cal (PP), Andrigo de Carvalho (SDD), Bruno Lessa (PSDB), Luiz Carlos Gallo (PROS) e Henrique Vieira (PSOL).

 Tem muitas coisa absurda no caso em que o Vereador Carlos Macedo é acusado de mandar matar Lúcio do Nevada, titular do mandato a quem substituiu na Câmara de Niterói.

Muitas perguntas me perseguem: por que Macedo, que já foi suplente em outras eleições no começo da carreira nunca precisou recorrer a esse expediente de eliminar as pessoas que estavam à sua frente?

Carlos Macedo, foto da internet

Carlos Macedo, foto da internet

Por que um político que foi o fiel da balança para a eleição do prefeito da cidade, que pulou de lado, trouxe outros companheiros eleitos e suplentes, com poder de escolher o cargo de maior expressão que quisesse no governo de Rodrigo Neves, precisaria mandar matar alguém para ser apenas um vereador?

Como alguém com reconhecido como lobista de confiança de vários segmentos, capaz de manter o prestigio até sem o mandado, teria razões para mandar matar? Mais que isso: Macedo nunca teve a violência em seu histórico…

Qualquer posição que ocupasse no Executivo, Macedo continuaria a despachadoria que fazia enquanto vereador. Não deixaria o Legislativo, onde sempre se portou com valor e honradez, só não teria cargo  eletivo.

Para mim, quem desgraçou a vida de Macedo foi Rodrigo Neves, que imediatamente após a posse deveria tê-lo nomeado para seu escalão, como ficou acertado por ocasião do “vira-casaca”, em que Macedo deixou de apoiar Felipe Peixoto.

E Macedo foi burro ao aceitar a liderança de um governo que lhe virou as costas. De um cargo na Prefeitura, somado ao prestígio que angariou com Rodrigo Neves, poderia manobrar tudo na Câmara, do mandato do suplente à liderança e presidência da Comissão, posto tenho ele na condição de móveis e utensílios da Casa Legislativa.

No Caso Macedo (ou Caso Nevada, como tratam alguns) há mais dúvidas do que certeza, que deveriam beneficiá-lo. Tudo parece indicar que há uma má vontade com Macedo, mostrando que pelo menos para seus “ex-amigos” e opinião pública ele já foi condenado.

 Tem uma pergunta que não quer calar. Por que Rodrigo Neves não estende a mão ao amigo Macedo? Por que não o livra do linchamento moral em que está: Por que não lhe dá o prometido cargo do seu staff, agora que Macedo está solto? Por que? Por que?

É amigos, são muitos porquês