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Anúncio não foi bem recebido nas redes sociais

A Aliança Rodrigo Neves-Jorge Roberto Silveira levou uma surra na internet, evidenciando que o prefeito além de estar mal servido de assessor de imprensa está pior ainda quando se trata de assessoria digital. Em todas as publicações que se espalharam nas redes sociais, predominaram críticas veladas e compartilhamento negativo acerca da aliança.
A Aliança foi incapaz de montar uma assessoria digital para fazer face ao processo, desprezando a era das redes sociais, onde ferramentas como Whatsapp e Snapchat junto com ferramentas já consagradas como facebook e twitter desempenham papel fundamental para construção de uma boa imagem. A aliança se comporta como se esses meios fossem um elefante branco, como se não existessem, mas quando forem abrir os olhos já será tarde.

Esta eleição será vencida por quem melhor puder explorar a internet, meio pelo qual se pressionou até afastar uma presidente da República. Na internet os candidatos deverão duelar, como está fazendo, por exemplo, o delegado Antonio Rayol, que não perde tempo, compartilha, critica, bombardeia adversários com precisão.
Dispor de uma estrutura fenomenal como tem Rodrigo Neves e não a utiliza para ao menos defendê-lo na internet demonstra o quanto está despreparado para esse novo estilo de fazer campanha.

Cade a turma que tem boquinhas na Prefeitura, que nem serve para defender quem, em última análise, lhes permite desfrutar das tetas oficiais? A leitura que faço é que parecem ter vergonha de defender a aliança e preferem ficar em cima do muro para depois dizer que é quem vencer “desde criancinha”.

Só pode!

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Reunião será nesta quinta, 28/4,  às 20 horas, na AABB da Fazendinha

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Cansados de tomar na cara, moradores do Cafubá, em Piratininga, querem impedir que o que já é ruim piore ainda mais. Ninguém  aguenta mais o descaso, a falta de planejamento e respeito com a comunidade. Desde que começaram as obras dos túneis ligando Charitas ao Cafubá a vida de quem mora no Cafubá virou um inverno.

A ideia é implantar um programa de “Vizinho Solidário”, através do qual pretendem defender direitos básicos. “Nós fomos surpreendidos e desrespeitados com essas obras. Queremos melhorias, porém com o mínimo de trantsornos. Não é oue está acontecendo no Cafubá”, reclama a professora Valéria Bittencourt, líder comunitária em Piratininga.
– Em toda parte onde a Prefeitura faz obras observamos que não há planejamento para minimizar os transtornos que toda obra causa. Tanto no Cafubá quanto na Estrada Francisco da Cruz Nunes, a bagunça é geral. O Cafubá vai reagir a esses desmandos e se unir em torno de suas necessidades mais urgentes- completou Valéria.

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Outra  líder comunitária, Larissa Viot, reclama da falta d diálogo com o moradores. Ninguém conseguiu entender a utilidade de uma gigantesca galeria de águas pluviais na antiga avenida 6, do DPO à rótula do Cafubá sem seguir para desaguar na Lagoa de Piratininga.
– De repente, nossas ruas receberm o tráfego de caminhões pesados, destruindo o piso. Quando isso acontece, ao invés de recupear, mudam o intinerário e vão dstruir outras ruas. Se tivessem preparado trechos para receber esse trânsito o impacto seria menor. Precisamos nos previnir contra os impactos causados com essas obras e o quanto esse tunel vai interferir em nossas vidas. É para isso que estamos covocando os moradores para defender nossos direitos.
O Fazendinha é um sub-bairro de Piratininga, assim como o Cafubá. É uma região turística, onde não há construções verticais. Lá era baixo o indice de violencia. Mas não tem violência maior do que a falta de respeito da Prefeitura com os moradores.

DESCASO TAMBÉM COM O JACARÉ

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Professora Valéria Bittencourt, líder comunitária

A líder comunitária Valéria Bittencourt d. “enunciou também o descaso com os moradores do Jacaré. “Os moradores ao obrigados a caminhar por quilometros ara chegar ao ponto de onibus. Para piorar, a Prefeitura retirou o ponto em frente à Moreu Colchões e botou um guarda para impedir a parada. Os moradores tinham que caminhar ainda mais, até o Barravento para pegar um õnibus para o centro”, denunciou Valéria..

Só a ameaça de botar fogo nos onibus levou a Prefeitura a criar uma alternativa para o Jacaré, retornando o ponto anterior. “O ideal é que houvesse uma linha d ônibus que parasse no jacaré, como existe em Itacoatiara, onde mora menos gente e tem demanda menor”.Para Valéria, “há uma inversão de valores nessa politica, pois morador de Itaquatiara raramente anda de ônibus enquanto que no Jacaré quase todo mundo anda em coletivo”.