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O Senador Aécio Neves, do PSDB, pegou carona no horário gratuito do TRE para pedir se lançar candidato a presidente, pedir votos e convidar os eleitores do Estado do Rio com um “Vamos Conversar”.AÉCIO
Mas que cara de pau. Votou para a retirada dos nossos royalties e depois vem pedir voto aqui. Olélo de peroba nesse inimigo do Rio, São Paulo e Espírito Santo. Que vá pedir votos em outra freguesia. Se os eleitores desses estados derem um mísero voto a esse cidadão precisam ser muito sem-vergonha.
Já pensaram no que ele faria conosco caso fosse eleito presidente da República?
Fora daqui, Aécio
Deveria, sim, pedir desculpas aos cariocas e fluminenses p-or ter

MINÉRIO

TUDO BEM, ISSO É SÓ O COMEÇO, QUEREMOS DE MINAS, CARAJÁS E O OURO QUE EXTRAEM PELA AI…

SÓ PROTESTAR NÃO BASTA, É PRECISO SE SEPARAR DO BRASIL E CRIAR UM ESTADO INDEPENDENTE

Quebraram o pacto federativo, chega de encher os cofres de estados de políticos corruptos e sacripantas. A decisão do Congresso acerca dos royalties é uma provocação que merece uma resposta à altura. Vamos nos unir ao Espírito Santo e Sçao Paulo (ou quem mais quiser) e nos separar do Brasil.

Faz tempo que venho defendendo essa idéia. Rio de Janeiro, Capital Vitória. Quiçá, São Paulo, capital Rio de Janeiro. Ou vice-versa?

Basta de expoliação. Chega de ser usurpado. O mesmo ânimo que nos leva a protestar deve embalar nosso sonho de ser um estado independente do Brasil.

Tudo que está acontecendo é graças ao cretino do Lula, que enviou aquela bosta de projeto ao congresso. Se ficasse na dele, nada teria acontecido. Pior, não teve peito para controlar os efeitos e acabou com o pacto federativo. Fora, Lula.

Chora, Rio;

Ou lute.

Quando um governante precisa apelar para um Decreto e pedir à sua equipe de governo que economize, alguma coisa tem…

Quando o Decreto estabelece um limite de 10% para se economizar, soa como deboche, coisa digna dum  Odorico Paraguaçu. Seria cômico, se não fosse trágico o precedente criado por Dona Rosinha Garotinho, prefeita de Campos dos Goytacazes/RJ, ao baixar o Decreto 454/2011, já batizado de “Grajaú-Leblon”., numa referência a uma linha de ônibus da capital.

Em quem a prefeita quer dar o calote?

Economizar tem que ser um costume, tem que ser a regra, não a exceção.

Por que limitar a 10% a economia a ser feita? Por que não ao máximo, 100%, que era de se esperar que pedisse. Para mim, é o mesmo que pedir aos auxiliares que sejam honestos, que tenham moral, que tratem de economizar, limitado a 10%.

O “Grajaú-Lebon” é um soco na cara dos campistas, de todos nós. A uma, pelas contradições explícitas, pois economizar é sempre a palavra de ordem quando se trata de dinheiro público.

Ninguém perde o que não tem, assim como ninguém dá o que não pode.

Se a prefeita vê necessidade de obrigar sua equipe a fazer economia, cortar gastos, ela mesma reconhece que houve excesso, que não deu ao dinheiro público o cuidado que deveria ter.

O que significa esse Decreto, um calote de 10%? E os contratos firmados, os compromissos assumidos?

O que mais intriga são os “considerandos” do Decreto “Grajaú-Leblon”, qual seja a crise mundial, queda na receita com o petróleo da Bacia de Campos.

Mentira. A receita com o petróleo nunca esteve tão bem. Por baixo desse angu tem caroço…

ao mesmo tempo em que S. Exª a prefeita baixava o Decreto 454), recebi mensagens da Petrobrás com as seguintes informações:

– o Lucro da Petrobrás subiu 37%;

– a produção de petróleo aumentou 2,2% e a de gás 6,9%;

– que entraram em fase de produção mais dois campos (os de Aruanã e Brava), justamente na Bacia de Campos;

– que a Petrobrás colocou em operação a  a plataforma semissubmersível P-56, no campo de Marlim Sul,no dia 15/8;

– a agência de risco Mooody’s (a mesma que anda rebaixando países por ai) reconhece a melhora do risco da Petrobrás em moeda estrangeita de Bas1 para A3;

E mais:

– A ANP revela que os produtores privados já produzem 200 mil barris/dia;

– está a caminho (saiu hoje de Cingapure), a superplataforma de Eike Batista, a FSPO-OSX 1, que  chegará a Campos dentro de 38 dias para começar a produzir imediatamente;

– até julho, a Prefeitura de Campos já havia recebido R$ 566,8 milhões entre royalties e participações, indicando que já superou em mais da metade do arrecadado em 2010, representando um aumento de quase 10% só no primeiro semestre.

O que não dá para entender é que tudo indica que a receita de Campos com o petróleo deverá ficar bem próxima de 2008, quando teve seu melhor momento, beirando os R$ 1 bilhão 200 milhões.

De que (ou quem?) a prefeita tem medo?

ELEITOR TERÁ CONFIRMAÇÃO DE QUE FOI ENGANADO POR LULA/DILMA –

No vale tudo eleitoral, uma das principais manobras do presidente Lula foi deixar adormecido o projeto de lei 5940 (substitutivo do Senado ao Projeto de Lei 5938/2010), que previa a divisão dos royalties do petróleo da Bacia de Campos e outras mais com todos os municípios brasileiros.

Há nos estados de olho nos royalties quem não saiba a diferença entre uma plataforma de petróleo e a mula sem cabeça, botando fogo pelas ventas

Essa enganação gerou duas fabulosas  fontes de votos: uma para eleger Dilma Rousseff presidente da república e reeleger os autores da proposta; outra para enganar os eleitores das cidades ameaçadas de perder a maior parte do que arrecadam com os royalties do petróleo, mandando dizer que a Emenda Ibsen Pinheiro não vingaria mesmo tendo vingado nas duas casas do Congresso.

A candidata Dilma chegou a ser blindada pela imprensa, especialmente as redes cariocas  Globo e Record, que jamais arrancaram dela uma posição a respeito, se era contra ou a favor da nova divisão. E assim, blindada dos pés à cabeça, Dilma foi a mais votada no Rio de Janeiro, onde estava prometido que nada mudaria (mesmo tendo mudado), e também nos estados que não sabem sequer a cor do petróleo, aos quais estava assegurada uma boa fatia da arrecadação.

Como o eleitor se deixou enganar tanto assim?

Explico: a preguiça de raciocinar. Ora, estava evidente que alguém não seria beneficiado, que uma brutal mentira estava sendo arquitetada. Foi a mentira mais clara, cristalina que se viu. A maioria preferiu a mentira. E consagraram essa enganação. Agora, um dos lados vai perder. Seja qual for a decisão,alguém ficará no prejuízo.  Passada a eleição, a verdade virá à tona.

Mentir assim é um desserviço para a democracia.

Bem feito para o eleitor.

Em que pese o anúncio feito pelo governador preguiçoso, Sérgio Cabral, de que Dilma barrará a tunga nos royalties do petróleo a que tem direito os municípios produtores fluminenses, tudo indica que tal não acontecerá.

Na contramão do que diz Cabral, o líder do Governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT) e preferido por Dilma para ser o presidente do Legislativo em 2011, não descansa enquanto não votar a matéria até o final do ano.

Vaccarezza , o queridinho de Dilma, quer votar o quanto antes o projeto que prejudica o Estado do Rio

Vaccarezza chega a fazer planos para o que classificou como “trabalho árduo para contornar ressentimentos”. A quem se refere esse cara pálida? Ressentidos aqui só nós, do Estado do Rio (leia a subretranca abaixo).

Enquanto Sérgio Cabral dorme (como dormiu anteriormente, deixando de atuar quando a questão estava em nível de comissão, quando seria mais fácil negociar e então brecar o estrago), a Câmara Federal segue ligeira em frente, pronta para acabar com a compensação de cidades como Campos, Macaé, Niterói, seus vizinhos  e o Rio, enquanto capital.

Cabral, assim como demonstram os deputados da bancada do Estado do Rio, não estão atentos para a manobra que o presidente Lula (na época inspirado por Dilma), de retirar o pedido de urgência do Projeto de Lei 5938/09, que foi emendado por Ibsen Pinheiro, Humberto Souto e Marcelo Castro.

Uma vez retirado o pedido de urgência, o projeto – ainda que da iniciativa do Presidente da República – não teria tramitação imediata, não trancaria a pauta e ganharia um “embargo de gaveta”.

Só que o Senado pôs tudo a perder sem a menor objeção dos representantes do Estado do Rio. Criou e aprovou um substitutivo, deu a ele o número 5940/09, incluindo as emendas de Ibsen e outros mais, instituindo que a União pague por seus próprios meios os prejuízos dos municípios do Rio.

De que adiantou retirar o pedido de urgência do PL 5938/09??? De nada, nadica de nada.

O PLANO DE DILMA, VIA  LÍDER DO GOVERNO

O líder do Governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou que a pauta de votações para novembro e dezembro deverá ficar restrita às medidas provisórias, ao Orçamento e à complementação do pré-sal. Ele pretende ligar nesta segunda-feira para os líderes da oposição “para sentir o pulso” e negociar a votação desses temas.

O fundo social do pré-sal e a regulamentação do modelo de partilha foram citados pela presidente eleita, Dilma Rousseff, entre as prioridades de seu governo e precisam de votação em segundo turno pela Câmara.

Dilma parece ter raiva do Estado do Rio, promete não mexer nos royalties e faz coisa muito diferente


“Se considerarmos as terças e quartas-feiras, teremos apenas 11 dias de votações, e há mecanismos que facilitam muito a obstrução pela oposição, especialmente quando há medidas provisórias. Será um trabalho árduo para contornar os ressentimentos”, disse o líder. Em razão do pequeno prazo e das dificuldades políticas, ele admite que os projetos do pré-sal podem ficar para o ano que vem.

Em relação ao prazo, há um outro agravante, na opinião de Vaccarezza, que é o fato de o regimento não permitir sessões deliberativas da Câmara e do Senado quando a Comissão Mista de Orçamento estiver votando. Como a votação do Orçamento é obrigatória para haver recesso parlamentar no fim do ano, o líder admitiu a possibilidade de a comissão funcionar em dias em que tradicionalmente não há sessões deliberativas do Plenário.

Vaccarezza reiterou sua disposição de concorrer à Presidência da Câmara no ano que vem, mas salientou que só fará isso se seu nome for consensual na base de apoio ao governo. Como o PT elegeu a maior bancada na Câmara e o PMDB no Senado, o líder sugeriu que os partidos se revezem na ocupação dos cargos de presidente em ambas as Casas, ficando o PT na Câmara e o PMDB no Senado no primeiro biênio, havendo a troca, nas duas Casas, no segundo biênio. (Fonte: Câmara Federal)

O megaultrabilhardário Eike Batista acaba de ficar um pouco mais podre de rico. Aos poucos, ele está chegando perto de provar o que até a Petrobrás negou durante anos e anos: que existe petróleo em terra firme no município de Campos. A sua OGX Petróleo e Gás, empresa brasileira de óleo e gás natural responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil, acaba de anunciar que descobriu petróleo em águas rasas do mar de Farol de São Tomé.

Sonda descobridora, onde morreram dois operários em maio deste ano

Mesmo assim, serão feitas prospecções até quatro mil metros. Segundo a OGX, “foi identificada presença de hidrocarbonetos na seção aptiana do poço 1-OGX-20-RJS, no bloco BM-C-41, águas rasas da parte sul da Bacia de Campos. A OGX detém 100% de participação no bloco.” Informa ainda: “- Em sequência às descobertas realizadas nas seções maastrichtiana e albiana, a perfuração do poço OGX-20 prosseguiu até a seção aptiana, onde foi identificada uma coluna de hidrocarbonetos de aproximadamente 128 metros e net pay em torno de 42 metros em reservatórios carbonáticos.

A perfuração do poço OGX-20, prospecto Tupungato, continua em andamento até a profundidade total de aproximadamente 4.000 metros.” O poço OGX-20, localizado no bloco BM-C-41, situa-se a aproximadamente 85 km da costa de Campos, onde a lâmina d’água é de cerca de 130 metros. A sonda Ocean Ambassador iniciou as atividades de perfuração no dia 05 de setembro de 2010.