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AS ORGANIZAÇÕES GLOBO, DEPOIS DAS DEMISSÕES EM MASSA DE MARÇO/16, ESTRAGA AS FESTAS DE MUITA GENTE – 

Ao contrário do que canta na vinheta de fim de ano nas suas emissoras de TV, funcionários das as Organizações Globo estão tendo um fim de ano de pesadelos e não de sonhos. Há dias vivem a expectativa de serem demitidos. O que começou mesmo foi o voo do Passaralho em todos os veículos (rádios, jornais, revistas, e TV), A única verdade cantada na musiquinha que soa como deboche, é que cabeças estão rolando sem nenhum critério. Para tanto, as Organizações Globo contrataram uma empresa independente, que indicará os que devem ser degolados no Natal sem levar em conta tempo de casa, premiações e qualificação profissional. Estão cortando às cegas, à moda boi, como as crianças brincam de unidunite.

A cada vez que ouço a vinheta de fim de ano da Globo é como se recebesse uma bofetada. Ali figuram apenas os medalhões, a cantar e sorrir, sem se importar com o desespero dos que estão por trás das câmeras, degolados aos montes e de forma gradativa, de modo que quando chegar o Natal estejam todos no olho da rua.

É o que vai acontecer agora com os jornalistas dos veículos impresso (Globo, extra, Valor, Época etc). Não haverá critério. As chefias não terão qualquer influência na degola. Essa, aliás, foi uma exigência dos “especialistas” da empresa contratada para comandar o Passaralho. As chefias poderiam fazer uma seleção com base na mais valia, muito embora não houvesse muito a fazer, as equipes já estavam enxutas, no limite, com os profissionais botando sangue pela boca de tanto trabalhar.

Um diretor amigo me confidenciou que “ligou o foda-se”, decepcionado com a situação de pavor que domina as redações. Só falta serem concluídas as obras da nova redação, no prédio novo. Então, a pica voadora vai descer e decepar muita gente, para formar uma redação única para todo complexo.

Esse é o novo dia, o novo tempo que as Organizações Globo desejam para seus funcionários.

Enquanto isso, em época de arrocho da população continuam com isenções para importação de equipamentos, de ICMS, IPI, IPTU e o diabo a quatro. Ninguém fala em acabar com essa mamata.

 

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O mundo caminha célere para a viadagem generalizada. Na Alemanha os recém-nascidos já são registrados sem referência ao sexo.

Ainda não é possível saber o benefício (ou estrago) que essa medida pode causar nas crianças, mas é um grande passo para a viadagem geral, confirmando minhas suspeitas de que um dia ser gay vai ser obrigatório. E pelo andar da carruagem, não vai demorar. Já já, alguém vai propor o mesmo no Brasil, onde os meios de comunicação (Veja, Folha SP, Rede Globo etc, viveiros de viados de todas as idades) noticiam com tendência muito positiva o assunto.

Tanto faz ser um ou uma ninhada, na Alemanha bebê não tem mais sexo (foto facebook)

Tanto faz ser um ou uma ninhada, na Alemanha bebê não tem mais sexo (foto-absurdo que circula no facebook)

Pela nova lei, o sexo só será registrado se houver exigência do declarante, mas não cabe ao funcionário do Registro Civil sequer perguntar se o bebê é menino ou menino, a pretexto de que a criança faça sua opção sexual quando chegar à idade adulta.

Matéria mais isenta na edição de hoje do migalhas.com 

Não é novidade, mas ficou pior, mais descarado. Todos os noticiários da Rede Globo dão a entender que a mistura de água, soda cáustica, uréia e tudo mais no leite do Rio Grande do Sul não é feita nas fábricas de laticínios. Trata-se de uma vergonhosa proteção jornalística à indústria, jogando a culpa nos mais fracos. É assim o jornalismo de Ali Kamel no comando da Globo.

CXom o Turco Ali Kamel o que era ruim ficou pior

Com o Turco Ali Kamel o que era ruim ficou pior


Por essas e outras que tudo que é divulgado, como o noticiário sobre o pastor-estuprador, é tratado como mentira, “pressão da mídia” contra um homem de Deus.
Quando se protege os poderosos e acusa os mais fracos na cadeia produtiva do leite, como os fazendeiros e transportadores, o sistema Globo põe em dúvida todo seu noticiário. Tudo mais está sujeito a ser chamado de mentira, pois não entra na cabeça de ninguém que as fábricas não analisem o leite que recebem.
O resultado desse protecionismo é o descrédito, a falta de confiança do ouvinte e leitor.
Então, a cava vai pro brejo com leite e tudo.

Há uma ordem expressa no Sistema Globo: não exibir, não informar (a menos que seja a morte) absolutamente nada sobre os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho.

Uma covardia  jornalística, uma irresponsabidade social, no que a Globo é craque, sonegar informações e publicar  apenasse for para  aniquilar lideranças que se ameaçam seus planos de dominar o Estado do Rio de Janeiro. Melhor dizendo, o tesouro do estado e prefeituras.

Na Capital, é sabido que a Globo defende o indefensável, Sérgio Cabral e Eduardo Paes. Prova disso são as dezenas de mortes na Serra, que a Globo insiste dizer que a culpa é dos mortos, como se em Petrópolis, Teresópolis e Friburgo houve outros lugares que não sejam escarpas de montanha para se construir e morar.

Pessoas sofrem no trânsito (hoje o pior problema da Região Metropolitana),  morrem nos hospitais por falta de médicos  e medicamentos, a dengue grassa por toda parte, mas os veículos globais só noticiam casos nas cidades cujos governantes sejam ameaça aos planos de conquista e poder do sistema. Na Capital, sempre dá um jeito de culpar a população.

Antes, Sérgio Cabral foi apoiado pelos banqueiros do jogo de bicho do Rio, com receio de que Denise Frossard, a juíza que os condenaram,  pudesse ganhar (e poderia) o governo do Rio. O mandato caiu no colo de Cabral, aquela altura apoiado também por Rosinha e Garotinho. E a generosidade do Globo jamais noticiou.

A Globo não deu nada sobre a mobilização dos campistas contra a gatunagem dos royalties. Pelo contrário, noticiou os efeitos, os engarrafamentos,  tripudiando  sobre uma reação lógica e sincera. Isso não é jornalismo, é campanha eleitoral.

A Globo tem pesquisa de opinião que demonstra que seus apaniguados perdem a eleição, mas não tem coragem de publicar, pois dá Rosinha em primeiro e Garotinho em segundo e seus cupinchas lá longe. Muito pelo contrário. De posse dessas informações,, abre espaço para  prejudicar os ex-governadores, em cujo cocho tanto mamou  (de fartar).

Antes, era apenas a figura de doutor Roberto Marinho que assombrava a cena política e empresarial brasileira. Agora, são todos os filhos e netos, igualmente capazes de maquinar “estratégias e gestões” sem o menor escrúpulo  e muito menos levar em conta sua responsabilidade social perante a nação.

É por isso que, nos golpes de estado, os revoltosos assumem logo as principais redes de televisão, pois é dali que manipulam a opinião pública.

Pensem nisso.

ULTIMO ATO TEVE DESFECHO DRAMÁTICO

Uma coisa que a Globo não tem é estima por quem ajudou a Rede ser um  dos maiores impérios  do universo. Aconteceu com Walmor Chagas, 85 anos, que se matou ontem (18/01), aparentemente sem deixar explicação.  O único sinal de respeito das organizações Globo veio numa matéria do jornal O Globo (no impresso é outra coisa!),  desprezando o suicídio e noticiando que Walmor morreu, como convém nesses casos. Jornal que se preza não noticia suicídio e estupros.,Walmor%20Chagas-foto1

Uma vez Boni ´pai de Boninho, o caga-raiva) revelou que quando caía a audiência de uma novela,  ele mandava o autor inserir um personagem para Walmor entrar. Era tiro-e-queda, a Vênus recuperava logo  a audiência perdida.

Walmor era mais que esse amuleto que a Globo descartaria depois feito papel higiênico usado. Um dos maiores atores do Brasil, sem os vícios dos atuais galãs (exceto aquele que todo mundo sabe,  que mais parece ser uma obrigação em televisão) da Globo, seus baseados e alucinógenos de toda espécie.

A Globo mandou Walmor Chagas pro beleléu há muito tempo, mas ele resistiu e só foi agora, de modo consentido, voluntário. Morto, Walmor dá audiência e certamente a Globo vai explorar ao máximo sua imagem  ao “lamentar” sua morte.

É bom lembrar que não existe o glamour que Faustão apregoa nas tardes de domingo entre os artistas. É um querendo furar os olhos do outro e a Globo querendo passar a perna em todo mundo.

Se alguém se der ao luxo de um dia ler o teor do contrato que todo  entrevistado da Globo tem que assinar, vai ficar espantado com a falta de respeitos aos direitos da pessoa.

Depois de longo  e tenebroso inverno, a TV Globo finalmente vai levar ao  ar o programa com Fátima Bernardes, E  anuncia isso cercada de  ridículos.

“Encontro com Fátima Bernardes” é  de péssimo gosto. E estréia dia 25/06

Por que não apenas ‘FÁTIMA”?

Seu  prenome, em matéria de televisão, só faz referência a  ela mesma, Fátima Bernardes. Primeira e única, sem essa de “encontro”, tão provinciano quanto indigno da  profissional que Fátima é.

Mas a Globo teme esse titulo para  se referir à ex-apresentadora do Jornal Nacional, tinha que colocar uma palavra que quebrasse o encanto dela. Pela cúpula global, o programa poderia se chamar  Hora da  Sapa”, “A Voz do Brejo”,nunca Fátima,  simplesmente Fátima.

Simplesmente FATIMA, não, nunquinha, jamais. É muita banana por um tostão!

Resta desejar a Fátima que no “Encontro” (Ark!)  ela possa matar um leão por dia, como  vão exigir.

Eu quero ver Fátima no papel  de Fátima, fazendo o  que sabe fazer: comunicação fraternal, de  qualidade. Comunicação  popular como Ophra Winfrey para  o público das manhãs.

Só uma perguntinha: O Jô  (nada a ver com o Amaury Soares) por acaso é um “encontro”?, Eu tenho um slogan para Fátima: “não comece o  dia sem  ela” ou   “só  saia da cama com  ela”.

Hehehe, brincadeirinha.

Divulgar tentativa de suicídio é o mesmo que obrigar a pessoa a tentar de novo.

O Sistema Globo acaba de dar mais uma derrapada na responsabilidade social. O site do jornal O Globo na internet hoje (11/05), teve a cachimônia de divulgar uma tentativa de suicídio de um jovem de 13 anos,

Quando todos evitamos divulgar suicídio, na certeza de que isso só serve para catalizar ainda mais esses tresloucados gestos, O Globo faz diferente.

Na certa quer levar o menino a acreditar que não prestou nem pra morrer, que é um fracassado e levá-lo a tentar de novo e por um método infalível.

Tá faltando alguém equilibrado na redação do Globo de hoje. Vamos aguardar para ver se na edição impressa vão repetir  a dose.