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População  é induzida a ver culpa do suplente na morte do titular

Carlos Macedo, vítima de campanha  atroz (foto da net)

Carlos Macedo, vítima de campanha atroz (foto da net)

A imprensa está de novo sendo municiada com informações que visam atribuir ao vereador Carlos Macedo participação na morte do vereador-eleito Lucio do Nevada.

Do nada, um simples pedido para que ele vá a júri popular ganha destaque na imprensa, passando para o leitor a ideia que Macedo praticou mesmo o crime. A intenção de comprometer Carlos Macedo solta aos olhos, de modo que cria na opinião pública uma espécie de certeza de que foi ele o autor.

Eu me recuso a fazer esse jogo, contra Macedo ou qualquer pessoa.

Pouco importa que vá a júri popular ou singular (este mais severo até)m, cumpre-se que justiça seja feita e os culpados sejam exemplarmente punidos. Mas  não  existem provas contra Macedo, todos os envolvidos negam que ele tenha participado. Em tempos de delação premiada, custa a crer que  nenhum dos outros acusados queira abrir mão desse direito.

O processo caminha para um desfecho que vai contrariar a opinião pública, até aqui manipulada, induzida a acreditar que Carlos Macedo tem culpa no cartório.

Então, criam esse ambiente para desmoralizar a justiça, de que o crime  compensa e tudo mais para prejudicar Macedo.

Disse e repito: sabem por que não há provas de que Macedo matou ou mandou matar Lúcio do Nevada?  Simples: Não foi ele. Nem de longe.

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RENATÃO dfo Quilombo Grotão (à direita)) assumiu no lugar de Paulo Eduardo, que pediu licença

RENATÃO do Quilombo Grotão (à direita)) assumiu no lugar de Paulo Eduardo, que pediu licença para viajar à Europa

Dois suplentes foram empossados como vereadores na tarde de segunda-feira (04/11) na Câmara de Niterói Alberto Luiz Guimarães Iecin, o Betinho, do Solidariedade (SDD); e José Renato Gomes da Costa, o Renatão do Quilombo, do PSOL. Betinho assume em lugar de Tânia Rodrigues (PDT), que pediu licença para ocupar a Coordenadoria Municipal de Acessibilidade; e Renatão ocupa a vaga deixada por Paulo Eduardo Gomes (PSOL), que foi participar de evento político na Europa, ficando fora do Legislativo pelo menos durante 30 dias. Com a nova movimentação o SDD passa a ser a maior bancada da Casa, com quatro votos.

Betinho, 46 anos, é Economista, casado e pai de três filhos. Já foi vereador e  presidente da extinta Niterói Trânsito e Transportes (Niter) durante o governo passado. Na última eleição obteve 2.793 votos pela legenda do PDT. “Minha meta é focar a prática esportiva como instrumento de ressocialização das crianças e dos jovens. Aqui em Niterói comecei o projeto Viva Vôlei com sete crianças e hoje atende a mais de 15 mil em todo o país”, disse Betinho. 

Milton Cal (à esquerda), líder do governo, prestigiou a posse de Betinho (à direita)

Milton Cal (à esquerda), líder do governo, prestigiou a posse de Betinho (à direita)

Já Renatão do Quilombo, também aos 46 anos, é iniciante no Legislativo. Ele assume pela primeira vez com compromisso de olhar para o social. “Meu avô foi escravo e veio do Sergipe para trabalhar na Fazenda Engenho do Mato, na Região Oceânica, na década de 20. Após a falência da fazenda, em 1948, ele recebeu um pedaço de terra no Engenho do Mato e três mil mudas de banana. Hoje já estamos na quinta geração da família”, conta Renatão.

“Receber dois novos companheiros é muito positivo. Substituir Tânia e Paulo Eduardo não é tarefa das mais fáceis, mas ambos terão de todos os funcionários, do conjunto dos vereadores e da Presidência da Casa em particular, o apoio necessário para o bom desempenho de suas funções”, ressaltou Bagueira. Participaram da posse conjunta no Gabinete da Presidência, além de amigos e familiares dos dois novos vereadores, os colegas Milton Cal (PP), Andrigo de Carvalho (SDD), Bruno Lessa (PSDB), Luiz Carlos Gallo (PROS) e Henrique Vieira (PSOL).

 Tem muitas coisa absurda no caso em que o Vereador Carlos Macedo é acusado de mandar matar Lúcio do Nevada, titular do mandato a quem substituiu na Câmara de Niterói.

Muitas perguntas me perseguem: por que Macedo, que já foi suplente em outras eleições no começo da carreira nunca precisou recorrer a esse expediente de eliminar as pessoas que estavam à sua frente?

Carlos Macedo, foto da internet

Carlos Macedo, foto da internet

Por que um político que foi o fiel da balança para a eleição do prefeito da cidade, que pulou de lado, trouxe outros companheiros eleitos e suplentes, com poder de escolher o cargo de maior expressão que quisesse no governo de Rodrigo Neves, precisaria mandar matar alguém para ser apenas um vereador?

Como alguém com reconhecido como lobista de confiança de vários segmentos, capaz de manter o prestigio até sem o mandado, teria razões para mandar matar? Mais que isso: Macedo nunca teve a violência em seu histórico…

Qualquer posição que ocupasse no Executivo, Macedo continuaria a despachadoria que fazia enquanto vereador. Não deixaria o Legislativo, onde sempre se portou com valor e honradez, só não teria cargo  eletivo.

Para mim, quem desgraçou a vida de Macedo foi Rodrigo Neves, que imediatamente após a posse deveria tê-lo nomeado para seu escalão, como ficou acertado por ocasião do “vira-casaca”, em que Macedo deixou de apoiar Felipe Peixoto.

E Macedo foi burro ao aceitar a liderança de um governo que lhe virou as costas. De um cargo na Prefeitura, somado ao prestígio que angariou com Rodrigo Neves, poderia manobrar tudo na Câmara, do mandato do suplente à liderança e presidência da Comissão, posto tenho ele na condição de móveis e utensílios da Casa Legislativa.

No Caso Macedo (ou Caso Nevada, como tratam alguns) há mais dúvidas do que certeza, que deveriam beneficiá-lo. Tudo parece indicar que há uma má vontade com Macedo, mostrando que pelo menos para seus “ex-amigos” e opinião pública ele já foi condenado.

 Tem uma pergunta que não quer calar. Por que Rodrigo Neves não estende a mão ao amigo Macedo? Por que não o livra do linchamento moral em que está: Por que não lhe dá o prometido cargo do seu staff, agora que Macedo está solto? Por que? Por que?

É amigos, são muitos porquês

MESMO SABENDO QUE É MENTIRA, JORNAL TENTA VINCULAR PILANTRA A GALLO

Mais uma vez o jornal O Fluminense chutou pra fora  pênalti sem goleiro.

Irresponsavelmente, o jornal publica na edição online de hoje (15/02 – vejam aqui ) matéria garantindo que um cretino, chamado Leonardo de Souza Pinto, era funcionário do Gabinete de Gallo. Trata-se de uma cretinice do repórter, do editor e do jornal, que desprezaram o contraditório, deixando de ouvir pessoas que efetivamente trabalham no gabinete.

Dá pra desconfiar da matéria desde o começo, pois é o jornal quem assume a responsabilidade pela informação, dando mais ênfase ao fato do criminoso ser do Gabinete do Vereador Gallo (e não é) e sequer informa a data dos crimes praticados para possibilitar uma conferência dos interessados e curiosos.

Cristalino se revela na reportagem que Gallo e nenhum outro servidor do gabinete esteve envolvido no caso. A própria investigação deve ter concentrado forças em Gallo e nada se provopu. Sabem por que? Porque Gallo, em que pese o mal juízo que se faz dele, é um político puro, não adota essas práticas e nenhuma outra  degradante.

É uma pena que um jornal como O Fluminense tenha dado esse tratamento à noticia, intrigando Gallo com a sociedade local.

Pior: o jornal mantém a página do ar mesmo sabendo que não existe vínculo do facínora com Gallo. Covardia, muita covardia.

SAIBAM TODOS. EU NÃO SOU CANDIDATO A VEREADOR EM NITERÓI

Há uma pessoa, igualmente jornalista, que usa o nome igual ao meu, que é candidato a vereador na cidade. Mas não sou eu. Minha única escaramuça política foi ser candidato a Governador do Estado, ter pontuado bem nas pesquisas, mas acabei perdendo por um.

Este aqui sou eu: pobre, feio, culto, moro mal e longe, perseguido pela ditadura. Não sou candidato a nada

Uuummmmm monte de votos, milhões deles.

Querem votar no Paulo Freitas, votem, mas não sou eu.

O Paulo Freitas aqui apóia e vota em GALLO, sempre.

Vice-prefeito de Niterói, José Vicente Filho (PPS), segundo a listagem do Tribunal de Contas do Estado não poderá ser candidato este. Segundo o TCE, José Vicente foi condenado no julgamento de suas contas na época em que foi presidente da Câmara Municipal, no episódio conhecido como “Farra do Paletó”, em que ordenou pagamento indevido a vereadores e teve que devolver a quantia aos cofres públicos.

José Vicente Filho (de frente) teve o nome incluído na lista dos “Ficha-suja” do Estado do Rio pelo TCE

O fato de constar da como “ficha suja”, a decisão sobre o registro ou não de candidatura é do TRE-RJ, pois José Vicente devolveu o dinheiro aos cofres públicos com juros e correção monetária. Mas a justiça tem entendido que o fato de repor o dinheiro nao isenta o “ficha suja” de culpa.

José Vicente foi vereador por 11 mandatos, um recorde no país, interrompido para ser vice-prefeito de Jorge Roberto Silveira. Ele pretendia concorrer a vereador e lançar o irmão, José Augusto, que também é vereador do PPS como vice na chapa de Jorge Roberto.