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Partido decide coligar com o PV (prefeito) e PPS (vereador)

robert

Robert Voss, presidente do PSL de Niterói

O Partido Social Liberal – PSL – de Niterói realizou sua convenção municipal com vistas as eleições de outubro. O partido decidiu por delegar poderes à Comissão Executiva para se coligar com outros partidos com vistas à eleição para vereador e com o Partido Verde – PV para prefeito e vice-prefeito.

Segundo o presidente da legenda, o administrador Robert Voss, os filiados preferem que seja feita coligação com o0 PPS. “Em razão disso, optamos pela escolha de candidatos com perspectiva de grande votação de modo que o partido tenha uma grande representação”. Voss estima quer uma coligação com o PPS pode eleger quatro vereadores.

– Estamos apresentando cinco nomes com grande peso eleitoral e a se confirmar nossas previsões esperamos eleger todos os que indicamos – estimou o] presidente do PSL.

Sobre coligação majoritária, Voss disse que “caminhar com Rodrigo Neves era uma tendência natural, pois o partido tem a liderança do governo na Câmara Municipal. Agora, é trabalhar para que nossa coligação vença no primeiro turno.

Os candidatos a vereador do PSL serão: Luiz Carlos Gallo de Freitas, com o número 17000; Cláudia Regina de Azevedo Fernandes, 17888; Mário de Mello Figueiredo Junior, 17333; Alcimar de Castro Brandt, 17110 e Fábio da Silva Veloso, 17777. A convenção foi prestigiada por Eduardo Caminha, chefe de gabinete do Deputado Comte Bittencopurt, presidente regional do PPS,

CONFIRMADO: PREFEITO SAI DO PT PELOS FUNDOS

rodrigo e pv

REPRODUÇÃO da Internet, Rodrigo e a cúpula do PV

Conforme informamos (leia aqui) há meses, o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, abandonou o PT para se filiar ao Parido Verde, na tentativa de se afastar da legenda de maior rejeição na cidade. A saída foi ccomunicada em sua página no Twitter. A rigor não muda nada, pois apesar de abandono, o Partido dos Trabalhadores não abandonará Rodrigo Neves. Vai integrar a portentosa coligação (chamada de Pacto) que inclui ainda o PDT, PMDB,PCdoB, PPS e partidos nanicos. Rodrigo conseguiu fazer o ex-governador Anthony Garotinho, presidente regional do PR, retirar a candidatura de Wolney Trindade temem apoiá-lo. Será um rolo compressor.

Apesar de Rodrigo Neves dizer no Twittr que o PV não tem recursos, sua coligação será composta por partidos com grande peso financeiro, como PT e PMDB, o que lhe permitirá ter maior volume de recursos o fundo partidário, único meio de financiamento das campanhas.

Rodrigo chegou a cogitar ir para o PDT, mas fez opção pelo PV. O PDT, pelo acordo, deverá indicar a deputada Tania Rodrigues para vice.

 

OPINIÃO

Rodrigo Neves saiu vitorioso na guerra de partidos. Mas fez um estrago no PDT tão grande que fortaleceu Felipe Peixoto, vitimado nesse processo, de vez que estava em campanha para vencer Rodrigo as eleições. Perdeu antes, par não dizer que morreu na praia.

A reengenharia política de Rodrigo só foi possível graças à ajuda de Jorge Roberto Silveira, dono do PDT. Aliás, esse foi o segundo erro fieipino em relação a Jorge O primeiro foi nas eleições de 2012, quando preteriu o seu apoio. A outro ao assumir a Executiva do partido e se distanciar de Jorge, que ficou facinho, facinho para Rodrigo Neves.

Esse troca-troca, vai-e-vem, acabará favorecendo os candidatos de oposição, que assistem de camarote o sucedido, como José Seba, Antônio Rayol e Flávio Serafini. Todos juntando munição para disparar contra Rodrigo e aliados. E não faltarão argumentos.

“Pacifica” o PDT é fácil. Não haverá quem não brigue por generosos cargos na admitirão do agra verde Rodrigo Neves.

 

 

Políticos tradicionais de Niterói perderam o mandato.

O lance mais dramático da eleição foi protagonizado por Magaldi e Cal. Com 98% das urnas apuradas, Magaldi estava 13 votos na frente de Cal (foto abaixo). No último momernto, chegaram cinco urnas da 113 Zona Eleitoral, da região central da cidade.

Magaldi somava 3.135 votos e Cal 3.118. Tudo parecia indicar a Vitória de Magaldi. Porém, nas urnas do Centro, Cal era o mais votado. Ao concluir a apuração das cinco ultimas urnas, Magaldi conseguiu apenas mais dois votos enquanto Cal obteve mais 31 votos, totalizando 3.151 votos contra 3.137 de Magaldi.

Que azar o de Magaldi. Justamente no Centro, onde Cal foi o mais votado, com 1.197 votos, vencendo até Gallo (2º colocado na região) Paulo Eduardo, Renatinho e Bagueira.

Magaldi só volta à Câmara se Felipe Peixoto vencer o segundo turno para Prefeito

Outra eleição complicada foi a vitória de José Vicente sobre o irmão, José Augusto, que perdeu a eleição. É que José Vicente concorreu com recurso ao TSE, impetrado pelo Ministério Público Eleitoral, com base na lei da ficha suja. Se o TSE reformar a decisão do TRE fluminense, José Vicente será cassado e em seu lugar entrará o irmão. Há ainda uma ação do PPS por infidelidade contra José Vicente, mas sobre ela falaremos depois do 2º turno.

Este é José Vicente, que em apenas três meses fez sua campanha e venceu o irmão.  Mas ele concorreu com recurso, pois o Ministério Público quer enquadrá-lo na lei da ficha suja.

 

 

José Augusto Vicente ficou na primeira suplencia do PPS e perdeu o mandato. Pode ser beneficiado se o irmão José Vicente tiver o registro cassado pelo TSE.

 

Vice-prefeito de Niterói, José Vicente Filho (PPS), segundo a listagem do Tribunal de Contas do Estado não poderá ser candidato este. Segundo o TCE, José Vicente foi condenado no julgamento de suas contas na época em que foi presidente da Câmara Municipal, no episódio conhecido como “Farra do Paletó”, em que ordenou pagamento indevido a vereadores e teve que devolver a quantia aos cofres públicos.

José Vicente Filho (de frente) teve o nome incluído na lista dos “Ficha-suja” do Estado do Rio pelo TCE

O fato de constar da como “ficha suja”, a decisão sobre o registro ou não de candidatura é do TRE-RJ, pois José Vicente devolveu o dinheiro aos cofres públicos com juros e correção monetária. Mas a justiça tem entendido que o fato de repor o dinheiro nao isenta o “ficha suja” de culpa.

José Vicente foi vereador por 11 mandatos, um recorde no país, interrompido para ser vice-prefeito de Jorge Roberto Silveira. Ele pretendia concorrer a vereador e lançar o irmão, José Augusto, que também é vereador do PPS como vice na chapa de Jorge Roberto.