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Não é segredo para meus amigos que me encontro gravemente doente, lutando para prolongar a vida de meu corpo físico, abrigo de meu espírito.

Em abril completam-se três anos dessa jornada. Quero que saibam: se estou vivo e relativamente bem é graças à assistência de um grande amigo; o Vereador GALLO.

gyallo

Ele não gostará DE ver isso, mas, meus amigos aos quais peço sempre que votem nele a cada eleição, precisam saber. Se estou vIvo é graças a GALLO.

Não vou descer ao nível dos detalhes, mas é imperioso dizer que GALLO me assegura assistência médica e alimentar, sem o que eu não existiria.

Desde 1986 nós estamos juntos. Ajudei sim a transformar GALLO no maior, no mais digno e honrado vereador de Niterói, sempre com lealdade e imenso apreço, como servidor que sou do legislativo.

Agora, na adversidade, quando tantas pessoas ass quais ajudei ao longo da vida“tão nem aí”, GALLO não me falta. Isso sim é amizade.

E não me importa o desprezo daqueles que ajudei a conquistar poder politico e econômico.  Eu conto é om  GALLO.

Na data de hoje, durante os primeiros anos da ditadura militar de 64, morreu Carlos Lacerda.

Dono de uma oratória sem igual, eis aqui uma rara oportunidade: ouvir Carlos Lacerda em ação. Sem berros, sem gritos e estardalhaçados. Esse discirso faz da Carta Testamento de Getulio num folhetim mal acabado.  Aprendam com que soube ser jornalista e político.

Campos esta num beco sem saída. Seu povo reage, tenta mudar,
mas descobre que foi sendo seguidamente enganado, traído e roubado.

Deputado Roberto Henriques

Parece inútil a mudança, posto que sempre trocaram seis por
meia-dúzia, mantendo no poder métodos e sistemas de um grupo político perverso  e vingativo, chefiado pelo Senhor Anthony Garotinho, que teve a graça de chegar  a ser Governador do Estado, de eleger a mulher dele sucessora, mas que não  conseguiu se impor como uma liderança de respeito nacional. É um anão do baixo clero do Congresso de Brasília.

Qual político de expressão é liderado por Garotinho? Sobre  quem exerce influencia? Nenhum e ninguém. E olha que passou por ele toda sorte de políticos fluminenses, além de todos os campistas das ultimas décadas. Ele não  tem supremacia moral e intelectual sobre nenhum deles, é o rei da unanimidade contra.

Seu projeto megalomaníaco é manter a cidade de Campos como  sua propriedade particular, podendo dispor de suas coisas e seus tesouros como  bem quiser, como uma fazenda que vai passando de pai pra filhos e pras viúvas.

Foi num ambiente sombrio e de descrença como  Campos vive hoje que pairava sobre o povo  americano no inicio dos anos 2000 em  que  surgiu Barak Obama, um visionário, um sonhador, um negro cujo nome trazia à  lembrança a imagem do maior inimigo do país, o demolidor Osama (Bin Laden). Eleito deputado Estadual por Illinois, senador logo depois e atualmente Presidente da República, quando tudo lhe era adverso. Parafraseando seu slogan de campanha, Campos haverá de ter audácia para mudar (o de Obama era Audacia da Esperança).

Nasci em Campos. Foi lá que aprendi a defender a liberdade e o bem. Tive os melhores professores, Iracema Maria Isabel, Américo Rodrigues da  Fonseca (meu segundo pai), Magdala França Vianna, Arlete Sendra, Fernando Silveira,  Alvaro e Laninho Barcelos, do inesquecível Fonema, Antonio Sarlo, para citar alguns. Paulo Gomes, Alvaro e Luciano D’angelo que se esforçaram inutilmente para eu aprender matemática…

Nada pessoal contra Garotinho e sua esposa, que ele batizou  de Rosinha, impôs aos familiares dela, a Campos e ao Estado. Mas, historicamente, sua vez já passou. E Campos sabe disso. Ele desistiu de ser um líder político para ser um aproveitador, optou por ser um malfeitor político. E nisso está se superando, é campdeão. Uma pena!

Campos tem que dar um basta a esse descalabro. Afinal, a cidade pertence aos seus mais de 400 mil habitantes e não à família Garotinho, passando de pai pra mãe, de mãe pra filhos e quiçá para netos como se fosse um  fazendão. Não. Campos tem dono, mas é ao povo a que pertence.

Por pouco, muito pouco, o campista não ficou sem escolha… E
fatalmente , “pra não perder o voto”, haveria de dar mais um mandato à família Garotinho.

Porém, a cidade tem escolha sim. Surge no horizonte a figura de Roberto Henriques, deputado estadual, tal qual  Barak Obama o foi e que não precisou mudar de nome para vencer as eleições mais importantes do universo (só lembrando que o Sr. Anthony o fez). E Roberto já deu a Campos o aperitivo, um gostinho do que é capaz, de agir com austeridade, sensatez, honra e sobretudo coragem.

Sim, coragem para romper com o circulo vicioso que se instalou na cidade; coragem para mudar e oferecer aos campistas um novo ambiente, mais digno, próspero e honroso; coragem rechaçar as propostas indecorosas e cerrar ouvidos à cantilena dos corruptos. Coragem para fazer de Campos o maior município do Brasil, pois a cidade é rica, mas seu povo é pobre, muito pobre e sacrificado.

Os campistas tem escolha, graças a Deus! E ainda bem.