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São muitos os meios de comunicação utilizados pelas lcaras pintadas do Movimento Passe Livre.  Na Internet, nem tanto pelas redes sociais, mas intermédio de mensagens eletrônicas (e-mails, skipe, whats App etc),microblogs (twitter) e o velho e bom telefone para o boca a boca.

E, por ultimo, o milenar boca-a-boca, nas escolas, nos clubes, nas repartições e até nos bares.

E pensar que um dia foi assim...

E pensar que um dia foi assim…

É assim que se constrói uma manifestação vitoriosa, de troca de idéias e combinações, onde delineiam as ações. O mais importante é reunir o máximo de pessoas num só lugar, como fazíamos em 1969. Depois, via-se o que fazer.

O que todo mundo já sabe é que não adianta contar com as redes de TV e rádio. Podem até exibir imagem, mas será sempre com a intenção de manipulação.

Eles não sabem, mas é graças a Sérgio Mota (FHC) e a Fernando Collor (quanta ironia, meo deus!) que possuem as ferramentas de integração do movimento. O Brasil antes dele tinha reserva de mercado, instrumento da ditadura militar que impedia a automação das indústrias, melhor comunicação e acesso a computadores domésticos. Tinha que ser um tal de Cobra,horrível e do qual ninguém se lembra mais. Serjão Vieira e FHC foram os que possibilitaram a mudança.

E Lula, o que fez? Só atrapalhou, só atendeu aos interesses de Roberto Marinho e seus sócios japoneses.

Somos um quintal do Vale do Silício da Califórnia, onde a tecnologia da informação se popularizou. Mas Lula impôs ao Brasil atravessar o mundo, importar tecnologia do Japão só porque a Globo já havia “comprado” muito antes todos equipamentos do sistema deles lá.

Uma peça para chegar aqui dura semanas ao passo que dos USA demoraria horas. Coisa de Lula com essa TV digital ordinária, de quinta categoria, enquanto nossos vizinhos do Norte possuem tudo de bom. Quase não podemos usar o iphone   porque nosso sistema é uma merda, japonês.

São essas pequenas ferramentas, que transmitem a insatisfação geral, que propiciam  a concentração das massas. As redes sociais são apenas um detalhe.

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Em matéria de financiamento de campanha, podem fazer o que quiser. Vale tudo. Tudinho. Caixa Dois, dinheiro sujo, dinheiro limpo, por dentro, por fora, nada irá lhe acontecer. Para a Justiça Eleitoral, tanto faz estar certa ou errada a prestação de contas de campanha (por muito menos o Collor caiu), ninguém será punido. Haja o que houver, prestação de contas não aprovada não implica em condenação de nenhuma espécie, foi o que entendeu a suprema corte eleitoral do país, o TSE ao interpreta a “rigorosa” lei que trata da captação de recursos para campanhas políticas.

PC Farias, tesoureiro de Collor, a bem-dizer, foi canonizado pela Suprema Corte

Pela lei (será que podemos chamar esse instrumento sem valor de lei?) são muitos os requisitos para arrecadação e aplicação de doações. Aliás, não chega ser apenas uma lei, mas um leque delas, que se complementam (prepare-se para ir ao outro parágrafo, pois vou , a enumerá-las) a saber:

Lei no 9.096, de 19 de setembro de 1995, com alterações introduzidas pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Lei no 9.504, de 30 de setembro de 1997, com alterações introduzidas pela Lei no 11.300, de 10 de maio de 2006, e pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Resolução – TSE no 23.216, de 2 de março de 2010; Resolução – TSE no 23.217, de 2 de março de 2010, Portaria Conjunta SRFB-TSE no 74, de 10 de janeiro de 2006, que dispõe sobre o intercâmbio de informações entre o Tribunal Superior Eleitoral e a Receita Federal do Brasil; Instrução Normativa Conjunta RFB/TSE no 1.019, de 10 de março de 2010; Carta-Circular do Banco Central do Brasil no 3.436, de 18 de março de 2010.

Tudo, rigorosamente, para nada. Gastou-se tempo, papel, tinta e pessoal para se criar um sistema complexo, capaz de pegar resfriado no sol, cruzamento daqui e dali, para nada. Tudo isso que você viu  acima mais parece ingredientes de uma magnífica pizza da imoralidade.

Para a Justiça Eleitoral, que já andou se metendo onde não é chamada, como em número de cadeiras das câmaras municipais, só não vale prestar contas num papel de pão. Desde que se preencha aquele formulário dez vezes mais complexo do que o do Imposto de Renda, tudo bem.

Tudo isso para a alegria e tranqüilidade dos “Contas Sujas”. Talvez daí resultem tantas prestações de contas sem pé nem cabeça, em que candidatos declaram ter sido eleitos sem sair de casa, sem gastar um centavo em condução ou combustível.

Eu esperava mais da Suprema Corte. Contava que haveria de ter mais boa vontade ao interpretar a lei. Talvez, nem aplicá-la dada sua falta de aplicabilidade, por não prever sanção alguma a quem tivesse as contas reprovadas.

Para mim, foi e está sendo protagonista e coadjuvante de uma grandessíssima palhaçada.

 

Aviso aos candidatos.

Em matéria de financiamento de campanha, podem fazer o que quiser.

Vale tudo. Tudinho. Caixa Dois, dinheiro sujo, dinheiro limpo, por dentro, por fora, nada irá lhe acontecer.

Para a Justiça Eleitoral, tanto faz estar certa ou errada a prestação de contas de campanha (por muito menos o Collor caiu), ninguém será punido. Haja o que houver, prestação de contas não aprovada não implica em condenação de nenhuma espécie, foi o que entendeu a suprema corte eleitoral do país, o TSE ao interpreta a “rigorosa” lei que trata da captação de recursos para campanhas políticas.

Pela lei (será que podemos chamar esse instrumento sem valor de lei?) são muitos os requisitos para arrecadação e aplicação de doações. Aliás, não chega ser apenas uma lei, mas um leque delas, que se complementam (prepare-se para ir ao outro parágrafo, pois vou , a enumerá-las) a saber:

Lei no 9.096, de 19 de setembro de 1995, com alterações introduzidas pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Lei no 9.504, de 30 de setembro de 1997, com alterações introduzidas pela Lei no 11.300, de 10 de maio de 2006, e pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Resolução – TSE no 23.216, de 2 de março de 2010; Resolução – TSE no 23.217, de 2 de março de 2010, Portaria Conjunta SRFB-TSE no 74, de 10 de janeiro de 2006, que dispõe sobre o intercâmbio de informações entre o Tribunal Superior Eleitoral e a Receita Federal do Brasil; Instrução Normativa Conjunta RFB/TSE no 1.019, de 10 de março de 2010; Carta-Circular do Banco Central do Brasil no 3.436, de 18 de março de 2010,

Tudo, rigorosamente, para nada. Gastou-se tempo, papel, tinta e pessoal para se criar um sistema complexo, capaz de pegar resfriado no sol, cruzamento daqui e dali, para nada. Tudo isso que você viu ai acima mais parecem ingredientes de uma magnífica pizza da imoralidade.

Para a Justiça Eleitoral, que já andou se metendo onde não é chamada, como em número de cadeiras das câmaras municipais, só não vale prestar contas num papel de pão. Desde que se preencha aquele formulário dez vezes mais complexo do que o do Imposto de Renda, tudo bem.

Tudo isso para a alegria e tranqüilidade dos “Contas Sujas”. Talvez daí resultem tantas prestações de contas sem pé nem cabeça, em que candidatos declaram ter sido eleitos sem sair de casa, sem gastar um centavo em condução ou combustível.

Eu esperava mais da Suprema Corte. Contava que haveria de ter mais boa vontade ao interpretar a lei. Talvez, nem aplicá-la dada sua falta de aplicabilidade, por não prever sanção alguma a quem tivesse as contas reprovadas.

Para mim, foi e está sendo protagonista e coadjuvante de uma grandessíssima palhaçada.

 

Aviso aos candidatos.

Em matéria de financiamento de campanha, podem fazer o que quiser.

Vale tudo. Tudinho. Caixa Dois, dinheiro sujo, dinheiro limpo, por dentro, por fora, nada irá lhe acontecer.

Para a Justiça Eleitoral, tanto faz estar certa ou errada a prestação de contas de campanha (por muito menos o Collor caiu), ninguém será punido. Haja o que houver, prestação de contas não aprovada não implica em condenação de nenhuma espécie, foi o que entendeu a suprema corte eleitoral do país, o TSE ao interpreta a “rigorosa” lei que trata da captação de recursos para campanhas políticas.

Pela lei (será que podemos chamar esse instrumento sem valor de lei?) são muitos os requisitos para arrecadação e aplicação de doações. Aliás, não chega ser apenas uma lei, mas um leque delas, que se complementam (prepare-se para ir ao outro parágrafo, pois vou , a enumerá-las) a saber:

Lei no 9.096, de 19 de setembro de 1995, com alterações introduzidas pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Lei no 9.504, de 30 de setembro de 1997, com alterações introduzidas pela Lei no 11.300, de 10 de maio de 2006, e pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Resolução – TSE no 23.216, de 2 de março de 2010; Resolução – TSE no 23.217, de 2 de março de 2010, Portaria Conjunta SRFB-TSE no 74, de 10 de janeiro de 2006, que dispõe sobre o intercâmbio de informações entre o Tribunal Superior Eleitoral e a Receita Federal do Brasil; Instrução Normativa Conjunta RFB/TSE no 1.019, de 10 de março de 2010; Carta-Circular do Banco Central do Brasil no 3.436, de 18 de março de 2010,

Tudo, rigorosamente, para nada. Gastou-se tempo, papel, tinta e pessoal para se criar um sistema complexo, capaz de pegar resfriado no sol, cruzamento daqui e dali, para nada. Tudo isso que você viu ai acima mais parecem ingredientes de uma magnífica pizza da imoralidade.

Para a Justiça Eleitoral, que já andou se metendo onde não é chamada, como em número de cadeiras das câmaras municipais, só não vale prestar contas num papel de pão. Desde que se preencha aquele formulário dez vezes mais complexo do que o do Imposto de Renda, tudo bem.

Tudo isso para a alegria e tranqüilidade dos “Contas Sujas”. Talvez daí resultem tantas prestações de contas sem pé nem cabeça, em que candidatos declaram ter sido eleitos sem sair de casa, sem gastar um centavo em condução ou combustível.

Eu esperava mais da Suprema Corte. Contava que haveria de ter mais boa vontade ao interpretar a lei. Talvez, nem aplicá-la dada sua falta de aplicabilidade, por não prever sanção alguma a quem tivesse as contas reprovadas.

Para mim, foi e está sendo protagonista e coadjuvante de uma grandessíssima palhaçada.

 

Aviso aos candidatos.

Em matéria de financiamento de campanha, podem fazer o que quiser.

Vale tudo. Tudinho. Caixa Dois, dinheiro sujo, dinheiro limpo, por dentro, por fora, nada irá lhe acontecer.

Para a Justiça Eleitoral, tanto faz estar certa ou errada a prestação de contas de campanha (por muito menos o Collor caiu), ninguém será punido. Haja o que houver, prestação de contas não aprovada não implica em condenação de nenhuma espécie, foi o que entendeu a suprema corte eleitoral do país, o TSE ao interpreta a “rigorosa” lei que trata da captação de recursos para campanhas políticas.

Pela lei (será que podemos chamar esse instrumento sem valor de lei?) são muitos os requisitos para arrecadação e aplicação de doações. Aliás, não chega ser apenas uma lei, mas um leque delas, que se complementam (prepare-se para ir ao outro parágrafo, pois vou , a enumerá-las) a saber:

Lei no 9.096, de 19 de setembro de 1995, com alterações introduzidas pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Lei no 9.504, de 30 de setembro de 1997, com alterações introduzidas pela Lei no 11.300, de 10 de maio de 2006, e pela Lei no 12.034, de 29 de setembro de 2009; Resolução – TSE no 23.216, de 2 de março de 2010; Resolução – TSE no 23.217, de 2 de março de 2010, Portaria Conjunta SRFB-TSE no 74, de 10 de janeiro de 2006, que dispõe sobre o intercâmbio de informações entre o Tribunal Superior Eleitoral e a Receita Federal do Brasil; Instrução Normativa Conjunta RFB/TSE no 1.019, de 10 de março de 2010; Carta-Circular do Banco Central do Brasil no 3.436, de 18 de março de 2010,

Tudo, rigorosamente, para nada. Gastou-se tempo, papel, tinta e pessoal para se criar um sistema complexo, capaz de pegar resfriado no sol, cruzamento daqui e dali, para nada. Tudo isso que você viu ai acima mais parecem ingredientes de uma magnífica pizza da imoralidade.

Para a Justiça Eleitoral, que já andou se metendo onde não é chamada, como em número de cadeiras das câmaras municipais, só não vale prestar contas num papel de pão. Desde que se preencha aquele formulário dez vezes mais complexo do que o do Imposto de Renda, tudo bem.

Tudo isso para a alegria e tranqüilidade dos “Contas Sujas”. Talvez daí resultem tantas prestações de contas sem pé nem cabeça, em que candidatos declaram ter sido eleitos sem sair de casa, sem gastar um centavo em condução ou combustível.

Eu esperava mais da Suprema Corte. Contava que haveria de ter mais boa vontade ao interpretar a lei. Talvez, nem aplicá-la dada sua falta de aplicabilidade, por não prever sanção alguma a quem tivesse as contas reprovadas.

Para mim, foi e está sendo protagonista e coadjuvante de uma grandessíssima palhaçada.