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É A CONCLUSÃO DO PARECER DO RELATOR SÉRGIO ZVEITER, ACEITANDO AS DENÚNIAS DE JANOT

ZVEITER

Sérgio Zveiter abre caminho para afastar temer

No que depender do Deputado Federal Sérgio Zveiter, relator da CCJ da Câmara, a casa deve sim autorizar que o presidente Michel Temer responda ao processo aberto no Suprem Tribunal Federal.

Ontem, o relator – que já tinha opinião formada a respeito do tema-concluiu seu parecer, tendo inclusive uma assessoria ilustre, a do pai, o ex-Ministro Waldemar Zveiter, que já foi presidente do STJ e é considerado um dos juristas mais notáveis do Brasil.

Como vai ter que ler o parecer no plenário da CCJ, Sérgio Zveiter não se deteve a “encherão de linguiça”. Quem leu a minuta do relatório disse que “é sucinto, mas uma verdadeira tese de direito, que alerta para a independência entre os poderes da República e diz que os argumentos e provas apresentados pelo Procurador-geral, Rodrigo Junto, são da mais alta gravidade. ”

Deputados da CCJ favoráveis ao processo, citam que o próprio Michel Temer, no discurso em e que gritou “não renunciarei”, salientou eque queria ser processado pelo STF, dizendo ser o local ideal para provar sua inocência.

Agora, a julgar pelo esforço que depreende para impedir o processo, percebe-se que Temer mentiu. De movo.

 

 

A

 

 

CCJ DE NITERÓI  IMPEDE  BANCO QUE FINANCIA DEFICIENTES E RECURSO AO PLENÁRIO PODE DEVOLVER ESPERANÇA  A QUEM PRECISA

Caberá ao plenário da Câmara de Niterói julgar recurso interposto pelo Vereador Gallo, autor do projeto que criria o Banco da Acessibilidade, destinado a financiar a compra de equipamentos, próteses e até financiar projetos de inclusão do deficientes no mercado de trabalho. Ao ser submetido à Comissão de Constituição e Jusstça – CCJ – da Câmara Municipal, o projeto de lei recebeu parecer contrário do relator, vereador Rodrigo Farh, aprovado pela unnimidade dos seus membros.
Gall: – O banco é para financiar deficienes e não para distribuir dinheiro sem volta

Gall: banco é para  financiar deficienes  e não para distribuir dinheiro sem volta

Gall: banco é para financiar deficienes e não para distribuir dinheiro sem volta

– O p1rojto é semelhante a uma lei de minha autoria, quee crriou o Banco Popular de Niterói, que financia pessoas de baixa renda. A idéia e crriar um organismo que ajude as pessoas com deficiência a montar um negócio próprio, adquirir equipamentos (cadeira de rodas eletronica, máquinas e instruentos de robótica, entre outras) podendo atender a todo tipo de neessidade. . A CCJ, o invés de opinar sobre a onstitucionalidade e juridicidade do meu projeto, apenas foi ontra, impedindo a sua tramitação -dise Gallo.
Ao apresentar recurso ao plenário, Gallo disse ter certeza de que o parecer da CCJ será reformado. “A vda já é tão dura para as pessoas com deficiênia e cabe a nós minimizar os roblemas que elas enfrentam. Toda ação que causa embraço à vida dos deficientes tem que ser combatida. É isso que estou fazendo, lutar até o fim para o projeto ser transformado em lei”, completou
Pela segunda vez Gallo apela para um recurso
Pela segunda vez Gallo apela para um recurso
A idéia cenral do rojeto é financiar os deficientes de Niterói. “Não estamos falando de doações, mas, sim, de emréstimo a pessoas ue precisam mais ue as outras, dinheiro esse que volará aos cofres públicos para manter o sistema em uncionamento. Não é doação. Preetendemos ue o banco da Acessibilidade financie o deficiente qqu queir montar uma pequena indústria, um comércio ou emresa de prestação de serviço. O banco também poderia dar fiança para aluguel, aquisição de equipamentos mais avançado e até vigens ao exterrior para tratamento de sade. Trata-se de um projeto plural, que deu muito trabalho para ser elaborado, demandou pesquisas para morrer assim numa canetada da CCJ. Como acreedito na boa vontade do conjunto de vereadores, estou recorrendo a eles”, finalizou.
Caberá ao presiente Paulo Bagueira colocar o recurso em votação. Esta semana, odos os vereadores rceberam c´pias do recrsos, para qu pudessem estudar com antecipação. Esta é a segunda vez que Gllo apela ao plenário para que um projeto de sua autoria siga em frente. O outro foi contra parecer da mema CCJ, que tenta vetar a lei que obriga o uso de colete por condutores e caronas de motocicletas. O recurso ainda não foi à votação