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É inegável o uso  eleitoral do programa “ônibus a 1 real” em favor da prefeita de Campos/RJ, dona Rosinha Garotinho.

Prefeita é a garota propaganda do cartão

Ao mesmo tempo em que é a autorizadora das despesas com o programa, oficialmente chamado de Campos Cidadão, dona Rosinha é beneficiária direta do produto eleitoral que esse programa produzirá.

O acesso às regras do programa é uma caixa-preta. Quando muito, permite apenas o acesso aos dados do cartão de quem já o possui ou requereu. Mais nada. Veja só. Quem quiser que vá reclamar com o bispo. A Prefeitura paga a diferença no caso do preço da passagem for superior a R$ 1,00. E todas são, variando com a distância.

Ao mesmo tempo, a prefeita incorre em propaganda enganosa, ao proclamar que em Campos a passagem de ônibus custa R$ 1,00. Não é verdade. O programa beneficia apenas quem for eleitor de Campos e não os usuários que estejam de passagem pela cidade.

“Está mais do que caracterizado o uso de recursos públicos para um programa que visa a captação de votos para Rosinha. A propaganda oficial não faz distinção entre moradores de Campos e outra cidade, deixando a entender que é um direito indiscriminado de qualquer cidadão que andasse de ônibus no município. Espero que o TRE veja isso com cuidado”, opinou o professor Adamastor Neves.

Outro aspecto é a possibilidade de direcionamento de recursos públicos para empresas de ônibus, pois os releases da Prefeitura de Campos não fazem menção ao montante recebido por casa empresa. Em geral, os releases se prestam a fazer propaganda da prefeita no site da prefeitura. Em recente release, o Secretário de Governo, ex-deputado Pudim, revelou que houve um aumento de 1 milhão  300 mil viagens por mês, quase que dobrando o valor da contrapartida da prefeitura..

– (sic)  “Até maio de 2009 eram 1.555.000 passagens por mês, número que hoje é de 2.851.000. Na gestão passada, a frota era de 249 veículos, frota que nos foi apresentada como sendo de 396, destes 113 com 12 anos de vida útil, ou seja, com idade vencida. Hoje, temos coletivos com ar condicionado, rampa para acessibilidade, sendo que a cobrança da população por ônibus melhores já é exigência da Prefeita Rosinha às empresas de transporte coletivo” – cita o release.

Ar condicionado? Faz-me rir. A apreensão de ônibus pelo Detran revela bem a qualidade do serviço…

No momento, a Prefeita Rosinha ordenou um recadastramento sem pé nem cabeça de todos os portadores do Cartão que dá direito à passagem a R$ 1,00, coincidindo com o ano eleitoral, fazendo do programa um dos carros-chefes da campanha de reeleição. Instituído há dois anos, o programa está obrigando os eleitores de Campos a enfrentar grandes filas. É necessário levar CPF, Identidade e atestado de residência. Informalmente, aceita-se o titulo de eleitor de quem não tem como provar que reside na cidade.

Se o usuário não for morador de Campos não será atendido.

Como explicar então a intensa propaganda feita pela Prefeitura dizendo que passagem a um real é um benefício que Campos concede, já preparando o campo para uma futura campanha rumo ao governo do Estado?.

É cristalino que o período pré-eleitoral começa com os adversários de dona Rosinha em grande desvantagem. Afinal, são 300 mil pessoas a serem recadastradas, sabe-Deus ouvindo que tipo de assédio eleitoral.

É um mistério para o TCE verificar e a justiça eleitoral mandar apurar.

Mas eu já sei como dona Rosinha vai agir. Dirá que seus adversários são contra a passagem a 1 real, que querem acabar com isso…

Passagem a R$ 1,00, dona, é ali, na boca do caixa, não precisa carteirinha nem cadastro. É só fiscalizar… mas dona Rosinha Garotinho quer manter os eleitores no cabresto e inventou o “Eleitor de Carteirinha”.

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Jornalistas estão sendo perseguidos gratuitamente na TV Globo. É preciso dizer que a verdade sobre a saída de Fátima Bernardes do JN e Renato Machado do Bom Dia é outra. Patricia Poeta é casada com o novo todo poderoso do jornalismo da Globo, o paulista Amauri Soares, o Midas da Rede Globo. Trata-se de uma história de superação e traições envolvendo executivos e que nunca chega ao conhecimento do público.

Patrícia, Amaury e o filho

Conta Marco Aurélio Melo, paulista do ABC e que ocupou cargos de chefia na sucursal São Paulo, ao que tudo indica, o que foi a razão do afastamento de Renato Machado do Bom Dia Brasil e mandado sem nenhuma pomba para a Sucursal de Londres.

Para entender o imbróglio, vamos a quem é quem.

Amauri Soares era o diretor da Sucursal da Globo em São Paulo, maior praça do país. Integrava a equipe do saudoso Evandro Carlos de Andrade,  nos anos 90 , diretor geral de jornalismo da emissora, cujo lema era “não temos amigos a proteger nem inimigos a perseguir”. Tenho orgulho de ter trabalhado sob o comendo dele, no jornal, em 82/84.

Amauri comandou  a renovação do jornalismo global na época de Evandro, que para lá levou um de seus preferidos no Globo, Ali Kamel. Morrendo Evaldo, Kamel ganhou força na matriz.

Ali Kamel, mulçumano, carioca, formado pela PUC, assume então a chefia da Central Globo de Jornalismo, dando início a um retrocesso nos avanços de Evandro e Amauri. E pra começo de conversa manda Amauri, então já casado com Patrícia Poeta, para os USA, na certeza de mantê-lo longe e sem influência. Kamel pode então dar curso a um projeto de jornalismo retrógrado, mais parecendo uma Voz do Brasil na TV.

Renato Machado, sifu..

Trouxe Renato Machado para comandar o Bom Dia Brasil. Manteve e deu prestígio a Fátima Bernades.

Marido de Patricia Poeta desuniu Willian e Fátima

Renato Machado, editor-chefe,  encarregou o produtor Marco Aurélio, de chamar à atenção de Patrícia Poeta, que antes de acompanhar o marido apresentava a previsão do tempo no Bom Dia, sobre suas roupas, consideradas por Renato muito impróprias. Prefiro que vocês leiam no blog dele, aqui .

Em New York, Amauri não parou. Criou o maior de todos os eventos da Globo nos USA, o Brasilian Day. Isso consolidou sua posição junto à diretoria da Globo, que o trouxe de volta ao Brasil para dar mais dinheiro ainda à Venus Platinada. E deu,  criando o “Promessas”, aproximando a Globo dos segmentos evangélicos, com grande resposta financeira.

Ali Kamel perdeu força.

Aos poucos, a panelinha de Amauri Soares vai ganhando corpo na Globo e começou por emplacar a mulher dele no lugar de Fátima Bernardes, no posto mais alto, na vitrine do jornalismo. E por mandar Renato Machado para longe, pra se arrepender de ter implicado com as roupas da Patricia.

Quanto ao turco (na verdade, sírio) Ali Kamel, vai ser mandado pra Sibéria, já já. Por enquanto continua figurando como diretor da CGJ, feito a rainha da Inglaterra, não pita nada.

Ali Kamel recebe o troco

MISTÉRIO

O coleguinha Rodrigo Vianna, em seu blog escrevinhador narrou bem a história, publicada no dia 01 de dezembro de 2011, às 15h15min, mas que estranhamente tirou do ar… Pode ser até que esteja voltando junto com Amauri.

Transcrevo abaixo o que ele disse e agora tratou de rapar da net. Veja quanta sujeira.


A Globo confirma a saída de Fátima Bernardes do “JN”. No lugar dela deve entrar Patrícia Poeta – atual apresentadora do “Fantástico”.
Fiz hoje pela manhã – no twitter e no facebook – algumas observações sobre a troca; observações que agora procurarei consolidar nesse post. Vejo que há leitores absolutamente céticos: “ah, essa troca não quer dizer nada”. Até um colunista de TV do UOL, aparentemente mal infomado, disse o mesmo. Discordo.
Primeiro ponto: a Patrícia Poeta é mulher de Amauri Soares. Nem todo mundo sabe, mas Amauri foi diretor da Globo/São Paulo nos anos 90. Em parceria com Evandro Carlos de Andrade (então diretor geral de jornalismo), comandou a tentativa de renovação do jornalismo global. Acompanhei isso de perto, trabalhei sob comando de Amauri. A Globo precisava se livrar do estigma (merecido) de manipulação – que vinha da ditadura, da tentativa de derrubar Brizola em 82, da cobertura lamentável das Diretas-Já em 84 (comício em São Paulo foi noticiado no “JN” como “festa pelo aniversário da cidade”), da manipulação do debate Collor-Lula em 89.
Amauri fez um trabalho muito bom. Havia liberdade pra trabalhar. Sou testemunha disso. Com a morte de Evandro, um rapaz que viera do jornal “O Globo”, chamado Ali Kamel, ganhou poder na TV. Em pouco tempo, derrubou Amauri da praça São Paulo.
Patrícia Poeta no “JN” significa que Kamel está (um pouco) mais fraco. E que Amauri recupera espaço. Se Amauri voltar a mandar pra valer na Globo, Kamel talvez consiga um bom emprego no escritório da Globo na Sibéria, ou pode escrever sobre racismo, instalado em Veneza ao lado do amigo (dele) Diogo Mainardi.
Conheço detalhes de uma conversa entre Amauri e Kamel, ocorrida em 2002, e que revelo agora em primeira mão. Amauri ligou a Kamel (chefe no Rio), pra reclamar que matérias de denúncias contra o governo, produzidas em São Paulo, não entravam no “JN”. Kamel respondeu: “a Globo está fragilizada economicamente, Amauri; não é hora de comprar briga com ninguém”. Amauri respondeu: “mas eu tenho um cartaz, com uma frase do Evandro aqui na minha sala, que diz – Não temos amigos pra proteger, nem inimigos para perseguir”. Sabem qual foi a resposta de Kamel? “Amaury, o Evandro está morto”.
Era a senha. Algumas semanas depois, Amauri foi derrubado.
Kamel foi o ideólogo da “retomada consevadora” na Globo durante os anos Lula. Amauri foi “exilado” num cargo em Nova Yorque. Patrícia Poeta partiu com ele. Os dois aproveitaram a fase de “baixa” pra fazer “do limão uma limonada”.
Alguns anos depois, Amauri voltou ao Brasil para coordenar projetos especiais; Patrícia Poeta foi encaixada no “Fantástico”. Só que Amauri e Kamel não se falavam. Tenho informação segura de que, ainda hoje, quando se cruzam nos corredores do Jardim Botânico, os dois se ignoram. Quando são obrigados a sentar na mesma mesa, em almoços da direção, não dirigem a palavra um ao outro. Amauri sabe como Kamel tramou para derrubá-lo.
Pois bem. Já há alguns meses, logo depois da eleição de 2010, recebemos a informação de que Ali Kamel estava perdendo poder. Claro, manteria o cargo e o status de diretor, até porque prestou serviços à família Marinho – que pode ser acusada de muita coisa, mas não de ingratidão.
Otavio Florisbal, diretor geral da Globo, deu uma entrevista ao UOL no primeiro semestre de 2011 dizendo que a Globo não falava direito para a classe C (o Brasil do lulismo). Por isso, trocou apresentadores tidos como “elitistas” (Renato Machado saiu pra dar lugar ao ótimo Chico Pinheiro – aliás, também amigo de Amauri). A  Globo do Kamel não serve mais.
Lembremos que, desde o começo do governo Lula, a Globo de Kamel implicava com o “Bolsa-Família”. Kamel é um ideólogo conservador. Por isso, nós o chamávamos de “Ratzinger” na Globo. É contra quotas nas universidades, acha que racismo não existe no Brasil. Botou a Globo na oposição raivosa, promoveu a manipulação de 2006 na reeleição de Lula (por
não concordar com isso, eu e mais três ou quatro colegas fomos expurgados da Globo em 2006/2007). E promoveu a inesquecível cobertura da “bolinha de papel” em 2010 – botando o perito Molina no “JN”. Nas reuniões internas do “comitê” global, ao lado de Merval Pereira, tentava convencer os irmãos Marinho dos “perigos” do lulismo.
Lula sabe o que Kamel aprontou. Tanto que no debate do segundo turno, em 2006, nem cumprimentou Kamel quando o viu no estúdio da Globo. Isso me contou uma amiga que estava lá.
Os irmãos Marinho parecem ter percebido que Kamel os enganou. O lulismo, em vez de perigo, mudou o Brasil pra melhor. Mais que isso: a Globo agora precisa de Dilma para enfrentar as teles, que chegam com muito dinheiro e apetite para disputar o mercado de comunicação. Kamel já não serve para os novos tempos. Assim como os “pitbulls” Diogo Mainardi e Mario Sabino não servem para a “Veja”.
Dilma buscou os donos da mídia, passada a eleição, e propôs a “normalização” de relações. O governo seguiu apanhando, na área “ética” – é verdade. O que não atrapalha a imagem de Dilma. Há quem veja na tal “faxina” um jogo combinado entre a presidenta e os donos da mídia. Será? Dilma tiraria as “denúncias” de letra (o custo ficaria para Lula e os aliados). Do outro lado, os “pitbulls” perderiam terreno na mídia. É a tal “normalização”. Considero um erro estratégico de Dilma. Mas quem sou eu pra achar alguma coisa. O fato é que a estratégia hoje é essa!
Patricia Poeta no “JN” parece indicar que a “normalização” passa por Ali Kamel longe do dia-a-dia na Globo (ele ainda tenta manobrar aqui e ali, mas já sem a mesma desenvoltura). Isso pode ser bom para o Brasil.

O  Prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira (PDT) vai anunciar na quinta-feira (19/01) quem substituirá os petistas na administração municipal. Se bem conheço Jorge, quem efetivamente trabalha, tem voto e se identifica com seu programa, será mantido, seja qual for o cargo   que ocupa. Há petistas que não querem ser exonerados. E  não serão e estão dispostos a trabalhar para reeleger Jorge..

Sem essa do presidente do partido presidente do partido  chegar lá  e renunciar pelos outros. Renúncia é algo individual e pode haver quem prefira se manter no  emprego. Nesse caso, como os petistas são muito apegados a uma boquinha, poucos sairão.Pior,vão trabalhar contra na frente por saber que a reeleição deJorge Roberto  é  inexorável.

Não  esperem muita novidade na quinta-feira,19.  Há casos, como  o retorno de André Diniz à Câmara, que  são favoráveis a JR, pois o suplente  era  mais opositor do  que André o  seria. Não duvidem que os segmentos de Vitor Junior  permaneçam.  Vão-se os cabeças, mas  o corpo ficará, a turma que tem votos.

Fará bem  a JR manter quem deseja se alinhar com  ele (a maioria,com  certeza). Quem está festejando na esperança de vagar muitos cargos, pode tirar o cavalinho da chuva. Jorge pode trocar  seis por meia  dúzia. E vão trabalhar feito esfomeado num prato de comida, com unhas e dentes.

Uma coisa é certa. Campos não possui nenhuma estrutura  de contenção de enchentes. Os diques que estão por lá estourando são avoengas, do tempo do bonde. E vem de longe as tragédias que as enchentes produzem, mas que Rosinha e Garotinho fazem parecer uma novidade.

Resultado de anos e anos de descaso da familia Garotinho

Resultado mais visível da péssima influência do grupo político do deputado e ex-governador Garotinho é a falta de infra-estrutura  urbana e rural. Há décadas no controle (12 só no comando do Governo do Estado), Garotinho e esposa, a atual prefeita e candidata à reeleição, legaram de herança o descalabro a que estamos assistindo. E não querem ser pais desse filho feio, da aberração que criaram.

O grupo Garotinho sempre manteve representantes no Congresso Nacional, como Pudim,  Josias Quintal, Paulo Feijó, Arnaldo Vianna (agora adversário) e ele  proprio, Antonhy Garotinhp, o mais votado do Estado para fazer nada,  rigorosamente nada, só para xingar o Governador Cabral. Nem um metro de dique eles conseguiram. Pudim chegou ao absurdo de propor que uma estrada, a BR 356, virasse um dique.

Nenhum canal foi construído ou dragado durante o reinado de Garotinho, e o resultado tai. Garotinho repete a história do ladrão de porco, que se faz de bobo,  pede socorro e ajuda quando a Polícia encontra o bicho roubado  dentro de sua jaqueta.  Garotinho já fez muito mal a Campos e seu povo, como se revela agora e se revelará lá na frente.

Até uma reunião de Prefeitos com autoridades do Estado teve que ser realizada em Itaperuna, porque não havia ambiente em Campos. Esse ódio, essa revolta pessoal tem prejudicado mais ainda os campistas, que são o marisco. O mar briga com as pedras e quem sofre são os mariscos. Tá na hora de mudar. Até aqui, Garotinho  é o dono do canhão. Vamos tomar dele esse brinquedo e levar o  povo de Campos a apontar a boca do canhão pra cara dele. E detonar, na moral.

O apego  do Partido dos Trabalhadores às boquinhas que obteve com o  Prefeito  Jorge Roberto  Silveira em troca  de um suposto apoio durou além  do  apagar das luzes.  Aos cinco minutos da prorrogação,  o  PT fez um gol contra o time que defendia.

Icone do PT, Godofredo Pinto arruinou Niterói

Por conta das boquinhas (e que boquinhas!!) na Prefeitura, o  PT fez todo  mundo acreditar,  especialmente próprio, que  marcharia com Jorge Roberto para  a reeleição. Qual o  quê! O Partido dos Trabalhadores,esquecendo-se de que  quando governou Niterói, com  Godofredo Pinto  de tristíssima memória, deixou  a cidade em petição de miséria, quer voltar. Como as pessoas são  as  mesmas, dá para dizer que o PT não  é bom para Niterói.  Só  ele, o  PT,não sabe disso.

Foi ótimo para o PT enquanto durou  a  teta  da Prefeitura.Todo mundo já sabia que o PT teria candidatura própria, a  de RodrigoNeves, que – por sinal  – goza de ótimo trânsito com  os vereadores da cidade. Sem contar que  também é     “ um caso  de amor” com a cidade.

JORGE, SANGUE DOCE PARA TRAIÇÃO

O Partido  dos Trabalhadores não foi a primeira traição prenunciada. Antes dele, Sérgio Zveiter, que  se elegeu graças ao  PDT de Jorge Roberto Silveira, arrumou as trouxas  e se mudou para  o Centrão, o PSD deKassab. Nada a não ser a  ambição moveu Zveiter,que de novo  quer medir forças com  Jorge. Trair  só  não  basta, quer aniquilar seu  antigo protetor.

Mais do que nunca, JR vai  precisar do apoio popular, dos pequenos líderes que  chegou a  defenestrar no seu retorno à Prefeitura.

Rodrigo é novo,mas a turma do PT é amesma

O  que antes era  apenas um ratinho  que rugia, agora é uma ratazana. E haja  ratoeiras!

E o  sossego  do guerreiro vai custar mais caro. Muito mais.