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CIDADE NÃO PAGOU EMPRÉSTIMO DAS  BAHAMAS, DE U$D 22 MILHÕES E O PT  JÁ QUER  OUTRO

Nem bem esquentou lugar, Rodrigo Neves retoma um projeto que Godofredo tentou em seu último ano de desgoverno do PT: conseguir empréstimo de 110 milhões de reais no BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), com base numa lei que Jorge Roberto Silveira não cumpriu.  JRS não quis endividar a prefeitura e a devolveu bem abaixo do total de 500 milhões que herdou de Godofredo e o PT.

Até hoje Niterói não acertou as contas  do malfadado “Empréstimo das Barhamas” (de 22 milhões de dólares a juros altíssimos e escorchantes), feito pelo então Prefeito biônico Moreira Franco, no fim dos anos 70. Virou uma bola de neve, impagável e hoje é responsável por grande parte da dívida atual, engrossada também por conta do caixa único da Previdência (a cidade recolheu para o Ibasm (atual NitPrev) o que deveria ser do INSS, por força da nova Constituição).dinheiro_voando

Jorge Roberto fez tudo que fez sem apanhar empréstimos. Só para lembrar: MAC, caminho Niemayer, Terminal Rodoviário, duplicação da Rua da Praia, gabiões da Boa Viagem, Médico de Familia, duplicação da Caetano Monteiro,  da Estrada Francisco da Cruz Nunes,  Alargamento da Estrada da Cachoeira, iniciou o Mergulhão (só falta tirar a terra de dentro, pois as lajes estão prontas desde agosto de 2012), além de quilômetros de galeria subterrâneas que perdmitem escoamento das águas em menor tempo do que antes, deu a Niterói o primeiro lugar em qualidade de4 vida no Estado,  sem pedir um centavo emprestado.

Para que Rodrigo quer R$ 110 milhões? Fazer mais do que Jorge realizou sem tomar dinheiro emprestado?

Assim não tem graça. A arrecadação da cidade não para de crescer. A cidade está recebendo em janeiro a maior  cota-parte do ICMS e transferências governamentais dos negócios de fim de ano.

Quero lembrar uma lição do velho Amaral Peixoto, segundo o qual “político eleito adora dívidas e restos a pagar”.  É aqui que ele se esmera. Para o comandante, governante que paga dívida sem abatimento é corrupto, come pelo menos a metade; governante honesto é aquele que chama o credor e diz: pago 30% desse valor, você aceita?” Era pegar ou largar. Quase todos aceitam fazer o acordo e receber 30% de alguma coisa a receber 100% de nada.

Essa chorumela sem fim sobre dívida está pra lá de manjada. Tá na hora do glorioso Rodrigo Neves mudar de cantilena e de pensar que pode governar a cidade seguindo um grimório.

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(Comentário extraído do Jornal  Folha Oceanica)

Estou tentando descobrir onde reside o caos que o PT tanto alardeia em sua campanha.

Vejo a Prefeitura tentando abrir a área do Mergulhão para o trânsito e o PT não deixando. Trata-se de uma grande obra para “quem não fez nada”, como apregoa o candidato Rodrigo Neves.

Museu do Cinema está pronto

Igualmente, vejo a duplicação da Estrada Francisco  da Cruz Nunes, até o Monam, obstada pela Justiça e parada no Cantagalo à espera de um elevado ou remoção de moradias ; a duplicação da Estrada de Maria Paula e a construção de baias para ônibus na Alameda; a mão-única na Roberto Silveira e os corredores expressos para ônibus.

A obra está quase concluída

Que dizer da Policlínica do Largo  da Batalha, que mais parece um hospital? Magnifica obra, assim como a complementação do Caminho Niemayer, a contenção de encostas, ampliação das redes de galerias pluviais para minimizar os efeitos das chuvas.

Onde está o caos?

Posto do Médico de Família do Alarico, uma criação de Jorge Rodrto

Os serviços públicos funcionam normalmente, a coleta delixo é diária e constante, o Centro da cidade está sendo revitalizado. Claro que há transtornos, mas não se faz omelete sem quebrar os ovos.  Os salários do funcionalismo estão em dia (na administração do PT, servidores ficaram dois meses sem salários e sem décimo-terceiro), escolas e creches funcionam, não  falta merenda e o Médico de Família foi ampliado.

Estrada da Liminar (Francisco da Cruz Nunes), a cada metro uma sdecisão da justiça mandava parar

E Rodrigo Neves insiste que a cidade está um caos. Ficou mal  acostumado de tanto assistir a  administrações portentosas de Jorge Roberto  Silveira. Dessa vez, doente, Jorge teve que trocar várias vezes a cadeira de prefeito pela cama de um hospital. Rodrigo então, sem nenhum respeito à criatura humana,  faz a reengenharia do caos movido  por desenfreada sede de poder. É uma ganância ilimitada, mesmo  que isso ultrapasse os limites do ridículo.