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Campos/RJ, que não teve motivo para promover manifestações,  agora tem!

Dia 29/07/13 completa um ano a promessa da Prefeita  que aumentaria para R$  200,00 o valor do cheque-cidadão pago a 25 mil família da cidade de supostos miseráveis. Eis aqui um bom e justificado motivo para um levante,  pelo cumprimento da palavra empenhada em campanha (vejam aqui, enquanto estiver no ar). É preciso honrar o que se diz na caça aos votos.

Rosinha, o marido e o atual presidente da Câmara de Campos, em plena campanha, anunciaram o aumento do valor do cheque-cidadão

Rosinha, o marido e o atual presidente da Câmara de Campos, em plena campanha, anunciaram o aumento do valor do cheque-cidadão

Até agora, em que pese o aumento da arrecadação e a conclusão de projetos que não exigiam maiores investimentos, nada foi feito.

Conta a favor da Prefeita de Campos, ex-governadora do Estado,  o fato da cidade ter a menor tarifa de transporte coletivo do mundo, apenas R$ 1,00. O valor está congelado há  vários.

 Também não se pode perder de vista que foi durante o governo dos Garotinhos que as passagens intermunicipais tiveram reajustes astronômicos, a ponto de uma viagem Campos-Rio custar o mesmo preço do Rio a São Paulo, que tem o dobro do percurso e ônibus melhores.

 

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Desde que  presidente Lula escolheu a Restinga de Guaxindiba para sediar o pólo petroquímico do Rio que eu venho advertindo… Se tivesse escolhido uma área em Campos, não teria esse problema. Lula desprezou até uma lei estadual, de autoria do deputado Barbosa Lemos e sancionada por Marcelo Alencar, determinando que o Comperj fosse na localidade da Serrinha, em Campos, próximo a Quissamã, Carapebus Macaé, que compõem a Bacia de Campos.

Futura morada de caranguejos. Obras estavam adiantas

Optou, arbitrariamente, sem respeitar a lei estadual, pela Restinga da Marambaia, em Itaboraí, área não edificante. Agora, acertadamente, a Justiça embargou a obra. A Petrobrás garantiu que vai honrar todos os compromissos, mas não diz que se vai embarcar no que diz a lei estadual, indicando a Serrinha de Campos como local certo.

O fato é que se fosse em Campos, poderia utilizar a logista do Porto de Imbitiba, em Macaé. Agora, há a alternativa do Superporto do Açu. Só não mudam se não quiserem.

Com o fechamento do Comperj, 23 mil trabalhadores estão de braços cruzados

garotinho na tribuna

Garotinho, vitima de satanização pela Rede Globo (foto da internet)

Já perceberam como o jornalismo da Rede Globo tem tratado o ex-Governador Anthony Garotinho? Na base do esculacho, manipulando os fatos, como  é de praxe. Mas tá indo longe demais. Toda noticia sobre Garotinho é para denegrir, expor ao ridículo. É evidente que a intenção é criar embaraços à candidatura de Garotinmho  em 2014, criar  um pano de fundo de modo a influir na vontade do eleitor, que o coloca  como o preferido nas pesquisas.

Na edição de ontem (14/05) do Jornal Nacional, a Globo albericou*  de vez na matéria sobre a votação da MP dos Portos. Permitiu que Ronaldo Caiado (lembram dele?) chamasse Garotinho de chefe de quadrilha. Na resposta do ex-governador, publicou apenas um segundo da fala de Garotinho, respondendo “ não me ofende você me chamar de quadrilheiro…”

Ocorre que o jornalismo global cortou a frase no meio, eliminando  o principal “porque não sou”. Por que a Globo fez isso com a noticia? Divulgou qwue Garotinho admitia ser chefe de quadrilha para todo país, quando na verdade ele disse que não era.

Qual a intenção da Rede Globo com esse proceder?  Isso não é jornalismo, mas campanha de satanização,  difamação de pré-candidato, o que é vedado pela lei e que prevê pesadas multas.

Não me surpreende. Enquanto o sistema Globo faz vistas grossas para o descaso com a saúde (quando chega a noticiar, faz matérias nas prefeituras cujos titulares apoiam Garotinho, no maior estardalhaço), a educação e os estupradores que comprometem a imagem do Rio mundo afora.

Mas, como dizia o desocupado Roberto Pavão, que assombrava a Rua do Crespo:  “é só a cabecinha”. Vem mais perseguição por ai se a Justiça não botar um freio nesse falso jornalismo.

*Albericar – neologismo de imprensa, derivado do nome de Alberico Souza Cruz, diretor geral de jornalismo da Rede Globo na época do debate Collor x Lula, em 1989.

O próprio Boni, vice-presidente da rede, admitiu que Alberico manipulou as matérias sobre a repercussão do debate, dando a entender que Collor massacrou Lula, um despreparado para a Globo. Na época, Alice Maria era diretora-executiva  e Armando Nogueira do jornalismo. Ela mandou repetir no JN uma matéria do Jornal hoje. Alberico interferiu, pediu uma edição manipulada. Armando Nogueira não topou (dias depois sairia da emissora) e Alberico em pessoa caiu pra dentro, como se diz. Ele mesmo editou a manipulação.

 Desde então, quando  se quer dizer que uma matéria foi manipulada para prejudicar ou beneficiar alguém,  utiliza-se o verbo albericar. Hoje, Alberico Souza Cruz, na Rede TV, admite que manipulou não só aquelas, mas todas as noticias no jornalismo da Globo. Com a queda de Collor, ele perdeu prestigio na rede.

Por sinal, a discordância de Boni foi divulgada até no livro “Jornal Nacional, a noticia faz história (que não foi editado pela Globo) e rebatida por Roberto Marinho e  de  João Roberto Irineu

 

A SORTE GRANDE ESTAVA  NUMA APOSTA DA MEGA-SENA  ACUMULADA E ACHADA NUMA LEIXEIRA, NUMA  BOLSA VELHA  QUE A MULHER PRETENDIA APROVEITAR

A moradora de rua, Rosa Maria da Conceição,  da cidade de Campos/RJ, ganhou a sorte grande ao vasculhar uma bolsa  velha jogada numa lixeira  e que ela pretendia recuperar para si. Em meio a papéis esmaecidos e coisas pútridas, havia um jogo de mega-sena acumulada sorteada em 01/04/2008 e que jamais havia sido reclamado.

Beatriz

BEATRIZ ROSA DA CONCEIÇÃO, A FELIZARDA

A mulher vivia  nas proximidades  do Jardim São Benedito, no Centro,  com seis filhos menores, a mãe e um companheiro. A moradora de rua   soube que estava com o bilhete premiado (no total de 459 milhões de reais) num lance de pura e incrível sorte incrível. De posse do bilhete, ela foi a uma casa lotérica fazer uma aposta mínima repetindo todos os números que da aposta que estava na bolsa, para correr no sábado passado.

Somente hoje (o1/4) , quando se dirigiu à casa  lotérica para conferir o resultado, a sorte sorriu-lhe duplamente. É que ao invés de entregar o papel com a aposta atual, Rosa entregou a que achou na bolsa e   ficou sabendo que havia ganhado uma bolada, duplamente.

Rosa Maria, de 38 anos, entregou à atendente da casa lotérica o bilhete antigo para conferência. Todos os números batiam, mas ao checar a autenticidade, a funcionária levou um susto.  Aquela aposta fora feita há quatro anos e constava como “pendente de pagamento”, rendendo juros e correção na Caixa Econômica, totalizando R$ 459 milhões. A casa lotéria não tinha sequer  autorização para pagar a aposta. Aqueles valores correspondiam ao acerto da megasena sozinha, quadras, quinas e quadras com um só  bilhete.

Além disso, ganhou também o último sorteio de março, no sábado passado, que pagou 85 milhões. A caixa da lotérica se prontificou a ajudar Rosa Maria, levando-a à agência da Caixa Econômica, onde passou todo dinheiro para seu nome e retirou uma pequena parte. A moradora de rua  ficou R$ 2 milhões mais pobre na mesma hora, pois foi a quantia com que presentou a funcionária da loteca que fez a aposta e a ajudou.

Rosa Maria pretende comprar uma casinha, um chuveiro quente, acomodar a família  e o restante pretende entregar para a Igreja evangélica que frequentava, a Assembléia de Deus do deputado Federal Marco Feliciano, polêmico presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

Perguntada quanto havia retirado para despesas imediatas, a moradora de rua disse que foram R$ 200,00. O resto deixou lá, pra Deus e a igreja.

( Do Jornal CHUVISCO – edição nº 1) –   “A estratégia do cacique político Garotinho em Campos para eleger uma bancada de mais de  10 vereadores pelo PR vai funcionar feito um tiro no pé. Muitos aliados serão sacrificados em nome de uma maioria na Casa Legislativa. A pretensão de Anthony Garotinho, na verdade, era fazer a maior bancada e  se antecipa vitoriosa à custa do sangue-amigo, pois é inegável que conseguirá eleger a maioria legislativa. 

A estratégia de Garotinho vai custar o mandato de muitos aliados

No caso de reeleição de Rosinha, o apoio está garantido na Câmara, a ser presidida por Mauro Silva. Caso seja outro o vencedor, terá contra si uma oposição gigantesca  se os oponentes permanecerem fiéis ao chefe do PR.

Garotinho  e seus amigos cogitam que o PR fará  de 10 a 16  cadeiras. Ledo engano, e vejam só:

São 25 cadeiras para cerca de 220 mil votos válidos para a Câmara. Campos tem perto de 334 mil eleitores. Tomando por base a abstenção de 2010, que foi de 17,69%, a quantidade de eleitores cai para 275 mil eleitores. Deste, considerando a quantidade de votos nulos e brancos das eleições de  2010, que foram 12, 37%, teremos como válidos apenas 217 mil, que daria um quociente eleitoral em torno dos 9 mil votos, mas nunca superior aos 10 mil como muitos imaginam, capaz de inviabilizar os pequenos.

Como são 16 partidos e coligações que disputam a eleição para vereador, supondo que cada um atingisse o quociente para obter uma cadeira, já teríamos, no mínimo,  16 cadeiras preenchidas pelo voto direto, sobrando apenas 9 para o restante dos cálculos. O partido que fizer 30 mil votos, o que seria uma fabula de votos, dada a pulverização de legendas, elegeria  só mais dois diretamente, no máximo.

Significa dizer que um partido ou coligação  com muitos candidatos fortes, dificilmente elegeria mais de cinco vereadores. Se tanto.

Garotinho tanto sabia dessa hipótese (ainda mais que foi ele quem costurou tudo), que para não correr riscos montou uma chapa só para eleger apenas seu preferido Mauro Silva no PT do B, sem risco algum.

Mas até la, tem muita água pra passar debaixo das pontes. Os que contavam ser eleitos com facilidades num só partido forte como o PR, é melhor botar as barbas de melhor e correr muito para evitar um glorioso prejuízo.

Por falta de aviso é que não é”.

Uma coisa é certa. Campos não possui nenhuma estrutura  de contenção de enchentes. Os diques que estão por lá estourando são avoengas, do tempo do bonde. E vem de longe as tragédias que as enchentes produzem, mas que Rosinha e Garotinho fazem parecer uma novidade.

Resultado de anos e anos de descaso da familia Garotinho

Resultado mais visível da péssima influência do grupo político do deputado e ex-governador Garotinho é a falta de infra-estrutura  urbana e rural. Há décadas no controle (12 só no comando do Governo do Estado), Garotinho e esposa, a atual prefeita e candidata à reeleição, legaram de herança o descalabro a que estamos assistindo. E não querem ser pais desse filho feio, da aberração que criaram.

O grupo Garotinho sempre manteve representantes no Congresso Nacional, como Pudim,  Josias Quintal, Paulo Feijó, Arnaldo Vianna (agora adversário) e ele  proprio, Antonhy Garotinhp, o mais votado do Estado para fazer nada,  rigorosamente nada, só para xingar o Governador Cabral. Nem um metro de dique eles conseguiram. Pudim chegou ao absurdo de propor que uma estrada, a BR 356, virasse um dique.

Nenhum canal foi construído ou dragado durante o reinado de Garotinho, e o resultado tai. Garotinho repete a história do ladrão de porco, que se faz de bobo,  pede socorro e ajuda quando a Polícia encontra o bicho roubado  dentro de sua jaqueta.  Garotinho já fez muito mal a Campos e seu povo, como se revela agora e se revelará lá na frente.

Até uma reunião de Prefeitos com autoridades do Estado teve que ser realizada em Itaperuna, porque não havia ambiente em Campos. Esse ódio, essa revolta pessoal tem prejudicado mais ainda os campistas, que são o marisco. O mar briga com as pedras e quem sofre são os mariscos. Tá na hora de mudar. Até aqui, Garotinho  é o dono do canhão. Vamos tomar dele esse brinquedo e levar o  povo de Campos a apontar a boca do canhão pra cara dele. E detonar, na moral.

Campos esta num beco sem saída. Seu povo reage, tenta mudar,
mas descobre que foi sendo seguidamente enganado, traído e roubado.

Deputado Roberto Henriques

Parece inútil a mudança, posto que sempre trocaram seis por
meia-dúzia, mantendo no poder métodos e sistemas de um grupo político perverso  e vingativo, chefiado pelo Senhor Anthony Garotinho, que teve a graça de chegar  a ser Governador do Estado, de eleger a mulher dele sucessora, mas que não  conseguiu se impor como uma liderança de respeito nacional. É um anão do baixo clero do Congresso de Brasília.

Qual político de expressão é liderado por Garotinho? Sobre  quem exerce influencia? Nenhum e ninguém. E olha que passou por ele toda sorte de políticos fluminenses, além de todos os campistas das ultimas décadas. Ele não  tem supremacia moral e intelectual sobre nenhum deles, é o rei da unanimidade contra.

Seu projeto megalomaníaco é manter a cidade de Campos como  sua propriedade particular, podendo dispor de suas coisas e seus tesouros como  bem quiser, como uma fazenda que vai passando de pai pra filhos e pras viúvas.

Foi num ambiente sombrio e de descrença como  Campos vive hoje que pairava sobre o povo  americano no inicio dos anos 2000 em  que  surgiu Barak Obama, um visionário, um sonhador, um negro cujo nome trazia à  lembrança a imagem do maior inimigo do país, o demolidor Osama (Bin Laden). Eleito deputado Estadual por Illinois, senador logo depois e atualmente Presidente da República, quando tudo lhe era adverso. Parafraseando seu slogan de campanha, Campos haverá de ter audácia para mudar (o de Obama era Audacia da Esperança).

Nasci em Campos. Foi lá que aprendi a defender a liberdade e o bem. Tive os melhores professores, Iracema Maria Isabel, Américo Rodrigues da  Fonseca (meu segundo pai), Magdala França Vianna, Arlete Sendra, Fernando Silveira,  Alvaro e Laninho Barcelos, do inesquecível Fonema, Antonio Sarlo, para citar alguns. Paulo Gomes, Alvaro e Luciano D’angelo que se esforçaram inutilmente para eu aprender matemática…

Nada pessoal contra Garotinho e sua esposa, que ele batizou  de Rosinha, impôs aos familiares dela, a Campos e ao Estado. Mas, historicamente, sua vez já passou. E Campos sabe disso. Ele desistiu de ser um líder político para ser um aproveitador, optou por ser um malfeitor político. E nisso está se superando, é campdeão. Uma pena!

Campos tem que dar um basta a esse descalabro. Afinal, a cidade pertence aos seus mais de 400 mil habitantes e não à família Garotinho, passando de pai pra mãe, de mãe pra filhos e quiçá para netos como se fosse um  fazendão. Não. Campos tem dono, mas é ao povo a que pertence.

Por pouco, muito pouco, o campista não ficou sem escolha… E
fatalmente , “pra não perder o voto”, haveria de dar mais um mandato à família Garotinho.

Porém, a cidade tem escolha sim. Surge no horizonte a figura de Roberto Henriques, deputado estadual, tal qual  Barak Obama o foi e que não precisou mudar de nome para vencer as eleições mais importantes do universo (só lembrando que o Sr. Anthony o fez). E Roberto já deu a Campos o aperitivo, um gostinho do que é capaz, de agir com austeridade, sensatez, honra e sobretudo coragem.

Sim, coragem para romper com o circulo vicioso que se instalou na cidade; coragem para mudar e oferecer aos campistas um novo ambiente, mais digno, próspero e honroso; coragem rechaçar as propostas indecorosas e cerrar ouvidos à cantilena dos corruptos. Coragem para fazer de Campos o maior município do Brasil, pois a cidade é rica, mas seu povo é pobre, muito pobre e sacrificado.

Os campistas tem escolha, graças a Deus! E ainda bem.

Quando um governante precisa apelar para um Decreto e pedir à sua equipe de governo que economize, alguma coisa tem…

Quando o Decreto estabelece um limite de 10% para se economizar, soa como deboche, coisa digna dum  Odorico Paraguaçu. Seria cômico, se não fosse trágico o precedente criado por Dona Rosinha Garotinho, prefeita de Campos dos Goytacazes/RJ, ao baixar o Decreto 454/2011, já batizado de “Grajaú-Leblon”., numa referência a uma linha de ônibus da capital.

Em quem a prefeita quer dar o calote?

Economizar tem que ser um costume, tem que ser a regra, não a exceção.

Por que limitar a 10% a economia a ser feita? Por que não ao máximo, 100%, que era de se esperar que pedisse. Para mim, é o mesmo que pedir aos auxiliares que sejam honestos, que tenham moral, que tratem de economizar, limitado a 10%.

O “Grajaú-Lebon” é um soco na cara dos campistas, de todos nós. A uma, pelas contradições explícitas, pois economizar é sempre a palavra de ordem quando se trata de dinheiro público.

Ninguém perde o que não tem, assim como ninguém dá o que não pode.

Se a prefeita vê necessidade de obrigar sua equipe a fazer economia, cortar gastos, ela mesma reconhece que houve excesso, que não deu ao dinheiro público o cuidado que deveria ter.

O que significa esse Decreto, um calote de 10%? E os contratos firmados, os compromissos assumidos?

O que mais intriga são os “considerandos” do Decreto “Grajaú-Leblon”, qual seja a crise mundial, queda na receita com o petróleo da Bacia de Campos.

Mentira. A receita com o petróleo nunca esteve tão bem. Por baixo desse angu tem caroço…

ao mesmo tempo em que S. Exª a prefeita baixava o Decreto 454), recebi mensagens da Petrobrás com as seguintes informações:

– o Lucro da Petrobrás subiu 37%;

– a produção de petróleo aumentou 2,2% e a de gás 6,9%;

– que entraram em fase de produção mais dois campos (os de Aruanã e Brava), justamente na Bacia de Campos;

– que a Petrobrás colocou em operação a  a plataforma semissubmersível P-56, no campo de Marlim Sul,no dia 15/8;

– a agência de risco Mooody’s (a mesma que anda rebaixando países por ai) reconhece a melhora do risco da Petrobrás em moeda estrangeita de Bas1 para A3;

E mais:

– A ANP revela que os produtores privados já produzem 200 mil barris/dia;

– está a caminho (saiu hoje de Cingapure), a superplataforma de Eike Batista, a FSPO-OSX 1, que  chegará a Campos dentro de 38 dias para começar a produzir imediatamente;

– até julho, a Prefeitura de Campos já havia recebido R$ 566,8 milhões entre royalties e participações, indicando que já superou em mais da metade do arrecadado em 2010, representando um aumento de quase 10% só no primeiro semestre.

O que não dá para entender é que tudo indica que a receita de Campos com o petróleo deverá ficar bem próxima de 2008, quando teve seu melhor momento, beirando os R$ 1 bilhão 200 milhões.

De que (ou quem?) a prefeita tem medo?

Começar a singrar os mares, nesta quarta-feira, a plataforma de Eike Batista. Assista ao vídeo que a empresa preparou.