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Mais uma besteira envolvendo os royalties do petróleo acaba de ser aprovada no Congresso, proposta da mamãe Dilma: toda arrecadação deve ser aplicada em educação (75%) e saúde (25%), eliminando o conceito do que seja royalty.

petróleoHistoricamente, royalties são indenizações que se pagam às gerações (atual e futura) para compensar a extração de uma riqueza que não será reposta (pelo menos nos próximos bilhões de anos). Esse é o espírito dos royalties. No Brasil, para proteger os direitos dos nossos filhos, netos, bisnetos, tetranetos e seguintes , quando se instituíram os royalties  foi para aplicar em obras de infra-estrutura e saneamento básico. Muito inteligente, pois as gerações futuras poderiam se beneficiar.

Poucas regiões cumpriram o dever de casa e deram aos royalties destinações imediatas, até para pagar salários. E como ficarão os salários  dos servidores daqui a 30, 60 anos, quando o petróleo acabar?

O Estado do Rio, que recebe uma fábula de royalties, que grande obra executou? O Maracanã, que já existia?.  A  despoluição da Baías da Guanabara e Sepetiba, as lagoas da Região Metropolitana, os aterros sanitários, transportes (estradas, metro e VLT), que servirão hoje e às futuras gerações, nem sonhar. Em São Paulo, os trens servem a seis gerações e o metro a quase três. E servirão a muitas  mais.

Campos e Macaé executaram que obra para legar às futuras gerações com o dinheiro dos royalties? Que eu saiba, nenhuma. Há recantos sem água potável quanto mais tratamento de  esgotos. Campos privatizou apenas o filé-mignon, a área urbana e central.

Eu pergunto:  em saúde e educação, o que poderá ser desfrutado por quem nascer em 2100?

Nem se pensa tão distante, muito embora quem nascer naquele tenha direito legal a desfrutar do pagamento pela extração da riqueza que, se não tivessem esgotado anos antes, poderiam estar auferindo.

É direito reservar uma parcela para saúde e educação sim. Mas é preciso investir em pesquisa, ciência e tecnologia para  que o país chegue no futuro com menos dependência externa. Não temos sequer um terminal de carga aeroportuário. Os que existem são galpões acanhados, sem estrutura. Nossos portos são os mesmos de centenas de anos passados: Rio, Sepetiba, Angra e Niterói. O Porto do Açu, se sair, será com dinheiro privado.

Destinar TODO dinheiro dos royalties à educação e saúde é lei que diz ser proibido pisar na grama. Ninguém respeitará. Vai ser um tal de dar cheque-cidadão para quem tiver filho que frequentou escola uma vez na vida; bolsa-vagabundagem, para quem tiver saúde de ferro e vai por ai. Tudo será feito para burlar a lei. Pior: não vai acontecer nada, como até hoje.

Mamãe Dilma tunga os royalties da Marinha e sucateia nossa armada. Ninguém fala nada. Muito menos o Psol.

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MINÉRIO

TUDO BEM, ISSO É SÓ O COMEÇO, QUEREMOS DE MINAS, CARAJÁS E O OURO QUE EXTRAEM PELA AI…


Cassino Glória vai ficar assim antes da Copa

Na surdina, como convém, o multimilionário Eike Batista reuniu-se com a cúpula da contravenção do Rio de Janeiro. Ele está empenhado na legalização dos cassinos no Brasil e vai agitar a sacolinha no Congresso Nacional. Estima que até a Igreja, a mais influente contra os cassinos, não resistirá aos $eu$ argumento$.

Eike (D) ficou furioso com os contraventores

Eike tentou um acordo com a  bandidagem. E recebeu um glorioso veto. Não foi tão fácil como comprar vaga de rainha de bateria nas escolas…. Dono do Hotel Glória, Eike Batista queria que os banqueiros do bicho continuassem escrevendo poules nas esquinas, com suas bancas de descarrego e patinhas de cavalo, em quanto ele, o Eike, monopolizaria os cassinos.

Anísio foi o mais incisivo: “Doutor, nada feito, nem no filme de Boris Karloff”.

Babou!

Dizem que desde então, os contraventores caíram em desgraça, tiveram a prisão decreta, perderam alguns milhões e estão escondidos,  pagando arrego forte ou em hospítais.

O que pouca gente sabe é que na adaptação do Hotel Glória para cassino, Eike Batista, praticamente,  não vai botar um tostão de sua fortuna. O BNDES adiantou generosamente R$ 220 milhões, na conta da Copa do Mundo (conta PróCopa). E se precisar de mais dinheiro, é só pedir.. . Ah, coitado!

O milionário nacional     queria  restaurar  o Glória como era em 1922 e foi impedido pelo Iphan, por ser um prédio tombado. Mas, dizem que não há nada que Eike (ou seu dinheiro?) não consiga e o Glória, por dentro, está exatamente como ele planejou: para ser cassino e funcionar na Copa e Jogos Olímpicos.

Anísio, da Beija-Flor, desde então caiu em desgraça

Na tal reunião, Anísio lembrou que a contravenção carioca há muito investe em cassinos, sendo sócios em empreendimentos nos países de  fronteira com o Brasil e até nos USA.

Agora, Eike vai refazer o projeto que  a Câmara receberá, dificultando tudo. A exigência de atestado de bons antecedentes será pouco.

Até parece que bilionário quer bicheiro..

Campos esta num beco sem saída. Seu povo reage, tenta mudar,
mas descobre que foi sendo seguidamente enganado, traído e roubado.

Deputado Roberto Henriques

Parece inútil a mudança, posto que sempre trocaram seis por
meia-dúzia, mantendo no poder métodos e sistemas de um grupo político perverso  e vingativo, chefiado pelo Senhor Anthony Garotinho, que teve a graça de chegar  a ser Governador do Estado, de eleger a mulher dele sucessora, mas que não  conseguiu se impor como uma liderança de respeito nacional. É um anão do baixo clero do Congresso de Brasília.

Qual político de expressão é liderado por Garotinho? Sobre  quem exerce influencia? Nenhum e ninguém. E olha que passou por ele toda sorte de políticos fluminenses, além de todos os campistas das ultimas décadas. Ele não  tem supremacia moral e intelectual sobre nenhum deles, é o rei da unanimidade contra.

Seu projeto megalomaníaco é manter a cidade de Campos como  sua propriedade particular, podendo dispor de suas coisas e seus tesouros como  bem quiser, como uma fazenda que vai passando de pai pra filhos e pras viúvas.

Foi num ambiente sombrio e de descrença como  Campos vive hoje que pairava sobre o povo  americano no inicio dos anos 2000 em  que  surgiu Barak Obama, um visionário, um sonhador, um negro cujo nome trazia à  lembrança a imagem do maior inimigo do país, o demolidor Osama (Bin Laden). Eleito deputado Estadual por Illinois, senador logo depois e atualmente Presidente da República, quando tudo lhe era adverso. Parafraseando seu slogan de campanha, Campos haverá de ter audácia para mudar (o de Obama era Audacia da Esperança).

Nasci em Campos. Foi lá que aprendi a defender a liberdade e o bem. Tive os melhores professores, Iracema Maria Isabel, Américo Rodrigues da  Fonseca (meu segundo pai), Magdala França Vianna, Arlete Sendra, Fernando Silveira,  Alvaro e Laninho Barcelos, do inesquecível Fonema, Antonio Sarlo, para citar alguns. Paulo Gomes, Alvaro e Luciano D’angelo que se esforçaram inutilmente para eu aprender matemática…

Nada pessoal contra Garotinho e sua esposa, que ele batizou  de Rosinha, impôs aos familiares dela, a Campos e ao Estado. Mas, historicamente, sua vez já passou. E Campos sabe disso. Ele desistiu de ser um líder político para ser um aproveitador, optou por ser um malfeitor político. E nisso está se superando, é campdeão. Uma pena!

Campos tem que dar um basta a esse descalabro. Afinal, a cidade pertence aos seus mais de 400 mil habitantes e não à família Garotinho, passando de pai pra mãe, de mãe pra filhos e quiçá para netos como se fosse um  fazendão. Não. Campos tem dono, mas é ao povo a que pertence.

Por pouco, muito pouco, o campista não ficou sem escolha… E
fatalmente , “pra não perder o voto”, haveria de dar mais um mandato à família Garotinho.

Porém, a cidade tem escolha sim. Surge no horizonte a figura de Roberto Henriques, deputado estadual, tal qual  Barak Obama o foi e que não precisou mudar de nome para vencer as eleições mais importantes do universo (só lembrando que o Sr. Anthony o fez). E Roberto já deu a Campos o aperitivo, um gostinho do que é capaz, de agir com austeridade, sensatez, honra e sobretudo coragem.

Sim, coragem para romper com o circulo vicioso que se instalou na cidade; coragem para mudar e oferecer aos campistas um novo ambiente, mais digno, próspero e honroso; coragem rechaçar as propostas indecorosas e cerrar ouvidos à cantilena dos corruptos. Coragem para fazer de Campos o maior município do Brasil, pois a cidade é rica, mas seu povo é pobre, muito pobre e sacrificado.

Os campistas tem escolha, graças a Deus! E ainda bem.