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PV deve lançar chapa “puro-sangue pangaré”, isolando o PDT

Já está tudo pronto para as principais convenções partidárias para as eleições em Niterói. O ex-deputado Felipe Peixoto, do PSB, vai promover sua convenção dia 2 de agosto. Às 17 horas, será proclamado o resultado, deixando em aberto a possibilidade de coligação com vários partidos, a critério da Comissão Executiva, o maior deles o PSDB, que deverá indicar o ice.

Rodrigo Neves vai promover a convenção do PV será. no dia 4 de agosto, o mesmo horário. Apesar da garantia do Partido dos Trabalhadores na sua coligação, Rodrigo quer os petistas longe para não contaminar sua campanha. Até agora, o prefeito não explicou a razão de ter saído do PT. Nos meios políticos sabe-se que foi uma forma de evitar o desgaste de ser petista e enganar o eleitor.

Ao contrário do ue foi acertado, o PDT não deverá indicar o vice-prefeito d chapa, que srá um legítimo “puro-sangue pangaré”, com Grael de vice mais uma vez.

 

 

 

Delegado Rayol vai ajudar a derrotar Rodrigo Neves. Como no combate ao crime, quer por fim à farsa do governo do PT


Por Paulo Freitas – O delegado federal Antonio Rayol, do PSDB,vai abrir
mão de sua candidatura a Prefeito de Niterói e  será indicado pelo partido para vice-prefeito na chapa de Felipe Peixoto (PSB). Essa possibilidade foi admitida pelo ex-deputado Silvio Lessa, presidente do PSDB em Niterói e articulador da pré-campanha de Rayol.
– É uma tendência – foi udo o que disse o líder do PSDB na Câmara Municipal, vereador Bruno Lssa, filho de Silvio, sem negar nem confirmar. Nos últimos dias, todos tem se reunido e alinhava os rumos ue deve tomar a coligação e traçando projetos para uma eventual vitória no primeiro turno, com ênfase na segurança pública, saúde e educação.
Rayol é um policial de elite que chegou aos maiores níveeis na Policia Federal. Caberá a ele desenvolver a política de segurança pública para a cidade de modo a frear a violência que aumentou no governo de Rodrigo Neves. Sobre a composição com o PSB de Romário e Felipe, Silvio Lessa já havia se manifestado em entrevista ao repórter Andeson Madeira:
– Precisamos nos unir já para vencer o petismo em Niterói. Felipe e Rayol representam a nova politica, tem novos horizontes e tem os mesmos ideais de honra e dignidade. Natural que acabassem  se juntando em pról  do melhor para a cidade – anunciou Silvio Lessa em matéria do diário “A Tribuna”, de Niterói.
No contexto da aliança, o delegado Antonio Rayol irá comandar toda politica de segurança pública de um eventual governo de Felipe Peixoto. Ele obteve a certeza de irrestrito apoio às propostas que vinha defendendo, como a do aniquilamento do tráfico de drogas via o combate à dependência e formação centros de acolhida de viciados.

CENTROS DE RECUPERAÇÃO

Como não existem centros públicos para recuperação de drogados, a idéia de Rayol é criar vários deles Onde houver necessidade, onde o tráfico se mostrar soberano, a prefeitura vai atuar, tirando dependentes do vicio e impedindo que outros entrem.
A maior parte dos crimes praticados n cidade está relacionada com o tráfico de drogas. Rayol propõe que a Prefeitura e outros órgãos trabalhem na assistencia aos viciados e desenvolvam programas de erradicação da dependência química na cidade. Só desse modo, sem consumidor, as drogas deixariam de represesentar o braço do crime na cidade.
Rayol deverá ser o super-secretário de Felipe, encarregado de implantar r todos os programas que havia elaborado para sua campanha, caso fosse concorrer pelo PSDB. Todos os compromissos assumidos na pré-campanha de Antonio Rayol serão cumpridos por ele mesmo.

Em recente publicação nas redes sociais, o Delegado Rayol denunciou  que existe um conluio entre traficantes e politicos de Niteói, associando o aumento da violência na cidade à promiscuidade entre o crime organizado e agentes políticos.

felipe no psb

Felipe foi a Brasiia se filiar ao PSB de Romário

A saída de Felipe Peixoto esfaceou o PDT. A rendição já estava traçada desde que o ex-prefeito Jorge Roberto procurou Felipe paraa dizer que gostaria que o prefeito Rodrigo Neeves gostaria de se filiar ao partido. “Sem prolemas, eu saio e ele entra”, teria dito Felipe a Jorge. Ainda assim, Jorge ponderou que Felpe ouvisse o que Rodrigo tinha a dizer. O prefeito foi farto em elogios ao ligar para o até então presidente e candidato do PDT.
Jorge intermediou um enccontro pessoal entre os dois, mas já que Felipe estava determinado a sair, resolveu não ir. É que gato escaldado tem medo até de água fria. Felipe, hoje, poderia estar governando o Estado do Rio, pois seria vice de Pezão. Até a véspera do registro da chapa, Felipe seria o vice, mas o presidente Lupi decdiu não fazer a aliança. Felipe não teve chances sequer de se lançar candidato a estadual, pois Lupi não lhe deu vaga e havia um trato de apoiar Comte Bittencourt.
Todo time de Felipe trabalhou para Comte. Uma vez eleito, Comte firmou acordo com Rodrigo Neves e abandonou Felipe. Aos 45 minutos do segundo tempo, no apagar das luzes das definições de candidaturas, o presidente Nacional do PDTencontra-se com Rodrigo Neves e toma conhecimento da propsta do petisa. Lupi sugere que Rodrigo se entenda com Jorge Roberto e Felipe Peixoto. Por Jorge, tudo bem. Mas Felipe lembrou-se de 2014.
Concluiu que seria enrabado mais uma vez e resolveu não correr o risco de não poder ser candiato a prefeito pelo PDT.
Errou, sim, ao utilizzarr as dependencias do partido par seu comício de despedida. Se já não era mais do PDT, qual a razão para fazer daquela sede um palannque? Ideal que fosse pra rua.
E lá se foi Felipe, esfacelando o PDT. Dificilmente o partido irá se recuperar dess revés. Lá se foram as nominatas de vereador que estavam sendo organizadas por Felipe, deixando Renato Carrielo perdido. Já que Felipe Peixoto montou a nominata que lhe permitiria se reeleger, a Carrielo não resta outra opção que não seja seguir Felipe, pois o PDT além de não ter nominata nem sabe se terá candidato à majoritária.
Ao PDT só resta uma saída: convencer Jorge Roberto asair candidao. Afinal, ele não lagou a política, continua nela e com muita inflencia.