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Sem provas da existência de contas e nem desvio de dinheiro, CPI   comandada pelo Psol só faz lembrar que Paulo Eduardo é uma versão 2015 de Antonio Conselheiro

Psol deu provas de que é uma temeridade confiar nos seus representantes na Câmara de Niterói. A CPI, criada para investigar a existencia de contas do ex-Prefeito Jorge Robrto Silveira e do supersecretário Zeca Mocarzel, presidida por Paulo Eduardo, por pouco não leva o lagislativo municipal a pagar um mico incrível. Ao não conseguir provar e existencia das contas e muito nemnos e recursos publicos as basteceram, Paulo Eduardo quis induzir os demais membros da CPI a tomare outro rumo e investigar fato indeterminado e não previsto no ducumento de criação da CPI.

Paulo Eduardo, presidente  da CPI

Paulo Eduardo, presidente da CPI

– Essa CPI não é para investigar as contas de Joge e Mocarzel no HSBC da Suiça – repetiu Paulo Eduardo. Foi o baastante para que o Líder do Governo, Vereador Gallo, reagir.” Como não?”, estranhou Gallo. Instalou-se um bae-boca entre Paulo Eduardo e Gallo.
INQÉRITO DO INQUÉRITO
A CI estava ouvindo o Promotor Rubem Viana, deois de ttentar o sem sucesso ouvir o repórter de O Globo que noticiou o fato. Insana intenção, que revela o falta de preparo do veredor do Pol. Quando uma noticia é publicada, ela ertence ao jornal que a veicula e assim assuma todas as responsabilidades quanto à veracidade do que o repórter escreveu. Repórter não tem obrigação de depos em CPI alguma.
Tendo em vista que o Miistério Público Criminal de Niteói não encontrou provas da existencia das contas qunto mais sobre o dinheiro que as abasteciam, na qualidade de presidente, Paulo Eduardo, passou a tratar de outros assuntos que não eram objeto de nvestigação da comissão, como os contratos com empresas fornecedoras de mão de obra para a Pefeitura. Ao dar dealhes do inquérito aberto pelo MP, Viana assegurou que já havia doumentos e relatos de que, a partir de 2007, instalou-se na Prefeitura uma máquina de corrupção colossal., inclusive com a quebra do sigilo bancário, telefonico e fiscal dos envolvidos.
Depois do promotor criminal asseguar que seria uma leviandade afirmar que existiam as contas e muito menos dinheiro, Paulo Eduardo quis apurr o que já estava sendo apurado pelo MP. Um desperdício, na opiião de Gallo, uma falta de respeito com o trabalho do Ministério, que tem pessoal mais gabaritado e com mais prerrogtivas do que qualquer vereado.
“Inquérito do inquérito não vale. Pedir cópias ao MP pra no final a CPI remeter ao prório Miistério Público, não está dirito. Há meses, o vereador Bruno Less propos a CPI tendo por base entrevista que o prootor concedeu ao Globo sobre inquérito criinal em andamento. Se o MP estava apurando, não havia sentido a Câmara criar a CPI para fazer o mesmo” disse Gallo.
Sem falar na tremenda falta de respeito a Buno Lea, que se curvou aos argumentos na época em que retirou o pedido de CI, após uma audiência a que o mesmo Rubens Viana esteve presente e antecipou detalhes do inquérito.
Paulo Eduardo partiu para o “hadouken”: diante da impossibilidde de seguir em frente quis transformar uma CPI criada para apurar as contas do HSBC de 1991 a 2003 em inquerito do inquérito que o MP está apurando a conttar de 2007. Há quase um ano investigando (mais do triplo do prazo da CPI), nem assim o MP, com todo aparelhamento, apresentou denuncia contra os acsados.
Tal e qual um Antonio Conselheiro, Paulo Edduardo quis medir forças, colocou o assunto em votação e foi derotado. Se acaso fizesse outros movimentos, haveria de ser derrotado. E parou por ali.
Ficou evidente que a pretensão não era apurar nada e sim desperiçar dinheiro públco, da Câmara, para um movimentto eleitoreiro com intenção de prejudicar candidaturas e os beneficiar a bancada do Psol perante a opinião pública.

JORNAL PROIBIDO PODE SER ENCONTRADO NA OAB E CÂMARA MUNICIPAL

Rodrigo Neves e seu amigo José Dirceu (direita)

Rodrigo Neves e seu amigo José Dirceu (direita)

Por ordem do Prefeito Rodrigo Neves, está proibida a circulação do jornal EXPRESSÃO OCEÂNICA nas dependências da Prefeitura de Niterói. Somente jornais que veiculem matérias favoráveis ao governo podem se utilizar de um espaço na recepção da PMN para o público.

A ordem está sendo executada pelo Secretário de Administração. Diante da proibição, o editor-chefe do EXCPRESSÃO tentou reaver cerca de 500 exemplares que lá foram deixados no aguardo da autorização, mas foi informado que os jornais foram parar no lixo, não havendo possibilidade de recuperação9.

Que pretende o Prefeito Rodrigo Neves com a censura ao jornal? Já não basta a mordaz campanha que nos move, ora não respondendo aos pedidos de entrevista, ora proibindo sua assessoria de nos remeter avisos de pauta e agenda pública; Osso sem falar que o jornal está banido do rol daqueles que recebem publicado institucional, num momento em que gasta milhões em publicidade com as emissoras de televisão e não admite que nem um centavo seja destinado ao único veículo da Região Oceânica.

Mesmo proibido, vamos circular. Enquanto for prestigiado por seus anunciantes, o jornal não deixará de circular, criticando quando tem que criticar e elogiando quando o momento exigir. Pena que Rodrigo Neves, seu partido9, o PT e assessores não estejam merecendo que sejam exaltados por ação de valor.

Doravante e enquanto perdurar a censura, EXPRESSÃO OCEÂNICA circulará com uma tarja de CENSURADO pela Prefeitura.

Para os que desejam obter o jornal, é só procurar na Câmara Municipal de Niterói ou na recepção da Ordem dos Adv0ogados do Brasil.

O Prefeito de Niterói,Rodrigo Neves, do PT, depois da porta arrombad, mandou chamar os líderes comunitários da Região Oceanica, para fazer um comunicado: também vai ficar contra a construção do Reformatóio de Itaipu. Levou 15 dis após a publicação no Diário Oficcial para tomar uma posição.
As lideranças, especialmente Robertinho do Engeenho do Mato, não querem a garantia só o prefeito, mas do Governador pezãao. O encontro tem tudo para se transformar num pequeno comíccio do prefeito.

Acidente na Av. Brasil tem reflexos em Niterói e travessia leva horas

Bastou um acidente pela manha e tudo parou

Bastou um acidente pela manha e tudo parou

Mais uma vez a Ponte Rio-Niterói trouxe o caos à cidade. Na manha de hoje (11;09), um acidente na Avenida Brasil engarrafou as duas cidades. Na terça-feira, na volta do feidão, houve quem saisse de Rio das Ostras, na Região dos Lagos às 10 da noite só chegasse no Rio às 10h do dia seguinte, por conta de acidentes na ponte excesso de carros.
A imunidade da Ponte tem irritado niteroienses e cariocas, presos num transitto caótico por falta de informação. “Na gancia de receber o pedágio, a Ponte quer que os motoristas e passageiros se explodam — reclamou o padeiro Milton Rafael, . Outro que reclamou muto foi o comerciante Haroldo Barbosa, morador a Mangueira. “Anteontem, levei 12 horas par cheegar em casa. Hoje, mais um sufoco. As ruas de Niterói viraram um estacionamento, pois ninguem anava.
Acessos ficarm apinhados

Acessos ficarm apinhados

CCJ DE NITERÓI  IMPEDE  BANCO QUE FINANCIA DEFICIENTES E RECURSO AO PLENÁRIO PODE DEVOLVER ESPERANÇA  A QUEM PRECISA

Caberá ao plenário da Câmara de Niterói julgar recurso interposto pelo Vereador Gallo, autor do projeto que criria o Banco da Acessibilidade, destinado a financiar a compra de equipamentos, próteses e até financiar projetos de inclusão do deficientes no mercado de trabalho. Ao ser submetido à Comissão de Constituição e Jusstça – CCJ – da Câmara Municipal, o projeto de lei recebeu parecer contrário do relator, vereador Rodrigo Farh, aprovado pela unnimidade dos seus membros.
Gall: – O banco é para financiar deficienes e não para distribuir dinheiro sem volta

Gall: banco é para  financiar deficienes  e não para distribuir dinheiro sem volta

Gall: banco é para financiar deficienes e não para distribuir dinheiro sem volta

– O p1rojto é semelhante a uma lei de minha autoria, quee crriou o Banco Popular de Niterói, que financia pessoas de baixa renda. A idéia e crriar um organismo que ajude as pessoas com deficiência a montar um negócio próprio, adquirir equipamentos (cadeira de rodas eletronica, máquinas e instruentos de robótica, entre outras) podendo atender a todo tipo de neessidade. . A CCJ, o invés de opinar sobre a onstitucionalidade e juridicidade do meu projeto, apenas foi ontra, impedindo a sua tramitação -dise Gallo.
Ao apresentar recurso ao plenário, Gallo disse ter certeza de que o parecer da CCJ será reformado. “A vda já é tão dura para as pessoas com deficiênia e cabe a nós minimizar os roblemas que elas enfrentam. Toda ação que causa embraço à vida dos deficientes tem que ser combatida. É isso que estou fazendo, lutar até o fim para o projeto ser transformado em lei”, completou
Pela segunda vez Gallo apela para um recurso
Pela segunda vez Gallo apela para um recurso
A idéia cenral do rojeto é financiar os deficientes de Niterói. “Não estamos falando de doações, mas, sim, de emréstimo a pessoas ue precisam mais ue as outras, dinheiro esse que volará aos cofres públicos para manter o sistema em uncionamento. Não é doação. Preetendemos ue o banco da Acessibilidade financie o deficiente qqu queir montar uma pequena indústria, um comércio ou emresa de prestação de serviço. O banco também poderia dar fiança para aluguel, aquisição de equipamentos mais avançado e até vigens ao exterrior para tratamento de sade. Trata-se de um projeto plural, que deu muito trabalho para ser elaborado, demandou pesquisas para morrer assim numa canetada da CCJ. Como acreedito na boa vontade do conjunto de vereadores, estou recorrendo a eles”, finalizou.
Caberá ao presiente Paulo Bagueira colocar o recurso em votação. Esta semana, odos os vereadores rceberam c´pias do recrsos, para qu pudessem estudar com antecipação. Esta é a segunda vez que Gllo apela ao plenário para que um projeto de sua autoria siga em frente. O outro foi contra parecer da mema CCJ, que tenta vetar a lei que obriga o uso de colete por condutores e caronas de motocicletas. O recurso ainda não foi à votação

População  é induzida a ver culpa do suplente na morte do titular

Carlos Macedo, vítima de campanha  atroz (foto da net)

Carlos Macedo, vítima de campanha atroz (foto da net)

A imprensa está de novo sendo municiada com informações que visam atribuir ao vereador Carlos Macedo participação na morte do vereador-eleito Lucio do Nevada.

Do nada, um simples pedido para que ele vá a júri popular ganha destaque na imprensa, passando para o leitor a ideia que Macedo praticou mesmo o crime. A intenção de comprometer Carlos Macedo solta aos olhos, de modo que cria na opinião pública uma espécie de certeza de que foi ele o autor.

Eu me recuso a fazer esse jogo, contra Macedo ou qualquer pessoa.

Pouco importa que vá a júri popular ou singular (este mais severo até)m, cumpre-se que justiça seja feita e os culpados sejam exemplarmente punidos. Mas  não  existem provas contra Macedo, todos os envolvidos negam que ele tenha participado. Em tempos de delação premiada, custa a crer que  nenhum dos outros acusados queira abrir mão desse direito.

O processo caminha para um desfecho que vai contrariar a opinião pública, até aqui manipulada, induzida a acreditar que Carlos Macedo tem culpa no cartório.

Então, criam esse ambiente para desmoralizar a justiça, de que o crime  compensa e tudo mais para prejudicar Macedo.

Disse e repito: sabem por que não há provas de que Macedo matou ou mandou matar Lúcio do Nevada?  Simples: Não foi ele. Nem de longe.

CONTAS JÁ ESTAVAM APROVADAS PELA CÂMARA MUNICIPAL

De nada adiantou a Câmara de Niterói ter aprovado as contas do ex-Prefeito Godofredo Pinto.  O Tribunal de Contas do Estado – TCE, acabou por condenar Godofredo a devolver  quase 450 mil reais aos cofres públicos. Eis o teor fs nota divulgada no site do TCE-RJ.

O ex-prefeito de Niterói Godofredo Saturnino da Silva Pinto terá que devolver aos cofres da cidade, com recursos próprios, R$ 455.340,29 (167.904,53 Ufir-RJ), além de pagar multa, também do próprio bolso, no valor de R$ 8.135,70 (3 mil Ufir-RJ), conforme decisão tomada nesta quinta-feira (14/5) pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ). A imputação de débito e a multa são decorrentes da prática de ato antieconômico em convênio assinado entre a Prefeitura de Niterói e a Associação de Moradores e Amigos do Cantagalo e Parque da Colina, em 27 de janeiro de 2005, referente ao Programa Saúde da Família. O processo foi relatado pelo conselheiro José Maurício de Lima Nolasco, que teve o voto aprovado pelo Plenário.

O convênio em questão é o 089/05, no valor de R$ 2.880.930,48 e prazo de dois anos. Análises do TCE-RJ e Tomada de Contas Especial realizada pela Controladoria geral do Município por determinação do Tribunal verificaram sobrepreço no salário de médicos, auxiliares de enfermagem e serventes, o que configurou a prática antieconômica aos cofres do município.

Godofredo Pinto deve ainda explicações ao TCE-RJ sobre outro convênio na área da saúde, este referente ao Programa Médico de Família, o 097/05, no valor de R$ 2.735.019,92, firmado entre a Prefeitura de Niterói e a Associação de Moradores do Bairro Albino Pereira, em 27 de janeiro de 2005, pelo prazo de dois anos. Em processo também relatado pelo conselheiro José Maurício de Lima Nolasco e com voto aprovado na mesma sessão, o Plenário do Tribunal decidiu citar o ex-prefeito para que apresente defesa ou recolha aos cofres municipais a quantia de R$ 807.571,90 pela prática de ato antieconômico.

Ricardo Pessoa, maior financiador da campanha do Prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PT) já começou a abrir o bico. Ele acusa diretamente o Deputado Eduardo Cunha, Roseana Sarney e o tesoureiro do PT, João Vacari, de serem beneficiados com propinas da Petrobrás.

Falta muito pouco para alcançar Rodrigo Neves, com quem a dona da UTC foi bastante generoso, doando R$ 1 milhão 300 mil, conforme a prestação de contas apresentada.

De onde vieram esses recursos?, por que Ricardo Pessoa foi tão bonzinho com Rodrigo Neves?

Não percam de vista que ele é o chefão de toda roubalheiras descoberta pela Operação Lava-Jato. Será que foi por isso que Rodrigo Neves, quando era Deputado Estadual, propôs na Alerj  grandes homenagem ao dito cujo chefão?

Só o Prefeito de Niterói poderá responder.

Ao abrir o bico pela primeira vez, em delação premiada, Pessoa disse que deu pelo menos R$ 55 milhões ao tesoureiro João Vacari Neto, do PT Nacional, de onde vieram milhões em doação para a campanha de Rodrigo.

Rodrigo Neves homenageia o Chefão da Lava-Jato

Rodrigo Neves homenageia o Chefão da Lava-Jato

Dayse garante a coleta do lixo

Dayse garante a coleta do lixo

A Secretária de Conservação e Serviços Públicos da Prefeitura de Niterói, Dayse Monassa, garantiu que o serviço de coleta de lixo está transcorrendo normalmente e não foi afetado pela greve dos garis.

–         Diga ai que a coleta não parou e está sendo feita regularmente – pediu Dayse.

Hoje, a Prefeitura emitiu uma nota oficial em seu portal na internet alegando que a Clin está em dificuldades, com dívidas de R$ 50 milhões, que pagou R$ 200 milhões de uma dívida global de R$ 600 milhões (antes eram 400 milhões), que reconhece como legítima a reivindicação dos garis e pretende negociar.

SUPLENTE ENTROU DE GAIATO  NA MORTE DE LÚCIO DO NEVADA –

Carlos \macedo a direita) com seu advogado, Paulo Ramalho - Foto de O Fluminense na internet

Carlos Macedo (à direita) com seu advogado, Paulo Ramalho – Foto de O Fluminense na internet

A ultima Audiência de Instrução de Julgamento que apura o assassinato do vereador-eleito Lúcio do Nevada, em outubro de 2012, em Niterói, deixou duas evidências fortissimas no ar: o processo que corre na Justiça é completamente diverso do noticiário produzido pela imprensa e reproduzido na internet; e que Carlos Macedo, primeiro-suplente de Nevada, entrou de gaiato no navio.

Fazendo lembrar o episódio da Escola Base, ocorrido há 20 anos em São Paulo, o processo contra Carlos Macedo, acusado de ter sido o mandante do crime, nada consegue provar. Não existem gravações que envolvam o vereador na trama, nem confissões e provas, tampouco gravações que o envolvam. Até um susposto rastreamento de telefonema que o delegado disse ter sido feito do interior da Câmara não ficou provado. Poderia ter sido até do gabinete de algum juiz, pois o Forum de Niterói fica na mesma área geográfica indicada pela operadora do sinal do celular, cujo numero foi fornecidopela viúva de Nevada.
Restou provado, portanto, que não houve quebra de decoro por parte de Carlos Macedo ou que a trama tivesse sido feita em seu gabinete. Ainda assim, o legislativo procura chifre em cabeça de burro para tentar cassar o mandato de Carlos Macedo, embalado pela campanha à la “Escola Base” que pode custar muito caro ao município.
Carlos Macedo, com quase 30 anos de vida pública, foi linchado pela imprensa abastecida por um delegado que não conseguiu provar nada em seu depoimento perante à Juiza. Não há firmeza nas acusações, não se apresentou provas e até as testemunhas arroladas pelo Ministério Público nada disseram sobre a participação do suplente na morte do titular. Muito pelo contrário, não o ligaram ao crime.
No âmbito do Legislativo outra alternativa não resta senão concluir que nada restou provado sobre falta de decorro, se até em plano criminal o processo caminha para a exclusão de Macedo da denuncia.
O que existe em abundância são contradições entre o que existe nos autos e o que foi publicado pela imprensa. Há pontos obscuros que nunca foram investigados, como milionárias apólices de seguro em favor da viúva de Nevada e a compra por Nevada de uma empresa que logo depois venceu uma concorrência milionária para prestar serviços à Petrobrás.

AFINAL, QUEM MATOU LUCIO DO NEVAD???

AFINAL, QUEM MATOU LUCIO DO NEVAD???

Porém, o depoimento mais ridículo foi o da viúva, dizendo que o assassino ligou várias vezes para a casa dela procurando Lúcio sugerindo ser ameaças e que gravou bem o número do celular que pertence a um dos acusados.
Quanta inocência para um matador profissional, dar pistas de que pretende matar alguém…
Como todo crime tem uma motivação, mais fácil foi montar uma farsa em torno de Carlos Macedo, beneficiário direto, além da esposa e os sócios da empresa que Lúcio comprara.
Desde longe, conhecendo a trajetória de Macedo, duvidei que fosse capaz de matar alguém, quanto mais o titular de um mandato eletivo se ele mesmo seria o “todo poderoso” da administração municipal.
O que está claro é que Carlos Macedo além de não participar não usou a Câmara para incorrer em falta de decoro. Se amanhã ficar provado que algum assessor porralouca está envolvido, que culpa ele tem? Demita-se o funcionário, que traiu a sua confiança de quem necessitava para trabalhos legislativos.
Como cassar Macedo se nem a Justiça o fez? Como o condenar se não houve trânsito em julgado? Como provar sua culpa se nem provas existem nos autos?