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Em toda orla, só em Niterói o mar arrebentou com calçadão

calçadão

Obra não resistiu a uma breve ressaca em Piratininga

Dinheiro jogado fora! Não demorou muito para o niteroiense descobrir que a administração do prefeito Rodrigo Neves, petista convertido ao PV, realizou uma obra de fachada no Calçadão de Piratininga. Uma marolinha à toa, botou tudo abaixo e muito mais, enquanto em outras cidades o mar não destruiu nada. No Arpoador, onde as águas invadiram a avenida, está tudo intacto.
A falta de qualidade das obras no Calçadão de Piratininga, que custaram fortunas aos cofres públicos, é visível. Cinco quiosques estão interditados, dois ameaçam desabar e outros estão também correndo sérios riscos. Ruiu tudo que havia sido reformado.

piratininga

Quiosque quase foi levado pelo mar

A saída para o Calçadão seria a construção d gabiões, iguais ao que o engenheiro Zeca Mocarzel construiu na praia da Boa Viagem, no Ingá, no primeiro governo de Jorge Roberto Silveira. Consiste num muro de pedras envolvidos por uma gigantesca malha de aço, capaz de suportar grandes impactos.
Com as pedras que estavam sendo retirada no tunel ligando Charitas ao Cafubá, que ninguém sabe pra onde vão, já poderia estar concluido grande parte do gabião. “Trata-se de uma obra relativamente barata se houver pedra em abundância”, previu Mocarzel na época.
Não fossem os gabiões da Praia das Flechas, o mar teria destruido a pista que sobre e desce para o Museu de Arte Contemporanea de Niterói.

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EX-CANDIDATO DISPARA METRALHADORA GIRATÓRIA E AMEAÇA DELATAR GERAL

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Wolney está cusindo fogo

Ao acrescentar mais um “ex” no seu currculo, Wolney se diz usado feito papel higiênico, dos dois lados Trindade saiu da disputa para a Prefeitura de Niterói gastando munição. Não poupou ninguém com sua metralhadora giratória, cuspindo raiva para todos os lados. Ele tinha como certa a vitória, considerando a elevada rejeição de Rodrigo Neves e a falta de experiência dos demais candidatos.

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Ex-governador Anthony Garotinho, dono do PR no RJ, preferiu ajudar Rodrigo Neves

Fizeram uma sacanagem comigo. Eu estava quieto no meu canto, não queria mais saber de política. Ofereceram-me muitos partidos, mas depois recuavam. Estive com o pé no PTB, mas o partido foi “comprado” pelo prefeito. Até que apareceu o PR, de Garotinho.

Antes de mergulhar de cabeça no PR, l Wolney ouviu as bases, buscou conselhos e até apoios político-financeiro. Botou uma casa pra vender para levantar recursos. Filiou-se ao PR e caiu em campo anunciando suas metas e prospetos. Empenhou-se em formar uma chapa para a Câmara Municipal.

Na qualidade de tocador das obras de Moreira Franco na cidade, Wolney tinha em mente concluir o que ficou faltando, a duplicação das estradas, a revitalização do Centro, prometida pelo PT e que não saiu do papel, a construção da Linha Azul.

Prometeu lutar contra a construção do Hipermercado Mundial na Rua Mário Viana, escaldado que estava acerca dos transtornos que o Supermercado Guanabara causou ao trânsito no Centro. “A Mário Viana não comporta um hipermercado. O trânsito ali vai parar, especialmente as linhas de ônibus que descem de Pendotiba e Piratininga. Curioso é que a licença do Guanabara foi dada num governo do PT, por Godofredo; e o do Mundial pelo petista Rodrigo Neves”.

Wolney acha que o partido foi negociado com Rodrigo, de modo a não lançar candidato e a apoiá-lo desde já. Ele não sabe onde vai enfiar a cara. “Fiz muitas reuniões, firmei compromisso, me comprometi com candidatos a vereador, tava vendendo uma casa, o carro e tudo para bancar a capanha. O que eu digo a esses apoiadores? Foi uma decepção muito grande parta mim e os eleitores, que ficaram sem opção – completou.

O ex-deputado ainda não sabe o rumo que irá tomar. Está desnorteado, aturdido, acusou o golpe. “Estou nocauteado, fui apunhalado pelas costas. Estou me sentindo um papel higiênico usado dos dois lados, sem reação, com nojo dos donos dos partidos”.