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O “embargo de gaveta” imposto pelo Prefeito Rodrigo Neves ao projeto de construção do túnel Charitas-Região Oceânica é apenas uma prova de que a Prefeitura de Niterói não tem projeto de mobilidade urbana.

Rodrigo Neves não quis nem saber dessa modernidade, o metro de superfície que Campos terá

Rodrigo Neves não quis nem saber dessa modernidade, o metro de superfície que Campos terá

Hoje, como sempre, apenas as empresas de ônibus foram beneficiadas, em detrimento da população.

Agora mesmo, em Porto Alegre, está sendo apresentado o aeromóvel, conhecido como metro de superfície,, única solução para integrar a Região Oceânica ao Centro e demais bairros. E onde estará Rodrigo Neves? Jogando videogame com as crianças?

Para se ter idéia, Campos até já conseguiu financiamento do PAC para comprar um bichão desses ai da foto. Hoje, a Prefeita Rosinha está por lá, fechando negócio. E olha que o orçamento de Campos, praticamente, se equipara ao de Niterói.

Há que falta faz Chico D’Angelo em Brasília… Ele teria conseguido aprovar 10 projetos desses… Outras 66 cidades já tiveram projetos e financiamento aprovados.

Os empresários de ônibus de Niterói agradecem…

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Uma coisa é certa. Campos não possui nenhuma estrutura  de contenção de enchentes. Os diques que estão por lá estourando são avoengas, do tempo do bonde. E vem de longe as tragédias que as enchentes produzem, mas que Rosinha e Garotinho fazem parecer uma novidade.

Resultado de anos e anos de descaso da familia Garotinho

Resultado mais visível da péssima influência do grupo político do deputado e ex-governador Garotinho é a falta de infra-estrutura  urbana e rural. Há décadas no controle (12 só no comando do Governo do Estado), Garotinho e esposa, a atual prefeita e candidata à reeleição, legaram de herança o descalabro a que estamos assistindo. E não querem ser pais desse filho feio, da aberração que criaram.

O grupo Garotinho sempre manteve representantes no Congresso Nacional, como Pudim,  Josias Quintal, Paulo Feijó, Arnaldo Vianna (agora adversário) e ele  proprio, Antonhy Garotinhp, o mais votado do Estado para fazer nada,  rigorosamente nada, só para xingar o Governador Cabral. Nem um metro de dique eles conseguiram. Pudim chegou ao absurdo de propor que uma estrada, a BR 356, virasse um dique.

Nenhum canal foi construído ou dragado durante o reinado de Garotinho, e o resultado tai. Garotinho repete a história do ladrão de porco, que se faz de bobo,  pede socorro e ajuda quando a Polícia encontra o bicho roubado  dentro de sua jaqueta.  Garotinho já fez muito mal a Campos e seu povo, como se revela agora e se revelará lá na frente.

Até uma reunião de Prefeitos com autoridades do Estado teve que ser realizada em Itaperuna, porque não havia ambiente em Campos. Esse ódio, essa revolta pessoal tem prejudicado mais ainda os campistas, que são o marisco. O mar briga com as pedras e quem sofre são os mariscos. Tá na hora de mudar. Até aqui, Garotinho  é o dono do canhão. Vamos tomar dele esse brinquedo e levar o  povo de Campos a apontar a boca do canhão pra cara dele. E detonar, na moral.

RACHADURA NO FUNDO DO MAR COMPROVA BARBEIRAGEM DA PETROLEIRA

Estou em Campos, terra do açúcar, do petróleo e da mentira.

Não acredite  que as passagens aqui custem apenas um real. É só para quem é eleitor na cidade. O negócio é para beneficiar o público interno, os eleitores  que votam aqui. Forasteiros, ainda que de cidades vizinhas ou do mesmo território estadual, não tem direito, o que comprova farsa e caracteriza a compra indireta de votos tendo em vista a propaganda que a prefeita faz. Outros brasileiros pagam a “tabela cheia”, uma tarifa escorchante que a Prefeita instituiu aqui.

Mas não é disso que eu queria e vou falar.

Na década de 70, ocupei-me da cobertura jornalística das prospecção  e exploração de petróleo na Plataforma Continental, aqui pertinho da costa de Campos. Acidentes ocorriam em profusão, um atrás do outro, ceifando vidas que eram contabilizadas a menor, especialmente de filipinos que lá trabalhavam. Até que ocorreu a explosão da Discovery, um navio-sonda alugado pela Petrobrás. Meu jornal, O Fluminense, abriu manchete: “Petróleo é Sabotado – repórter Paulo Freitas disseca tudo”. E todos os jornais e revistas do país vieram atrás.

Olhando assim, até parece que meu editor quis me prestigiar. Mas na verdade jogou-me às feras da ditadura militar, como se dissesse (e disseram): – fomos nós não, foi o Paulo Freitas, peguem ele, a culpa é dele.

Considero aquele episódio como um divisor de águas, pois desde então os acidentes rarearam, deixaram de ser constantes e de abarrotarem a Casa de Saúde de Macaé de mortos e feridos.

As provas da sabotagem caíram no meu colo como que por acaso.

Hoje, aqui nesta mesma cidade, converso com pessoas que trabalham na plataforma continental e o comentário é um só:  a Texaco (eu prefiro chamar a Chevron por sua marca mais famosa)  tentou furar a camada do pré-sal e deu a maior merda. Daí, esse vazamento medonho, o óleo saindo das entranhas de terra numa rachadura quilometral. Segura que eu quero ver!

E o governo vem falar em multar a Texaco americana em apenas 50 milhões… Isso não paga nem um milésimo de por cento dos prejuízos causados. E as prospecções que outras empresas estão fazendo, como ficam? Essa multinha equivale  um grão de areia do mar enquanto o prejuízo afeta o planeta.

Nenhuma petroleira no mundo tem  condições nem detém mais tecnologia para explorar o pré-sal do que a Petrobrás. Muito menos a Texaco, que percebendo que aqui é terra de ninguém (pelo menos é o que parece),que  só usa estrangeiros nas suas plataformas (é raro encontrar aqui um brasileiro que trabalhe lá) e não sofre a menor fiscalização. Estimulada pela omissão brasileira,  a Texaco se achou no direito de ir além e tentar extrair o óleo do pré-sal. Deu no que deu, uma lambança incontrolável que a Texaco diz ser um vazamento de nada, de poucos barris, quando na verdade são milhares.

A terra sangra petróleo no fundo do mar. Óleo bom, de altíssima qualidade e valor comercial, coisa que só tem mesmo no pré-sal. Só o governo do PT não enxerga ou não quer ver.

Extrair óleo do pré-sal, dizem os técnicos, é fácil. Tal qual construir uma bomba atômica, cuja fórmula está disponível em vários sites na internet  (a Al Kaeda  tem um site só para ensinar a fabricar  bombas). Mas não é para o bico de qualquer um… menos ainda da Texaco, que está entrando nessa de Brasil  agora.

De uma coisa eu tenho certeza: no final, eles se acertam. Perdem um tanto aqui e ali, mas enchem as burras de dinheiro.

 

Quando um governante precisa apelar para um Decreto e pedir à sua equipe de governo que economize, alguma coisa tem…

Quando o Decreto estabelece um limite de 10% para se economizar, soa como deboche, coisa digna dum  Odorico Paraguaçu. Seria cômico, se não fosse trágico o precedente criado por Dona Rosinha Garotinho, prefeita de Campos dos Goytacazes/RJ, ao baixar o Decreto 454/2011, já batizado de “Grajaú-Leblon”., numa referência a uma linha de ônibus da capital.

Em quem a prefeita quer dar o calote?

Economizar tem que ser um costume, tem que ser a regra, não a exceção.

Por que limitar a 10% a economia a ser feita? Por que não ao máximo, 100%, que era de se esperar que pedisse. Para mim, é o mesmo que pedir aos auxiliares que sejam honestos, que tenham moral, que tratem de economizar, limitado a 10%.

O “Grajaú-Lebon” é um soco na cara dos campistas, de todos nós. A uma, pelas contradições explícitas, pois economizar é sempre a palavra de ordem quando se trata de dinheiro público.

Ninguém perde o que não tem, assim como ninguém dá o que não pode.

Se a prefeita vê necessidade de obrigar sua equipe a fazer economia, cortar gastos, ela mesma reconhece que houve excesso, que não deu ao dinheiro público o cuidado que deveria ter.

O que significa esse Decreto, um calote de 10%? E os contratos firmados, os compromissos assumidos?

O que mais intriga são os “considerandos” do Decreto “Grajaú-Leblon”, qual seja a crise mundial, queda na receita com o petróleo da Bacia de Campos.

Mentira. A receita com o petróleo nunca esteve tão bem. Por baixo desse angu tem caroço…

ao mesmo tempo em que S. Exª a prefeita baixava o Decreto 454), recebi mensagens da Petrobrás com as seguintes informações:

– o Lucro da Petrobrás subiu 37%;

– a produção de petróleo aumentou 2,2% e a de gás 6,9%;

– que entraram em fase de produção mais dois campos (os de Aruanã e Brava), justamente na Bacia de Campos;

– que a Petrobrás colocou em operação a  a plataforma semissubmersível P-56, no campo de Marlim Sul,no dia 15/8;

– a agência de risco Mooody’s (a mesma que anda rebaixando países por ai) reconhece a melhora do risco da Petrobrás em moeda estrangeita de Bas1 para A3;

E mais:

– A ANP revela que os produtores privados já produzem 200 mil barris/dia;

– está a caminho (saiu hoje de Cingapure), a superplataforma de Eike Batista, a FSPO-OSX 1, que  chegará a Campos dentro de 38 dias para começar a produzir imediatamente;

– até julho, a Prefeitura de Campos já havia recebido R$ 566,8 milhões entre royalties e participações, indicando que já superou em mais da metade do arrecadado em 2010, representando um aumento de quase 10% só no primeiro semestre.

O que não dá para entender é que tudo indica que a receita de Campos com o petróleo deverá ficar bem próxima de 2008, quando teve seu melhor momento, beirando os R$ 1 bilhão 200 milhões.

De que (ou quem?) a prefeita tem medo?