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Ideia é acabar com os transtornos causados pelas obras

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Zeca Mocarzel 

Que Zeca Mocarzel foi o maior tocador de obras de Niterói não há dúvidas. Mocarzel é o exemplo-vivo de que administrar é contrariar interesse, em especial dos poderosos. Nas camadas mais simples da sociedade, ele é venerado. Pela elite, seja politica ou empresarial, há quem o odeie.
Com a aliança entre Jorge Roberto e Rodrigo Neves, o nome de Mocarzel volta a agitar os corredores. Não há quem duvide que será chamado para botar ordem na zona que se estendeu pelo município com obras por toda parte. A desordem causada pelos canteiros de obra está a revelar falta de controle e organização.
Fosse com Mocarzel, a Prefeitura teria preparado vias alternativas para o trânsito de veículos pesados no Cafubá e ao longo da Estrada Francisco da Cruz Nunes. As obras não levarm em conta o movimento do comércio e linhas de ônibus, penalizando muita gente há bastante tempo. A equipe de Rodrigo Neves conseguiu transformar um banho de obras em tremenda dor de cabeça para a população. Anonimo ou de frente, Zeca Mocarzel é o único a reunir condições para devolver a ordem à cidade. E imediatamente.
Ninguém no PV ou PDT confirma que Mocarzel está sendo sondado,mas ninguém desmente, nem ele próprio, que não retornou nossas ligações, o que faz aumentar os rumores sobre sua volta, como Secretário de Obras.
Uma coisa é certa: Mocarzel é o melhor e mais confiável quadro de Jorge Roberto Silveira. É ele ou ele mesmo.

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Sem provas da existência de contas e nem desvio de dinheiro, CPI   comandada pelo Psol só faz lembrar que Paulo Eduardo é uma versão 2015 de Antonio Conselheiro

Psol deu provas de que é uma temeridade confiar nos seus representantes na Câmara de Niterói. A CPI, criada para investigar a existencia de contas do ex-Prefeito Jorge Robrto Silveira e do supersecretário Zeca Mocarzel, presidida por Paulo Eduardo, por pouco não leva o lagislativo municipal a pagar um mico incrível. Ao não conseguir provar e existencia das contas e muito nemnos e recursos publicos as basteceram, Paulo Eduardo quis induzir os demais membros da CPI a tomare outro rumo e investigar fato indeterminado e não previsto no ducumento de criação da CPI.

Paulo Eduardo, presidente  da CPI

Paulo Eduardo, presidente da CPI

– Essa CPI não é para investigar as contas de Joge e Mocarzel no HSBC da Suiça – repetiu Paulo Eduardo. Foi o baastante para que o Líder do Governo, Vereador Gallo, reagir.” Como não?”, estranhou Gallo. Instalou-se um bae-boca entre Paulo Eduardo e Gallo.
INQÉRITO DO INQUÉRITO
A CI estava ouvindo o Promotor Rubem Viana, deois de ttentar o sem sucesso ouvir o repórter de O Globo que noticiou o fato. Insana intenção, que revela o falta de preparo do veredor do Pol. Quando uma noticia é publicada, ela ertence ao jornal que a veicula e assim assuma todas as responsabilidades quanto à veracidade do que o repórter escreveu. Repórter não tem obrigação de depos em CPI alguma.
Tendo em vista que o Miistério Público Criminal de Niteói não encontrou provas da existencia das contas qunto mais sobre o dinheiro que as abasteciam, na qualidade de presidente, Paulo Eduardo, passou a tratar de outros assuntos que não eram objeto de nvestigação da comissão, como os contratos com empresas fornecedoras de mão de obra para a Pefeitura. Ao dar dealhes do inquérito aberto pelo MP, Viana assegurou que já havia doumentos e relatos de que, a partir de 2007, instalou-se na Prefeitura uma máquina de corrupção colossal., inclusive com a quebra do sigilo bancário, telefonico e fiscal dos envolvidos.
Depois do promotor criminal asseguar que seria uma leviandade afirmar que existiam as contas e muito menos dinheiro, Paulo Eduardo quis apurr o que já estava sendo apurado pelo MP. Um desperdício, na opiião de Gallo, uma falta de respeito com o trabalho do Ministério, que tem pessoal mais gabaritado e com mais prerrogtivas do que qualquer vereado.
“Inquérito do inquérito não vale. Pedir cópias ao MP pra no final a CPI remeter ao prório Miistério Público, não está dirito. Há meses, o vereador Bruno Less propos a CPI tendo por base entrevista que o prootor concedeu ao Globo sobre inquérito criinal em andamento. Se o MP estava apurando, não havia sentido a Câmara criar a CPI para fazer o mesmo” disse Gallo.
Sem falar na tremenda falta de respeito a Buno Lea, que se curvou aos argumentos na época em que retirou o pedido de CI, após uma audiência a que o mesmo Rubens Viana esteve presente e antecipou detalhes do inquérito.
Paulo Eduardo partiu para o “hadouken”: diante da impossibilidde de seguir em frente quis transformar uma CPI criada para apurar as contas do HSBC de 1991 a 2003 em inquerito do inquérito que o MP está apurando a conttar de 2007. Há quase um ano investigando (mais do triplo do prazo da CPI), nem assim o MP, com todo aparelhamento, apresentou denuncia contra os acsados.
Tal e qual um Antonio Conselheiro, Paulo Edduardo quis medir forças, colocou o assunto em votação e foi derotado. Se acaso fizesse outros movimentos, haveria de ser derrotado. E parou por ali.
Ficou evidente que a pretensão não era apurar nada e sim desperiçar dinheiro públco, da Câmara, para um movimentto eleitoreiro com intenção de prejudicar candidaturas e os beneficiar a bancada do Psol perante a opinião pública.