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Acesso à Região Oceânica está fechado por Santa Rosa. Ordem é fechar tambem a Cachoeira

fogo

Mário Viana fechada pelo fogo

A morte de dois traficantes num confronto com a Policia gerou uma explosão de protestos agora na subida da Garganta, no complexo do Viradouro, em Santa Rosa. Carros e ônibus não passam. Ouviram-se tiros, o que aumentou ainda mai a tensão.

Com paus, pedras e fogo, os moradores protestam  supostamente porque uma menina de 12 anos que estava na linha de tiro foi atingida  e está internada.

 

ACONTECEU HOJE EM FRENTE AO PALÁCIO DA PRESIDENCIA DA REPÚBLICA

fogo
Um homem, aparentado ter 45 ou 50 anos, tacou fogo no próprio corpo em frente ao Palácio do Planalto. A tenativa de suiidio é a primeira na história de Brasília e a policia ainda está cautelosa quanto a confirmar se a vitima quis protestar e tampouco se contra ou a favor da Presidente Dilma.
O homem chegou bem próximo do Palácio com uma garrafa pet com combustível, banhou-se com o líquido e depois ateou fogo. A cena foi assistida por soldados da guarda presidencial, que nad puderam fazer. Com queimaduras em todo corpo, foi levado para o Hospital de Base de Brasília.

A Morte de Alex Mariano Franco (esq.) gerou indignação

A Morte de Alex Mariano Franco (esq.) gerou indignação

O comércio estabelecido em Niterói vem, por meio de suas entidades representativas abaixo assinadas, manifestar seu protesto quanto à insuportável situação de violência e insegurança pública que aflige a cidade. Como é de amplo conhecimento, a ex-Capital do Estado vem seguidamente sendo palco de graves crimes, numa espiral por
demais assustadora — tanto pela ação desabrida e sanguinária dos bandidos, quantopela falta de resposta à altura, por parte das autoridades policiais.
Se chegamos a tal ponto devido a múltiplos fatores, pelo menos três deles são bem conhecidos. Destes, pior e mais antigo (vem desde a Fusão) é o esvaziamento dos
aparatos policiais: o 12º Batalhão tem efetivos cada vez menores, enquanto a
população local cresce vertiginosamente ano após ano. O segundo motivo é a
frequente troca de comando no policiamento local, o que evidentemente dificulta a
consolidação de estratégias e planos de ação. A terceira causa diz respeito à
implantação das UPPs no Rio de Janeiro, ocasionando uma intensa — e previsível —
migração de criminosos para os arredores da Capital.
As consequências estão bem à nossa volta. Comerciantes e clientes sendo mortos em
assaltos a estabelecimentos, agressões físicas a transeuntes, ataques em “saidinhas
de banco” e confrontos entre quadrilhas, hoje, compõem um quadro de temor
generalizado, afetando indistintamente crianças, adultos e idosos. Mais do que nunca,
a população tende a ficar em casa, por se sentir refém do poder dos bandidos. Com
isto, as vendas se retraem, e o comércio sofre efeitos imediatos. As maiores perdas,
porém, são as de vidas de cidadãos decentes e trabalhadores, como foi o caso do
lojista Alex Mariano, assassinado dias atrás à luz do dia, em pleno Centro da cidade.
Diante de um duro cenário como este, ficamos estarrecidos diante de notícias como a
desativação de cabines da PM. Ou ainda diante de declarações como as do novo
comandante da Polícia Militar, ansioso por formar 1.500 recrutas para que atuem na
comunidade da Maré, sem nenhuma menção ao nosso 12º Batalhão.
É contra isso que estamos protestando.
Queremos o início de uma nova era nas políticas governamentais para com a antiga
Capital fluminense. Niterói não mais pode ser vista e tratada como mera periferia de
remota importância, relegada a receber recursos flagrantemente incompatíveis com as
suas necessidades.
Queremos nos reunir — o quanto antes — com o Sr. secretário de estado de
Segurança Pública e seus auxiliares diretos, visando obter providências imediatas,
concretas e persistentes no combate à criminalidade em nossa cidade. Não vamos
admitir soluções cosméticas ou momentâneas.
Queremos poder prosseguir em nossas rotinas, prestando nossos serviços à
população, mantendo empregos, recolhendo impostos e movimentando a economia
local e regional.
Em suma, queremos paz.
Que as autoridades façam a sua parte. E já.

Que Caco Barcelos é mau colega todo mundo sabe. Que é um inventor de noticias também. Esperava que tivesse aprendido com o passar dos anos. Chega me dar arrepios lembrar dos momentos que juntos passamos, o X-9 da imprensa nacional. A ultima cobertura de que participamos juntos pela mesma organização foi a morte do crioulo nota 10, em Copacabana, por um policial federal. Deu em nada, claro que com uma ajudinha do Caco… Ao invés de esclarecer  que o Nota 10 do crioulo era referente às notas dez que seus sambas conquistavam, Caco fazia parecer que era uma questão de raça, que aquele negro era um nota 10. Os outros, 5,4,3…

Mas nada justifica transferir para ele o ódio que o povo sente da Rede Globo, como demonstra o vídeo que a emissora jamais irá exibir. Afinal, Caco é parte dessa história de manipulação da noticia.

CANDIDATO DO PT NADA FEZ POR NITERÓI

Rodrigo Neves já é um político de muitos mandatos. Enquanto vereador justificava-se o nada que fez pela cidade. Afinal, era da oposição, até o PT compor com Jorge Roberto e arrumar uma boquinha para Rodrigo ser Secretário de Ação Social, ficar mais próximo de Jorge Roberto e assim sedimentar sua pretensão de ser o vice-prefeito em 2000. Também nada fez como secretário municipal, a não ser aumentar a quantidade de passes-livres para ônibus, o suficiente para se eleger deputado estadual.

Rodrigo ri de que? Só pode ser de deboche

Nessa condição, não se tem registro de nenhuma obra, benfeitoria ou coisa assim que o deputado Rodrigo Neves fez pela cidade. Pior: ele se destaca justamente pela omissão, pelo que não fez, pegando carona no esforço alheio, como no caso da indústria naval, cujo soerguimento começou com Fernando Henrique, lá atrás,

O que Rodrigo Neves pode bater no peito e dizer: eu fiz? Nem o Liceu, onde se projetou, mereceu a atenção dele. Estão lá, alunos e professores desprezados por Rodrigo. Além de omisso o moço é ingrato, nada fazendo pelo Liceu Nilo Peçanha. Que dizer de quando o Governador decretou a extinção do Colégio da PM no Fonseca! A mesma  vista grossa

A omissão do deputado Rodrigo Neves tem efeito devastador. Mesmo tendo a pretensão de ser candidato a Prefeito de Niterói, assistiu de camarote (quiçá não estimulou?) ao Governador Sérgio Cabral se desfazer do patrimônio público de sua cidade. A desprezar a segurança pública. A começar pela Escola Superior de Polícia Militar, revelando que não tem a menor preocupação com a educação. Nada fez para impedir que aquele patrimônio cultural e arquitetônico fosse negociado a preço de banana pelo governador, deixando o ensino superior público de Niterói banguela.

Que se dane o Colégio da PM. Rodrigo nada fez

Como acreditar que Rodrigo Neves se preocupa com a educação? Teve a faca e o queijo na mão, era um braço do governador e  nada fez. Nadinha. Seu adversário mais direto, Felipe Peixoto, ocupou-se juntamente com o vereador Gallo de tentar impedir a venda, tornando a Escola Superior da PM e seus entornos patrimônio público de Niterói. Mas perderam, pois o prefeito era Godofredo e o deputado de  Godofredo era Rodrigo Neves.

Rodrigo era o Deputado de Godofredo, de triste memória

Veio a venda do Caio Martins. Depois da tentativa de transformar o Campo de São Bento em estacionamento, ninguém esperava que fosse aparecer uma proposta igualmente absurda e acachapante, mais ridícula do que fazer desaparecer o Caio Martins. E a briga foi grande, enorme. E onde estava Rodrigo Neves naquela hora de medo e pavor de uma cidade agredida com a violência e inusitado da proposta? Em qualquer lugar, menos na trincheira em defesa do Caio Martins. Não há registro da intervenção de Rodrigo em defesa da cidade.

Como alguém tão omisso assim pode ter a pretensão de se eleger prefeito da cidade?

Esta escola não existe ,mais graças à omissão de Rodrigo e Godofredo

Na questão das Barcas ficou patente o desprezo. Antes, uma passagem de ônibus equivalia a 10 passagens nas barcas, Hoje, o preço dobrou, as barcas estão mais caras que os ônibus e o serviço piorou. Enquanto se demorava 25 minutos numa travessia no barcão, hoje se leva quase uma hora, entre a travessia e a espera em pé, dentro e fora da estação.

Area onde foi a ESPM e seu entorno não existe nada

Pode-se até dizer que Rodrigo Neves é pai e mãe da degradação das Barcas, tal sua falta de interesse em agir. O tal bilhete único só dá direito a uma passagem por dia. O coitado do usuário, pensando estar pagando menos, nem percebe que foi gatunado na roleta ao ultrapassar o máximo permitido de uma só viagem.

Esses são alguns exemplos que precisam ser mostrados e sobre os quais o Sr. Rodrigo Neves deveria se explicar para a população de Niterói e dizer por que não fez nada. Outros serão mostrados nesse espaço como forma de alertar os eleitores para o risco que correm.

Estudantes, seus pais e professores foram pra rua impedir o fechamento da escola

Prefere, isso sim, levar o debate para comparações entre Lula e Jorge. Ora, Jorge Roberto veio levando porrada direito e Lula e Dilma enaltecidos. Jorge foi crucificado pela fatalidade das chuvas como se Niterói não ficasse no Brasil, no Estado do Rio e que estava a merecer a atenção tanto do presidente quanto do governador.

Por que sobrou apenas para Jorge Roberto?

Porque Rodrigo e outros mais não pretendiam ser presidente da República nem governador. Cobiçavam o cargo de prefeito e para tanto era preciso culpar Jorge. E culparam. Não tem propostas, tem um culpado para mostrar, esquecendo o passado glorioso de Jorge Roberto Silveira;

Eu não esqueci.

Niterói do brilho é de todos. Niterói da chuva, da lama, dos deslizamentos é só de Jorge? E os demais políticos, como Rodrigo Neves e Sérgio Zveiter, o que fizeram pela cidade para evitar a tragédia?

Nada, como sempre.

É assustador.

Na Avenida Paulista (SP), nas proximidades da Estação Brigadeiro do Metro, um grupo protesta violentamente contra a democratização dos países árabes.

Nunca julguei que a direita fosse capaz de tal coisa num país democrático, como o Brasil, onde impera a liberdade. É ódio puro. Sem o menor respeito pelos brasileiros, espalharam cartazes horrendos pelo chão, de crianças mutiladas, corpos destroçados, imagem que os veículos de comunicação nos pouparam, pois jornal, revista ou TV não foram feitos para se ter nojo.

E lá estão os órfãos  dos mais sanguinários ditadores do mundo árabe, legitimamente depostos pela população.

Em meio àquele mar de sangue e restos de gente, especialmente crianças, não pedem o fim da rebelião. Querem a volta dos ditadores, como se fosse possível ressuscitar Sadan, Kadaffi e seus filhos.

Entoam cânticos e exalam ódio  contagiante. Vão além: provocam, querem brigar e agredir quem não  aceita o sentido da manifestação nem os meios utilizados. Quem passa por ali não  tem como não enojar. Radicais e intolerantes, não respeitam o sentimento de fraternidade que move o Brasil nessa época. Apenas destilam ódio, numa demonstração de que além de improdutivos  são perigosos.

Peço desculpas a todos que me conhecem. Nunca me imaginei  escrever condenando o direito de manifestação em nosso país. Para chegar a esse ponto, peço que entendam, foi porque a coisa se revelou muito, mas muito muito violenta e incompatível com os nossos foros de civilidade.

Aquela gente ali tem que ser vigiada de perto (que vergonha, meu Deus!, ter que falar isso), pois beira o descontrole a reação, indicando que estão sujeitos a estender ao Brasil o ódio e seus métodos na razão direta dos conflitos no mundo árabe.

 Quero ver o que acontecerá se os que defendem as revolução dos povos árabes baterem de frente com os órfãos da ditadura… e a PM de Sampa tá nem aí. A Polícia Federal parece que está escoltando Papai Noel..

A diplomacia universal impede que exilados participem de atos políticos. Manifestação pacífica, sim, respeitando nossos hábitos. Fazer da Paulista uma esquina de Damasco é que não dá.

 Danem-se os bombeiros destrambelhados e seus salários de fome.

A sociedade do Rio de Janeiro é hipócrita. Na hora da dor, quer a asssistência imediata do Corpo de Bombeiros, ao qual paga – por intermédio do governo do Estado – a mixaria de R$ 900,00. Nem serventes de pedreiro ou domésticas, dos quais não se exige qualquer preparação, aceitam trabalhar por menos disso.

O povo do Rio (leia-se especialmente: Ordem dos Advogados, Associação Brasileira de Imprensa, Centrais Sindicais tipo CUT, CGT e Força Sindical, igrejas de todos os cultos), caminha indiferente à crise salarial dos soldados do Corpo de Bombeiros e seus US$ 15,00 por dia. E, com esse salário, esperam que os bombeiros acorram prontamente aos incêndios, promovam resgates em acidentes, afogamento, tirem gatos de árvores e cadáveres das ruas, entre outras atribuições.

Não fosse esse um povo indiferente, em cada janela do Estado do Rio haveria um sinal de apoio à justa causa que professam, indicando que temos um bom coração e nos importamos com nossos heróis.

É essa indiferença que dá ao Governador Sérgio Cabral o direito de nos envergonhar perante o mundo e que levou os bombeiros ao desespero e destrambelho. A Cidade Olímpica, no país da Copa de 2014, é assim, de bombeiros amotinados, tratados como bandidos, porque ganham uma miséria, reclamam melhores salários, melhor formação e material.

As centrais sindicais tão nem ai pela reivindicação, pois militares não tem sindicato e nem lhes dão lucro. Ah se fossem os metalúrgicos de Lula…

 Eu me recuso a fazer parte dessa massa omissa. E por intermédio desse espaço faço meu papel de cidadão que vive e mora nesse Estado do Rio de Janeiro.

Governador, pegue meu rico dinheirinho via impostos e taxas e remunere condignamente os valorosos soldados e oficiais do Corpo de Bombeiros. Tome vergonha na cara e pare de ridicularizar o Rio perante o universo das nações.